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26/11/2013

às 20:20 \ Política & Cia

ELEIÇÃO 2014: Em matéria de inaugurações e reinaugurações, a ordem, no governo, é “chupar até o último bagaço da laranja”

A hidrelétrica de Jirau,

A hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, terá 46 turbinas. Cada grupo que ficar pronto, Dilma vai lá inaugurar. Tudo pela reeleição em 2014 (Foto: Agência Brasil)

TURBINANDO OBRAS

Da coluna de Ilimar Franco, no jornal O Globo

A presidente Dilma volta a bater o bumbo no dia 10 de dezembro.

Nesta data, ela e um séquito de ministros do governo, estarão nas usinas [hidrelétricas] de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. Ela vai inaugurar o início das operações das usinas e a primeira linha de transmissão que levará a energia gerada, pelo rio Madeira, ao sistema integrado nacional.

Serão inauguradas algumas turbinas e isto significa que a presidente Dilma pretende voltar ao empreendimento outras vezes durante o ano que vem.

Acontece que, quando concluídas, as usinas de Jirau terá 46 turbinas e a de Santo Antônio 50 turbinas.

A ideia no governo é, como se diz, chupar até o último bagaço da laranja.

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6 Comentários

  1. Bajulador

    -

    27/11/2013 às 13:58

    Ela não para. Inaugura até terreno sem nada.
    Só os governantes da oposição que não fazem isso.

  2. Vera Scheidemann

    -

    27/11/2013 às 13:12

    Até as eleições vamos ter que aturar !
    Vai ser um festival de inaugurações !
    Haja estômago !
    Vera

  3. NERVAL DA COSTA

    -

    27/11/2013 às 13:07

    Caro Nerval, esse espaço é reservado exclusivamente para comentários e opiniões dos leitores do blog, não publicamos aqui artigos já publicados em outras meios, como é o caso deste.
    Contamos com sua compreensão. Abraços

  4. Reynaldo-BH

    -

    27/11/2013 às 11:30

    Era uma vez…
    Não sou historiador nem jornalista, de modo que posso começar assim e emendar: “em um reino distante da civilização…”.
    Pronto: falamos do Brasil. Nessa estranha terra havia um advogado que não advogava. Que era consultor econômico sem nunca ter lido um manual de contabilidade. Que se dizia especialista em política e jamais citou um autor de sociologia política.
    Como a terra era única em suas idiossincrasias, era o consultor de maior sucesso na história desta terra.
    Também não se conheciam os clientes do consultor. Nem mesmo o que era ofertado como serviço. Mas era cara. Muito caro.
    Quis o destino que o consultor-mor fosse parar no xilindró. Não estava preso pelas consultorias, mas pelos serviços prestados (e ele mesmo e alguns amigos) antes da faze empresarial.
    Vendo o sol nascer quadrado, usou da lei para se candidatar a trabalhar fora dos muros da prisão.
    Os advogados do consultor-fantasma já estavam preparados para o pedido do benefício. O reino da mediocridade imperial se perguntava: saberemos enfim – com o pedido de trabalho – o que faz o consultor? De que vive? Que tipo de trabalho presta?
    E veio a surpresa. No reino do faz-de-conta a surpresa é diária. O fim do mundo não é fim, o limite é ilimitado e o poço nunca tem fundo, só início para outro poço.
    Deste modo ninguém ficou surpreso com a revelação.
    O consultor trabalhava em hotel! Era tão claro e nunca percebemos. Os escritórios e gabinetes quando o consultor-de-qualquer-coisa trabalhava, foram transferidos para quartos de hotel. Nada mais justo que o retorno ao habitat natural.
    Seria maitre, recepcionista, mensageiro ou camareiro? Certamente não. As profissões honestas nunca ganharam o que o consultor-fake ganhou.
    O consultor-condenado vai trabalhar NO HOTEL e não PARA o hotel. Localização privilegiada: ao lado do Congresso, da Esplanada dos Ministros e do Palácio do Planalto.
    Salário de R$ 20.000,00. Nunca se soube de qualquer experiência anterior em hotelaria ou administração. Está ao nível de um trainée. O mais bem pago como nunca antes neste país. Espera-se um aumento significativo na procura dos cursos de Turismo, visto que ninguém nunca soube que esta indústria pagava tão bem. Mais que fique claro: tal remuneração é somente para companheiros.
    O consultor-bolivariano não sente vergonha. Nunca sentiu. A seu (dele) favor é preciso que se diga: age às claras. Sem nunca se importar com conceitos como honestidade, decência e um mínimo de vergonha na cara!
    O consultor-de-era-da-mediocridade, que é um bandido condenado, capitão de um time de batedores de carteira, o chefe dos trombadinhas, o orgulhoso ladrão que se assume com tal, encontrou a saída da cadeia: um HOTEL.
    O pedido é um escárnio. A sentença transformada em hospedagem. O uso de sempre, que quartos e suítes, para a continuidade dos atos criminosos que o levaram a ser trancafiado. O salário uma afronta aos brasileiros que vivem de salário.
    No país dos escadinhas – o Brasil deles – a terra encantada transformou presídio em hotel
    E bandidos condenados em bandidos em atuação.
    Era uma vez…

  5. jose almeida

    -

    26/11/2013 às 21:41

    Quantas turbinas o Farol inaugurou mesmo?

  6. toninho Malvadeza

    -

    26/11/2013 às 20:39

    Ela pode inaugurar o que ela bem entender,mas o que não sai da cabeça do povo,é o MENSALÃO.

 

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