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De Fagundes a Nanini, atores revelam processo criativo em doc do Globoplay

Filme 'Mise En Scène - A Artesania do Artista' faz um mergulho poético na arte da atuação com grandes nomes da dramaturgia nacional

Por Marcelo Canquerino Atualizado em 1 set 2021, 12h57 - Publicado em 1 set 2021, 10h28

A importância da arte para as pessoas e o processo criativo usado por atores brasileiros renomados são os temas do documentário Mise En Scène – A Artesania do Artista, que chega ao Globoplay nesta quarta-feira, 1º. O longa, dirigido por Manuh Fontes e idealizado por ela, pela atriz Maytê Piragibe e por Leandro Pagliaro, traz depoimentos intimistas de nomes que marcaram a história da dramaturgia nacional, como Zezé Motta, Camila Pitanga, Antônio Fagundes, Marco Nanini, Dira Paes e Cássia Kiss.

Além de falarem sobre seus processos pessoais de criação, os artistas também contam como foram seus primeiros contatos com a arte. As histórias vão desde relatos curiosos como o de Antônio Fagundes, que começou a ler de forma voraz aos 5 anos após ficar de cama em decorrência de uma mononucleose, até experiências mais abstratas e pessoais, caso de Camila Pitanga – que adorava dançar sozinha quando criança.

  • Conduzido pela narração de Glória Pires, que aqui pega emprestado falas do filósofo e poeta Rainer Maria Rilke, o documentário toca em pontos sensíveis e inerentes a todo o ser humano, como morte, amor, beleza e solidão. A principal ideia que guia o filme é a proposição de que a criação talvez seja apenas o ato de relembrar profundamente — e é o que os artistas fazem aqui. 

    O longa está concorrendo no Festival Independente de Cinema de Toronto deste ano.

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