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PF descobriu que comparsas de Witzel estavam destruindo provas

Alvará de funcionamento rasgado foi encontrado com sócio de empresário denunciado por desvio de verbas da Saúde do Rio

Por Mariana Muniz, Robson Bonin Atualizado em 28 ago 2020, 12h29 - Publicado em 28 ago 2020, 09h47

Na decisão em que determina o afastamento de Wilson Witzel do governo do Rio, o ministro Benedito Gonçalves, do STJ, relata uma tentativa de destruição de provas por parte de um suposto comparsa do governador nos esquemas de desvios em contratos na Saúde do estado.

Cassiano Luiz da Silva, sócio do empresário Mário Peixoto — alvo da Operação Favorito, que mirou na contratação de organizações sociais e pessoas jurídicas por ele controladas pelo Rio — teria rasgado documentos que poderiam ser usados como provas de suas relações com o governo Witzel

“Cumpre ressaltar os documentos rasgados encontrados com Cassiano no dia das buscas e apreensões realizadas no âmbito da operação Favorito, como o supracitado alvará de funcionamento, na tentativa de destruição de elementos úteis à apuração dos fatos, seja pela possibilidade de estabelecimento de vínculos entre os agentes, seja pela possibilidade de serem utilizados em desfavor dos investigados”, escreveu Benedito.

De acordo com o ministro, essa situação, dado o contexto, “sugere tentativa de destruição de elementos de informação e de prova, para obstar as investigações e afastar eventual aplicação futura da lei penal”.

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