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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Sem demitir ministros, Planalto fica a reboque da agenda de Maia na Câmara

Rodrigo Maia vai colocar a pauta do Legislativo para rodar e destravar políticas públicas nas áreas de Weintraub e Salles

Por Robson Bonin - 17 fev 2020, 07h32

Na sexta-feira, o governo de Jair Bolsonaro anunciou que o período de agitação no RH havia chegado ao fim. Depois de despachar Onyx Lorenzoni para o Ministério da Cidadania e demitir Osmar Terra pelas redes sociais, o presidente não teria novas trocas a consumar na Esplanada.

Na edição de VEJA que está nas bancas, o Radar mostra que o Congresso não pretende deixar o governo tranquilo com seus ministros.

Conhecedor dos desafios da agenda econômica do país, Rodrigo Maia decidiu colocar a Câmara na dianteira das agendas da Educação e do Meio Ambiente.

As duas áreas tornaram-se focos geradores de notícias negativas ao governo e à imagem do próprio país no exterior. Seja pela inoperância de Abraham Weintraub na Educação, seja pelas convicções equivocadas de Ricardo Salles no Meio Ambiente, a situação chegou a um ponto que alguém precisa fazer a roda girar.

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Maia vai usar seu capital político na Câmara para mover as engrenagens do governo. Fator importante na atração de investidores internacionais, o Meio Ambiente será prioridade. Se não quiser ficar a reboque do Parlamento, Bolsonaro terá de fazer alguma coisa com seus pupilos.

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