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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Intervenção de Bolsonaro ainda gera reflexões na Petrobras

Estatal terá na presidência o general da reserva do Exército Joaquim Luna e Silva

Por Robson Bonin Atualizado em 1 mar 2021, 11h17 - Publicado em 1 mar 2021, 09h30

A crise provocada pela intervenção de Jair Bolsonaro mostrou a integrantes da cúpula da Petrobras como a empresa o presidente da República se vale dos militares para garantir que nada saia do seu controle na estatal.

O atual chefe do Conselho de Administração da companhia, por exemplo, é o almirante de esquadra da reserva Eduardo Bacellar Leal Ferreira. Ele foi comandante da Marinha até janeiro de 2019 e é visto como um disciplinado apoiador do presidente.

Intervenção de Bolsonaro

“Pela formação militar, que evita questionamentos, a postura do conselheiro acaba sendo de aceitação total do que lhe é imposto. A coisa piora quando se trata do presidente do colegiado”, diz um interlocutor da cúpula da estatal.

Pode até ser que a disciplina militar atrapalhe a atuação de Bacellar no mundo dos negócios, mas fica difícil, conhecendo Bolsonaro, imaginar que o almirante, de carreira notável, pudesse fazer algo nesse episódio.

Em tempo, a estatal terá na presidência o general da reserva do Exército Joaquim Luna e Silva.

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