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Maia quer assumir agenda ambiental com marco regulatório da Amazônia

‘A gente pode ter o papel em ajudar o governo brasileiro a entender que há um cruzamento claro entre investimento e meio ambiente’, diz Maia

Por Nonato Viegas - Atualizado em 14 fev 2020, 13h22 - Publicado em 14 fev 2020, 12h22

Além de promover uma intervenção do Legislativo na área da Educação, Rodrigo Maia vai colocar a Câmara para atuar na área de Meio Ambiente comandada por Ricardo Salles, outra fonte de notícias negativas para o país.

A Câmara deve tomar a dianteira da agenda política para a Amazônia, endurecendo punições por queimadas e repensando a participação internacional do país nos debates do setor.

“Cada vez mais a decisão de investimento estrangeiro está atrelada à política ambiental, de preservação das florestas. Nossas florestas são um ativo muito maior de pé do que desmatadas ou queimadas… A gente pode ter o papel em ajudar o governo brasileiro a entender que há um cruzamento claro entre investimento e meio ambiente”, diz Maia.

O presidente da Câmara fala em organizar um projeto de marco regulatório para a floresta amazônica e melhorar a relação do país em espaços de debate no exterior.

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“Vamos criar uma comissão para chegarmos preparados na Conferência de Biodiversidade das Nações Unidas, na China. O objetivo é que o Parlamento tenha uma participação mais efetiva. Na COP-25 a nossa participação ficou muito solta e pequena”, diz.

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