Blogs e Colunistas

EUA

01/06/2014

às 19:00 \ Vasto Mundo

Em vídeo espetacular, e em fotos, o incrível “USS Independence”, novo barco de guerra da Marinha americana

O “USS Independence”: capacidade de navegar a 70 km/h por quatro horas seguidas, enquanto outros porta-aviões atingem apenas 50 km/h

Publicado originalmente em 8 de junho de 2011.

Amigos, este novo barco de guerra da Marinha americana, o USS Independence, é uma novidade tecnológica que pode revolucionar a concepção das armadas do mundo. Algo como os porta-aviões que, a partir do afundamento do poderoso Bismarck da Alemanha nazista, durante a II Guerra Mundial, em 1941, determinaram o fim da era dos grandes encouraçados.

Campeões de Audiência

Campeões de Audiência

Os tempos das velhas batalha visuais, que desde os galeões dos piratas colocava cada barco no seu horizonte de tiro, foi dramaticamente encerrada com o advento da aviação embarcada.

Um simples avião com um único torpedo era capaz de derrubar um colosso de aço: foi o que aconteceu com o Bismarck, que perdeu o rumo ao ser golpeado no leme pelo torpedo lançado pelo pequeno avião Swordfish que decolou do porta-aviões britânico HMS Ark Royal.

Rodando em círculos no Atlântico, a jóia de Hitler foi cercado pela Marinha inglesa, a Royal Navy, e afundado em maio de 1941.

A moderna cabine de controle do “Independence”: sistema de informação aberto e flexível, o que permite rápida adaptação às novas tecnologias

Esse novo conceito de guerra naval chegou ao extremos meses depois, em junho de 1942, na batalha de Midway, quando duas frotas se enfrentaram sem se verem. O combate aconteceu entre os aviões que decolaram de lado a lado. Afundando nada menos do que 4 porta-aviões japoneses, os EUA viraram a maré da guerra no Pacífico num confronto decisivo.

Pois este novo barco, o LCS (iniciais em inglês de “navio de combate no litoral”), ao que tudo indica, pode ser algo tão revolucionário quanto. Até pelo design, absolutamente inovador.

O navio foi construído para realizar três missões específicas: ações contra minas, combates em superfície e ataques a submarinos

É um protótipo leve, rápido como seria um carro da Fórmula-1 nas mesmas condições (faz 50 nós, 90 km por hora), construído em forma de agulha e que não passa de uma letal variação blindada de um trimarã. Carrega 3 helicópteros armados, tem forte poder de fogo — 3 canhões e 5 metralhadoras pesadas de diferentes calibres — e alta tecnologia nos seus 3 radares e 2 sensores eletrônicos, embora necessite de apenas 40 tripulantes. Pode, portanto, ser um fator de desequilíbrio em qualquer enfrentamento no mundo.

O USS Independence é todo modulado, capaz de receber muita variação de armamento, e, apesar de seus 130 metros de comprimento, consegue fazer curvas na água que só uma lancha ou um jet-ski poderia imitar.

Vejam-no em ação. O vídeo é impressionante:

 

31/05/2014

às 16:30 \ Vasto Mundo

Vídeo ESPANTOSO: na China, cidades inteiras, novinhas em folha, construídas para ninguém morar. Há 64 milhões de imóveis vazios, e centenas de milhões de pessoas sem ter onde morar

Milhares de apartamentos vazios, árvores, jardins, avenidas: nada de gente, nada de automóveis (Foto: wnd.com)

Publicado originalmente em 25 de junho de 2012.

Cidades inteiras, com conjuntos habitacionais imensos, maciços de escritórios, shoppings center gigantescos – vazias.

Bairros repletos de aranha-céus, centros comerciais maiores do que de Miami ou de Cingapura – e nenhuma pessoa dentro, nenhum movimento, nada.

Cidades fantasmas, que custaram centenas de bilhões de dólares.

Isto está acontecendo na China. Para manter alto o crescimento do PIB determinado pelas autoridades centrais do Partido Comunista, em Pequim, dirigentes provinciais e municipais mandam ver – e a maneira mais fácil de conseguir crescimento econômico, em números, é a construção civil.

Bairros residenciais enormes, completos, boas casas, jardins, alamedas, imitando os subúrbios americanos… sem ninguém (Foto: meuploads.com)

Há, porém, um pequeno problema: os imóveis não têm demanda – são caros demais para o poder aquisitivo da maioria das pessoas. Sem contar que, volta e meia, são construídos em áreas obviamente inadequadas, como na zona rural, onde trabalhadores sobrevivem com rendimentos miseráveis.

Há um inacreditável, atordoante estoque de 64 milhões de moradias vazias. “Quando a bolha imobiliária chinesa estourar”, diz o consultor britânico Gillen Tullock, baseado em Hong Kong, “a dos Estados Unidos vai parecer brincadeira”.

Paradoxalmente, centenas de milhões de chineses moram em condições miseráveis.

Confiram na ótima reportagem do jornalista Adrian Brown, do programa Dateline, da emissora de TV Special Broadcasting Service da Austrália.

O vídeo é arrasador.

27/05/2014

às 14:00 \ Vasto Mundo

Vejam as fotos de mulheres soldados de diversos países. É uma conquista, mas problemas e preconceitos continuam a existir

Publicado originalmente em 25 de fevereiro de 2011.

Fardadas e de fuzil na mão, as mulheres podem passar despercebidas no meio de uma tropa, embora estejam conquistando cada vez mais espaço dentro das Forças Armadas em diferentes países do mundo.

Campeões de Audiência

Campeões de Audiência

Em países como Alemanha, Canadá, Dinamarca, Estados Unidos, Finlândia, Israel, Noruega, Nova Zelândia, Suécia e Suíça, por exemplo, elas podem participar, inclusive, da linha de frente dos combates. No Brasil, só podem ser combatentes, por enquanto, as mulheres pilotos de caça da Força Aérea Brasileira (FAB), como é o caso da tenente-aviadora Daniele Lins, primeira na galeria de fotos abaixo.

Só nos Estado Unidos, entre 2003 e 2009, mais de 200 mil mulheres serviram no Oriente Médio, principalmente no Iraque. Entre elas, cerca de 600 ficaram feridas e pouco mais de 100 morreram em combate. Na França, de acordo uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Defesa, entre os cerca de 340 mil soldados no país, há mais de 50 mil mulheres.

Um email que circula na internet mostra militares de diversos países com seus respectivos uniformes.

As bonitas fotos que selecionamos, entretanto, não mostram um dado alarmante: elas continuam sofrendo preconceito dentro das Forças Armadas e os casos de estupro são freqüentes. Por exemplo: cerca de 3 mil militares norte-americanas sofreram violência sexual em 2008, 9% a mais do que no ano anterior. Dentre as que estavam servindo no Iraque e no Afeganistão, o número subiu para 25%.

Em 2009, segundo dados do Exército americano divulgados pelo site da BBC, 30% das mulheres foram estupradas durante o serviço militar, 71% foram vítimas de violência sexual e 90% de assédio sexual.

Isso sem consideram os casos não divulgados. Um relatório do Government Accountability Office, organismo investigativo do Congresso dos EUA, concluiu que 90% das agressões sexuais não são notificadas, na maioria dos casos, devido ao receio das vítimas de serem perseguidas.

Áustria

Brasil

Finlândia

Grécia

Indonésia

Irã

Israel

Nepal

Noruega

Polônia

Reino Unido

República Checa

Sérvia

Suécia

Turquia

24/03/2014

às 19:05 \ Vasto Mundo

FOTOS DRAMÁTICAS: a Guerra do Iraque, por quem a viu bem de perto

Cidade de Al Musayyib, 27 de maio de 2003: criança salta filas com dezenas de corpos assassinados por forças de Saddam Hussein durante uma rebelião xiita (Foto: Marco Di Lauro - Getty Images)

Cidade de Al Musayyib, 27 de maio de 2003: criança salta filas com dezenas de corpos assassinados por forças de Saddam Hussein durante uma rebelião xiita (Foto: Marco Di Lauro – Getty Images)

A serviço do jornal The New York Times, o fotógrafo Michael Kamber, nascido em 1963 no estado americano do Maine, cobriu a Guerra do Iraque praticamente inteira, da invasão por tropas dos EUA em março de 2003 a até depois do término da retirada dos soldados em dezembro de 2011.

Durante este longo período, sempre que voltou a seu país, Kamber, que possui no currículo coberturas em enfrentamentos bélicos na Somália, em Israel e no Afeganistão, entre outros, nunca se conformou com o pouco que seus compatriotas sabiam sobre os horrores do conflito.

O fotógrafo Michael Kamber (Foto: Leica Camera)

O fotógrafo Michael Kamber (Foto: Leica Camera)

E foi esta insatisfação que o estimulou a organizar, em maio do ano passado, um livro no qual compila algumas das melhores imagens da guerra feita por ele e mais de 30 outros colegas, dos quais obteve, em entrevistas, bastidores de cada fotografia publicada.

Photojournalists on War: The Untold Stories from Iraq (tradução: “Fotojornalistas em Guerra: As Histórias Não Contadas do Iraque”), que não ganhou edição brasileira, traz um conjunto de registros visuais essenciais. Algumas das fotografias nunca haviam sido publicadas. Todas são bastante fortes.

3

Kirkuk, abril de 2004: homens se refugiam após explosão em estrada (Foto: Stanley Greene – Noor)

4

Barsa, 26 de maio de 2004: mulher procura pelo marido após explosão em fábrica de gás líquido (Foto: Lynsey Addario)

5

Bagdá, 11 de julho de 2003: soldados americanos nadam na piscina do palácio abandonado por Uday Hussein, filho de Saddam Hussein; ele seria morto em conflito com forças americanas 11 dias depois (Foto: Ed Kasi – VII)

6

Bagdá, julho de 2004: um dos guarda-costas do clérigo xiita Mohamed Ali Sageer segura uma pistola (Foto: Ed Kashi – VII)

7

Fallujah, 13 de novembro de 2004: o primeiro-sargento Brad Kasal após ser alvejado por sete balas disparadas por insurgentes; ele quase perderia a perna (Foto: Lucian Read)

8

Fallujah, 23 de novembro de 2004: integrantes do batalhão 3rd Marines vasculham casa após ataque insurgente que vitimou um soldado americano e feriu outros (Foto: Scott Petterson – Getty Images/CS Monitor)

9

Tal Afar, 18 de janeiro de 2005: a menina Samar, de 5 anos, chora após os pais serem mortos por membros da 25ª Divisão de Infantaria dos EUA; os soldados dispararam na família após o carro que a transportava aproximar-se de uma patrulha (Foto: Chris Hondos – Getty Images)

10

Observado por soldado americano que fuma um cigarro, cidadão iraquiano desmaia durante revista (Foto: Guy Calaf)

11

Qubah, 24 de março de 2007: diante da família, homem é marcado com caneta por soldado americano; o método era usado para garantir que os habitantes da vila não saíssem dali após ataque de insurgentes (Foto: Yuri Kozyrev – Noor)

12

Baiji, 8 de fevereiro de 2008: homem vendado e algemado sob suspeita de colaborar com insurgentes iraquianos (Foto: Eros Hoagland – Redux)

13

Bagdá, 4 de julho de 2008: 1215 soldados americanos rezam no palácio Al Faw, uma das antigas residências de Saddam Hussein, em cerimônia de realistamento (Foto: Ashley Gilbertson – VII)

15

Sadr, fevereiro de 2009: Rena (à direita) perdeu a perna esquerda e teve a direita danificada em ataque aéreo americano ocorrido no ano anterior. A ofensiva matou sua irmã e o bebê de nove meses que carregava na barriga (Foto: Farah Nosh)

16

Milwaukee, EUA, 23 de novembro de 2003: Alan Jermaine Lewis, fuzileiro americano então com 23 anos que perdera as duas pernas e tivera um braço quebrado em seis partes quatro meses antes; o motivo foi a explosão de uma mina sobre a qual passou o Hummer que dirigia na Estrada 8, em Bagdá. (Foto: Nina Berman – Noor)

 

 

08/03/2014

às 16:00 \ Vasto Mundo

Os países mais (e os menos) visitados do mundo

Publicado no site de VEJA

OS PAÍSES MAIS (E MENOS) VISITADOS DO MUNDO

A revista americana Time divulgou nesta semana um ranking dos países mais populares do mundo em quantidade de visitantes, tomando como base o número de chegadas internacionais.

Sem surpresa, a França encabeça a lista, com mais de 80 milhões de visitantes anuais.

Os Estados Unidos vêm em seguida, com mais de 62 milhões de chegadas.

Já o Brasil aparece em 44º, com 5,67 milhões.

No fim da lista, na 165º posição, está Tuvalu, um arquipélago da Polinésia formado por atóis e recifes que tem apenas 12 habitantes. Em 2011, apenas 1200 pessoas visitaram essa nação minúscula.

Os números, que reúnem estatísticas disponíveis de 2011 e 2012, são da Organização Mundial de Turismo, ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), e do Banco Mundial.

 

FRANÇA

França (Foto: Getty Images)

França (Foto: Getty Images)

Campeoníssimo, o país da Torre Eiffel, da comida extraordinária, dos grandes vinhos e de paisagens variadas e belíssimas, mantém há anos o posto de destino mais popular do mundo. Recebeu 83 milhões de visitantes em 2012, um número superior ao da população do país, de 65 milhões.

 

ESTADOS UNIDOS

Estados Unidos (Foto: Spencer Platt / Getty Images)

Estados Unidos (Foto: Spencer Platt / Getty Images)

A maior potência econômica do mundo é o segundo destino mais popular do mundo, tendo registrado 62,7 milhões de chegadas internacionais em 2012.

 

CHINA

China (Foto: Getty Images)

China (Foto: Getty Images)

A segunda maior potência do mundo registrou 57,7 milhões de chegadas internacionais em 2012. Os números são maiores ainda se considerados as regiões administrativas especiais de Macau e Hong Kong.

 

ESPANHA

Espanha (Foto: Getty Images)

Espanha (Foto: Getty Images)

Com crise e tudo, o multifacetado país ibérico, de cultura variada e riquíssima, é o segundo destino mais popular da Europa e o quarto do mundo, com 57,1 milhões de visitantes.

 

ITÁLIA

Itália (Foto: Getty Images)

Itália (Foto: Getty Images)

O país mediterrâneo de que descendem dezenas de milhões de pessoas nas Américas, repleto de história e cultura, paisagens extroardinárias, povo acolhedor e comida campeã é o terceiro destino europeu mais procurado e o quinto mais popular do mundo, com 46,3 milhões de visitantes.

 

TURQUIA

Turquia (Foto: Getty Images)

Turquia (Foto: Getty Images)

Dividia entre Europa e Ásia, a Turquia é o sexto destino mais procurado do mundo, com 35,7 milhões de visitantes em 2012.

 

ALEMANHA

Alemanha (Foto: Getty Images)

Alemanha (Foto: Getty Images)

Grande exportador de turistas, a Alemanha aparece também como grande destino, sendo o sétimo país mais visitado do mundo, com 30,4 milhões de turistas. Um crescimento de 7% em relação ao ano anterior.

 

GRÃ-BRETANHA

Grã-Bretanha (Foto: Getty Images)

Grã-Bretanha (Foto: Getty Images)

A ilha europeia caiu uma posição no ranking de países mais visitados entre 2011 e 2012. Neste último ano, em oitavo lugar, registrou a chegada de 29,2 milhões de pessoas.

 

RÚSSIA

 

Rússia (Foto: Getty Images)

Rússia (Foto: Getty Images)

Maior país do mundo em extensão territorial, a Federação Russa é também o nono mais visitado, tendo registrado 25,7 milhões de chegadas em 2012.

 

MALÁSIA

Malásia (Foto: Getty Images)

Malásia (Foto: Getty Images)

O país do sudeste asiático é o décimo mais visitado do mundo. Em 2012 registrou 25 milhões de chegadas internacionais.

 

BRASIL

Brasil (Foto: Getty Images)

Brasil (Foto: Getty Images)

País continental com grande potencial turístico, o Brasil registrou 5,67 milhões de chegadas internacionais em 2012, aparecendo na frente dos seus vizinhos sul-americanos, mas bem atrás de outros países das Américas, como os EUA, Canadá e México, que receberam mais de 15 milhões de visitantes naquele ano. Em 2011, foi listado como 44º destino mais popular do mundo, segundo dados do Banco Mundial.

 

ILHAS SALOMÃO

Ilhas Salomão (Foto: Getty Images)

Ilhas Salomão (Foto: Getty Images)

Entre os países com dados estatísticos recentes, as Ilhas Salomão, um arquipélago na Melanésia com meio milhão de habitantes, é um dos destinos menos visitados do mundo, aparecendo na 161º posição. Em 2011, o país recebeu apenas 23 000 visitantes.

 

MOLDOVA

 

Moldova (Foto: Getty Images)

Moldova (Foto: Getty Images)

País mais pobre da Europa e espremido entre Romênia e a Ucrânia – com parte do território ocupado por tropas russas – essa ex-república soviética ocupa a 162º posição na lista de países mais visitados do mundo. Em 2011, só 11 000 visitantes se aventuraram no país.

 

KIRIBATI

Kiribati (Foto: Getty Images)

Kiribati (Foto: Getty Images)

Arquipélago do Oceano Pacífico com pouco mais de 100 000 habitantes, Kiribati ocupou a 163º posição entre os países mais visitados do mundo em 2011. Só houve registro de 5 300 chegadas internacionais no país.

 

ILHAS MARSHALL

Ilhas Marshall (Foto: Getty Images)

Ilhas Marshall (Foto: Getty Images)

Antiga colônia dos Estados Unidos, que serviu de área de testes para bombas nucleares nos anos 40 e 50, esse arquipélago da Micronésia conta com apenas 68 000 habitantes. Em 2011, somente 5 000 visitantes chegaram ao país, que ocupa a 164º lugar no ranking de destinos mais populares.

 

TUVALU

Tuvalu (Foto: Getty Images)

Tuvalu (Foto: Getty Images)

Belo arquipélago da Polinésia formado por atóis e recifes que tem apenas mil 10 habitantes e que corre o risco de desaparecer por causa das mudanças climáticas, Tuvalu ocupa o último lugar (165º) entre as nações com mais chegadas registradas em 2011, ano que conta com dados mais completos. Nesse ano, apenas 1 200 pessoas se deslocaram até essa minúscula nação.

 

LEIAM TAMBÉM:

UM ESPANTO: Os 10 lugares mais poluídos do mundo

Os 10 países com a melhor qualidade de ar e água. Dos 10, 8 são europeus

As cidades da América Latina com melhor qualidade de vida. Nenhuma delas, porém, está entre as 50 melhores do mundo para se viver

BELAS FOTOS: 15 maravilhas abandonadas mundo afora

VÍDEO DE ENCHER OS OLHOS: uma viagem pela exótica, pouco conhecida e belíssima Myanmar, a ex-Birmânia

Conheça os destinos de férias mais procurados pelos milionários

GRANDE AVENTURA: Canadense que viajou por mais de 190 países volta para casa após 23 anos e garante: “as pessoas são basicamente boas, não importa suas raças e culturas de origem”

Ótimas rodovias: por que, afinal, no Brasil todo não é assim?

02/03/2014

às 12:07 \ Disseram

Secretário de Defesa americano propõe um plano que poderá reduzir o exército do país ao seu menor efetivo desde 1945

“Pela primeira vez em 13 anos estamos apresentando ao Congresso um orçamento que não é de guerra”

Chuck Hagel, secretário de Defesa dos Estados Unidos, ao propor um plano para 2015 que poderá reduzir o exército do país ao seu menor efetivo desde 1945

11/01/2014

às 18:00 \ Bytes de Memória

O dia em que descobri que Kissinger rói unhas

 

Kissinger, em 1987, rodeado por empresários e pelo autor

Post publicado originalmente a 13 de setembro de 2010

E de repente lá estava eu, sentado a uma mesa de almoço com o homem: Henry Kissinger. Professor em Harvard, assessor para assuntos de segurança nacional e secretário de Estado de dois presidentes americanos, Richard Nixon (1969-1974) e Gerald Ford (1974-1977), Prêmio Nobel da Paz em 1973, junto com o negociador-chefe norte-vietnamita Le Duc Tho, pelos quatro anos de tratativas que levaram a um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Vietnã do Norte.

Ele mesmo, o genial cérebro que concebeu a aproximação dos EUA com a China comunista, em 1971, e a política de distensão com a então União Soviética, a partir de 1972, o incansável diplomata responsável pelo cessar-fogo na Guerra do Yom Kippur entre Israel e o Egito em 1973, mas também o gênio do mal metido em malfeitorias como o golpe sangrento que derrubara o presidente socialista do Chile, Salvador Allende, nesse mesmo ano.

Kissinger ainda era – como continua sendo hoje, aos 87 anos de idade – uma das figuras mais badaladas no universo das relações internacionais quando, em junho de 1987, veio ao Brasil para palestras em São Paulo e no Rio. O fato de ter deixado o poder uma década atrás não lhe retirava de modo algum a aura. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

24/11/2013

às 14:00 \ Vasto Mundo

FOTOS: No Afeganistão arrasado pela guerra, sucata militar vira dinheiro — inclusive no mercado negro

Tanto guindastes quanto contêiners dos EUA e da OTAN ganham nova vida nas em mãos afegãs (Fotos: Anja Niedringhaus - AP)

Tanto guindastes quanto contêiners dos EUA e da OTAN ganham nova vida nas em mãos afegãs (Fotos: Anja Niedringhaus – AP)

As forças estrangeiras de ocupação do Afeganistão só terão deixado o país completamente no final de 2014 — havendo a possibilidade de permanecer um contingente dos Estados Unidos. De todo modo, até lá, ainda há um incomensurável trabalho logístico a fazer, sobretudo o de dar cabo à parafernália militar americana inutilizada ainda presente em território afegão.

De acordo com reportagem da agência Associated Press, somente em 2013 um total espantoso de 175 mil toneladas de veículos e estruturas usadas durante a guerra foram transformados em sucata e vendidos aos próprios afegãos por 46,5 milhões de dólares. Outro lote imenso no valor de 71 milhões de dólares foi doado ao governo afegão por países participantes das forças de coalizão.

E é neste meio que atuam cidadãos pobres do destroçado país que, sem melhor alternativa para ganhar a vida, vasculham montanhas de detritos bélicos em busca de algo que possa gerar algum dinheiro.

Figura carimbada do fotojornalismo especializado em guerras, a alemã Anja Niedringhaus registrou com suas câmeras este mercado negro em plena ebulição.

Um ensaio com algumas de suas imagens encomendadas pela AP, produzidas entre 28 de outubro e 3 de novembro deste ano em Kandahar, sul do Afeganistão, foram recentemente publicadas pela revista Time. Confiram:

 

...e barreiras, cuja finalidade era proteger as tropas de homens-bomba, também...

Estas barreiras, cuja finalidade era proteger as tropas de homens-bomba, viraram mercadoria

Barris de petróleo são transportados por afegão

Barris de petróleo são transportados por um afegão que batalha pela subsistência

 

Aqui, pedaços de veículo destruído são colocados em um caminhão para transporte

Aqui, pedaços de veículo destruído são colocados em um caminhão para transporte

Mais barreiras anti-homens-bomba

Mais restos de barreiras anti-homens-bomba

Um ventilador solitário espera a sua hora

Um ventilador solitário espera a sua hora

Caminhões passam lotados de destroços variados

Caminhões passam lotados de destroços variados

O guindaste ajuda a inspecionar os contêiners sendo levados

O guindaste ajuda a inspecionar os contêiners sendo levados

Qualquer porção de material pode valer algum dinheiro

Qualquer porção de material pode valer algum dinheiro

...rodas gigantes de um veículo destruído também

Rodas gigantes de veículos destruídos também aparecem em quantidade

 

Homem armazena camas dobráveis para vendê-las

Homem armazena camas dobráveis para vendê-las

28/09/2013

às 8:00 \ Tema Livre

Até o fim do ano, 200 milhões de pessoas estarão consumindo cigarros eletrônicos. É uma grave ameaça à saúde — ou uma forma de deixar de fumar? A polêmica ainda não se encerrou

Cigarro-eletrônico

O cigarro eletrônico: com formato cilíndrico, diferentes cores e estilos e tamanho bem parecido ao de um cigarro convencional, foi inventado nos anos 60 mas passou a ser fabricado em massa na China em 2003. Tem metade de seu comprimento (a parte da frente) ocupado por uma bateria de lítio, cuja carga dura entre um e três dias. O líquido que a bateria vaporiza vem em refils e em geral contém nicotina (Foto: Thinkstock)

É um fenômeno em expansão, está pegando de surpresa uma série de países que não possuem legislação a respeito e, sobretudo, paira como ameaça sobre meio século de bons resultados no combate aos males do fumo mundo afora: são os cigarros eletrônicos, ou e-cigarettes, cujo consumo cresce em espantosa progressão geométrica.

Os e-cigarretes (vejam a explicação de como funcionam na legenda da foto acima) devem atingir espantosos 2oo milhões de consumidores até o final do ano, no mundo inteiro.

Nos Estados Unidos, o banco de investimentos Goldman Sachs estima que no final deste ano a indústria dos e-cigarettes já movimente quase 2 bilhões de dólares, cifra 140% superior à gerada no ano anterior e e seis vezes maior do que a de 2011.

A coisa vai a jato. Um levantamento feito há um ano pela entidade que reúne comerciantes americanos de várias marcas, a Tobacco Vapor Electronic Cigarette Association, apontava um salto de vendas: de apenas 50 mil unidades em 2008 – que nos EUA podem ser adquiridas por a partir de 21 dólares – passaram a 3,5 milhões quatro anos depois.

No Velho Continente, onde apenas Dinamarca e Noruega estipularam medidas restritivas mais imediatas e claras, uma pesquisa do instituto Doxa mostrou que já há meio milhão de italianos consumidores habituais da novidade, total que chega a 2 milhões se forem contados os usuários ocasionais. Na França, estudos encomendados pelo governo já indicam meio milhão de usuários frequentes.

ilustra-cigarro-eletronico

Previsões da consultoria Euromonitor atribuem gastos meio bilhão de euros (1,55 bilhão de reais) dos adeptos europeus do vaping – até um novo verbo em inglês já foi cunhado para a prática, significando algo como “vaporear”.

Os números na China são espantosos – várias dezenas de milhões de consumidores fixos ou eventuais –, mas o governo comunista não divulga estatísticas.

A União Europeia se preocupa bastante com o assunto a ponto de examinar a adoção de medidas como só permitir a venda livre dos refis de e-cigarros que contenham apenas um miligrama de nicotina — superado este limite, a oferta estaria restrita a farmácias. Esta providência quanto às farmácia já foi adotada pelo Reino Unido e entra em vigor em 2016.

No Brasil, ainda que possam com facilidade ser encontrados de forma ilegal, os e-cigarettes foram vetados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já em agosto de 2009. A agência deu ouvidos à Organização Mundial da Saúde (OMS) que, no final do ano anterior, desaconselhara o produto, diante da ausência de estudos conclusivos sobre os resultados de seu consumo a longo prazo (posição que ainda mantém).

Mais do que isso, a Anvisa se alinhou à Foods & Drugs Administration americana (FDA), que alertara sobre a presença de substâncias cancerígenas e da “droga psicoativa nicotina” em muitos dos líquidos comercializados para os cigarros eletrônicos — mesmo nos supostamente desprovidos de tabaco.

O Estado brasileiro, assim, em vez de simplesmente sugerir a proibição do consumo em lugares fechados, como ocorre com cigarros, charutos e similares, resolveu tutelar os cidadãos, avançando, como de hábito, sobre as liberdades individuais.

Manifestação em Paris em favor da “liberdade de vapear”: um dos problemas dos e-cigarros é que praticamente não existem campanhas de alerta quanto a seus riscos (Foto: demotix.com)

A postura da FDA decorre do fato de que nos próprios EUA – simultaneamente notório feudo antifumo e colossal mercado tabagista – e em vários países da Europa a novidade não é proibida por lei e vem se popularizando mais a cada ano, a despeito dos constantes alertas de entidades médicas.

Estamos diante de uma economia em enorme expansão, e talvez proporcional à polêmica sobre os cigarros eletrônicos.

Os argumentos contra são inúmeros e abrangem diversos critérios. Os mais urgentes, evidentemente, se referem à saúde dos usuários.

Ainda anteontem, terça-feira, a rede de TV norte-americana ABC comentava um estudo feito por especialistas de diferentes universidades sobre a segurança de consumir e-cigarros de duas das marcas mais vendidas nos EUA concluiu que eles continham traços de substâncias altamente danosas ao organismo humano, inclusive um composto químico utilizado em anticongelantes para radiadores de automóveis.

O grosso das críticas e dos temores vem do fato de que a esmagadora maioria dos refis de e-cigarros contém, em sua mistura líquida, a velha e maléfica nicotina. Já na época da oficialização da proibição no Brasil, a então presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, a médica Jussara Fiterman, alertara: “O indivíduo acha que está parando de fumar, mas ele não está porque existem a nicotina e outras substâncias cancerígenas”.

É por isso que o dr. Esteve Fernández, chefe da unidade de tabagismo do Instituto Catalão de Oncologia, em Barcelona, lamenta que os e-cigarettes estejam “fora de quaisquer controles sanitários”, e defende a tese de que apenas após a comprovação de sua suposta eficácia na diminuição do consumo do tabaco – algo que ainda não ocorreu – seu uso e venda deveriam ser regulamentados. Caso contrário, que sejam proibidos nos mesmos locais onde não se permite fumar.

O professor de direito na Universidade George Washington e ativista antitabagista John Banzhaf, por sua vez, disse ao jornal americano USA Today que os e-cigarettes “podem atrair ao tabagismo jovens que, em principio, não fumariam”.

Banzhaf se referia a pesquisa publicada pela Universidade de Minnesota, cuja conclusão foi de que jovens adultos viam a opção do fumo eletrônico como algo positivo. Metade dos entrevistados afirmou que experimentaria a alternativa, incentivada sobretudo pelos muitos sabores disponíveis na praça.

Publicidade de uma das marcas de e-cigarro nos EUA, a South Beach: insistência de que “vapear” é bacana e sexy

Por essa razão é que a Associação Nacional dos Procuradores-Gerais dos Estados dos EUA pediu “com urgência” à FDA a normatização do consumo dos cigarros eletrônicos, por considerar que seu uso vem sendo incentivado junto a adolescentes “com personagens de desenhos animados, anúncios na televisão e sabores como o de chicletes”.

Não ajuda o fato de nos EUA e no Reino Unido não haver restrições contundentes à publicidade das marcas de cigarros eletrônicos, ao contrário do que acontece com as dos cigarros propriamente ditos. Em âmbito global, esta retomada de uma imagem “bacana” e em muitos casos sexy do ato de fumar ameaça colocar em cheque conquistas duramente obtidas com campanhas antifumo.

A questão comportamental é parte da discussão. A explosão dos cigarros eletrônicos “acontece justo quando, por fim, conseguíamos reduzir significantemente o número de fumantes e, acima de tudo, quando já se conseguira que a imagem de alguém segurando um cigarro, inalando e exalando fumaça deixasse de ser algo normal”, critica Joan Lozano, membro da comissão técnica da Rede de Atenção Primária Sem Fumo de Barcelona, em depoimento ao jornal El Periódico.

Na mesma reportagem, outra autoridade sanitária espanhola ressaltava que esta imagem menos ofensiva e glamorizada dos cigarros eletrônicos pode contribuir para atingir em cheio um público-alvo particular: ex-fumantes hesitantes, adolescentes curiosos e até mulheres grávidas tabagistas que, de contrário, se esforçariam mais para deixar o vício durante a gestação.

Especialistas lembram também que até o momento não está provado claramente que alguém possa parar totalmente de fumar com o novo hábito, embora existam indícios de que podem ajudar a diminuir o número de cigarros consumidos (leiam nesta matéria de VEJA). A prestigiosa revista médica semanal britânica The Lancet entrou na polêmica com um artigo defendendo esta tese.

katherine-heig

A atriz Katherine Heig fumou cigarro eletrônico e o defendeu em entrevista no programa de David Letterman em 2010 (Foto: reprodução)

No e-cigarro, a energia da bateria de lítio aciona o aquecedor próximo à boquilha, que transforma na fumaça a ser inalada o conteúdo líquido de um refil. Na ponta, uma luz LED serve tanto para simular o acendimento de uma brasa normal quanto avisar sobre o estado da bateria.

Justamente por conter este recipiente apto a diferentes tipos de conteúdos – cada unidade equivalente a mais ou menos a 12 cigarros -, o e-cigarette é celebrado por seus defensores, entre os quais se incluem celebridades como o Rolling Stone Ron Wood, a top model Kate Moss e a atriz Katherine Heigl, como uma alternativa para consumir menos nicotina, ou até mesmo parar de fumar.

A viciante nicotina, porém, quase invariavelmente marca presença. Junto com água e com os compostos orgânicos propilenglicol e glicerol, a droga se “disfarça” em meio a sabores que podem ir de baunilha a tutti-frutti, passando por uísque, café, framboesa, banana e até diferentes peixes. Ainda assim, entusiastas alegam que a quantidade da famosa substância ingerida em cada “trago eletrônico” é cerca de dez vezes menos do que a consumida em um trago “clássico”, que oscila entre 1 e 2 miligramas.

Pegando carona nestes números, novas empresas exploram um suculento novo nicho empresarial. É o caso da italiana News Smoke, que possui 26 filiais nacionais e seis na Espanha, e cujo slogan é “Mais saudável em qualquer lugar”.

Ou seja, a marca faz alarde sobre o fato de seus produtos serem supostamente menos nocivos à saúde e por seus usuários terem a chance de voltar a desfrutá-los em lugares onde os tabagistas não são mais aceitos – na Itália é proibido fumar em locais públicos fechados desde 2005, na França desde 2008 e na Espanha desde 2010. Os e-cigarros, por produzirem vapor sem cheiro, não constituiriam problema.

News-Smoke

Campanha publicitária da marca italiana News Smoke: todo mundo saudável, de dentes brancos, sem queimaduras, menos pobre e podendo fumar em bares (Foto: News Smoke)

Entre as outras vantagens incluídas no lobby favorável aos cigarros eletrônicos estão também algumas futilidades espantosas quando comparadas a eventuais riscos à saúde, como a manutenção da brancura dos dentes, a abolição do uso dos cinzeiros, o fim das queimaduras causadas pela queda de brasas, o fim do odor impregnado nas roupas e economia de dinheiro — um fumante médio que passe a consumir a novidade baixaria seus gastos anuais de 1.000 para 600 dólares.

A postura em favor de tais argumentos, sobretudo o de que vapear pode ajudar a largar o cigarro, porém, está longe de ser unânime, ainda mais porque está estatisticamente comprovado em vários países que muitos dos usuários dos e-cigarros continuam fumando TAMBÉM os cigarros de sempre.

Além disso, o propilenglicol, tipo de álcool presente nos líquidos utilizados nos refis, é  considerado tóxico se consumido com grande frequência. Outras pesquisas apontaram que o simples inalar da fumaça dos e-cigarettes pode não danificar o coração, mas prejudica os pulmões.

Os e-cigarros, por tudo isso, estão na berlinda. E sua sorte futura vai depender da postura que adotarem, em definitivo, a Organização Mundial da Saúde, a União Europeia e a meca dos consumidores de cigarro do planeta, os Estados Unidos. Se os três penderem para medidas restritivas como as que existem para o tabaco convencional, a moda tende a arrefecer. Caso contrário, o céu é o limite.

05/09/2013

às 14:00 \ Política & Cia

Espia que eu gosto

"Até o mundo mineral sabe que os EUA espionam mundo afora numa velocidade e quantidade jamais vistas"

"Até o mundo mineral sabe que os EUA espionam mundo afora numa velocidade e quantidade jamais vistas"

Do blog Política & Economia Na Real, do jornalista José Márcio Mendonça e do economista Francisco Petros

ESPIA QUE EU GOSTO

Usualmente quando a área de inteligência de um governo proporciona inquietações ao governo, os assessores se mexem muito antes dos atores principais para “mapear o problema”.

Em matéria tão sensível, não deve um presidente se expor primevamente antes de um tratamento inicial da questão pelas instâncias menores.

Até o mundo mineral sabe que os Estados Unidos espionam mundo afora numa velocidade e quantidade jamais vistas.

O Brasil não é exceção, muito embora esteja distante daquilo que seria o interesse central dos americanos.

Ora, a presidente Dilma tem especial predileção em fazer do tema “espionagem” matéria de ampla divulgação social. Não faltam expressões de indignação patriótica na boca dos ministros do governo.

Enquanto isso, as relações Brasil/EUA vão se deteriorando no momento em que a ocupante do Planalto prepara-se para tomar seu avião e ir tratar com o chefe do Império, Mr. Obama. [Em mais uma manifestação de desagrado pelas suspeitas de espionagem, Dilma cancelou a visita dos funcionários que iriam preparar sua visita aos EUA, em outubro próximo.]

Se a espionagem é tão certa, esta indignação pública ainda precisa ser explicada. Será que a presidente quer ganhar pontos junto à opinião pública às custas de um assunto tão obscuro?

 

Serviços

 

Assinaturas



Editora Abril Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados