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A realeza contaminada e a rotina do príncipe Charles

O vírus, não há dúvida, é democrático

Por João Batista Jr. - Atualizado em 27 mar 2020, 09h52 - Publicado em 27 mar 2020, 06h00

Em se tratando de cor de sangue, o novo coronavírus (aliás, como todo vírus) é inapelavelmente daltônico — vermelho ou azul, dá no mesmo. Tanto assim que o príncipe Charles, 71 anos, herdeiro do trono britânico, testou positivo e está em quarentena em Birkhall, sua mansão em Balmoral, na Escócia. Camilla, 72, não contraiu o vírus e faz companhia a ele, mas em ambientes separados. Um comunicado informa que Charles manifesta sintomas leves, passa bem e não sabe exatamente quando foi contaminado — e aí reside o xis do problema. O príncipe esteve com a mãe, a rainha Elizabeth, 93, na quinta-feira 12 (ela encontra-se reclusa desde então, com o marido Philip, 98, no Castelo de Windsor). Daria para haver contaminação? Pelas contas de especialistas, é pouco provável, mas não impossível. Em tempo: outro sangue azul, o príncipe Albert de Mônaco, 62 anos, também testou positivo. O vírus, não há dúvida, é democrático.

Publicado em VEJA de 1 de abril de 2020, edição nº 2680

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