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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

7:37 \ Economia

Os companheiros de Agnelli

Agnelli: formando o time

Na empresa que recém-montou no Rio de Janeiro (leia mais em A volta de Agnelli), Roger Agnelli já tem ao seu lado alguns ex-companheiros de Vale. Um deles é Fábio Spina, ex-diretor Jurídico e de Relações Institucionais da mineradora.

Por Lauro Jardim

sábado, 17 de dezembro de 2011

5:33 \ Economia

A volta de Agnelli

Ex número um da Vale já articula novos negócios

Já tomou forma a empresa que Roger Agnelli, ex-Vale, está abrindo. Investirá em energia, logística e infraestrutura no Brasil e na África.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

15:31 \ Economia

Pelo mundo

Enquanto não decide seu futuro, Roger Agnelli vai fazendo palestras pelo mundo. Na quarta-feira passada, esteve na Massachusetts Institute of Technology (MIT) para falar sobre a economia mundial.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 26 de maio de 2011

8:31 \ Economia

De Lula para Agnelli

Na sexta-feira, ainda como presidente da Vale, mas poucos minutos antes de passar o cargo para Murilo Ferreira, Roger Agnelli recebeu um telefonema de Lula. Do Panamá, Lula desejou sucesso ao executivo e deu sinais de que quer trabalhar junto com ele em projetos na África. Apesar das rusgas que tiveram nos últimos anos, alguma parceria entre os dois deve sair. Isso, claro, quando Lula tiver de verdade um tempo para a África. Agora, ele parece mais animado em intervir no governo, à sua maneira.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 20 de maio de 2011

16:33 \ Economia

Agnelli na Itália

Roger Agnelli segue dentro de duas semanas para Roma. Ficará 40 dias na Itália, com o objetivo de aprender o idioma.

- Tenho passaporte italiano e não falo a língua. Não dá, não é?

Por Lauro Jardim
16:32 \ Economia

A carta

Roger Agnelli enviou na semana passada uma carta a Lula. Nela, detalhou o que fez na Vale nos últimos dez anos, oito deles sob Lula.

Por Lauro Jardim
11:36 \ Economia

A despedida de Agnelli

Roger Agnelli reuniu agora há pouco um pequeno grupo de diretores e colaboradores da Vale para um café da manhã de despedidas. Emocionado (“Não dá para relaxar”, disse no início de sua fala), Agnelli fez um balanço dos seus bem sucedidos dez anos de Vale – são números impressionantes por qualquer ângulo que se olhe. Político, disparou agradecimentos a toda sua diretoria, a ex-diretores, aos conselheiros, em especial a Mario Teixeira (do Bradesco); e a dupla Luiz Tarquínio e Sergio Rosa, ex-presidentes da Previ (não citou, porém, o atual presidente do conselho, Ricardo Flores). Não deixou de elogiar Murilo Ferreira, o novo presidente da Vale, seu ex-diretor. De fora da empresa e de governos, agradeceu a Luis Sales e Pedro Grossi, definidos por Agnelli como seus “gurus”.

Agnelli também agradeceu a Lula, a quem dedicou parte de usa fala. Disse Agnelli:

- Me afino com ele. Somos dois desenvolvimentistas, por isso nos damos bem.

Terminou sua fala com duas frases de impacto. Já com os olhos vermelhos e marejados, Agnelli disse “Agora tenho a minha vida de volta” e “Eu amo a Vale”.

O café da manhã, que começou às 9h e terminou duas horas depois na sede da Vale, foi uma ideia que surgiu ontem, às pressas. Originalmente, Agnelli queria fazer esse discurso na cerimônia de transmissão do cargo para Murilo Ferreira, que está começando neste momento na sede da Valia (o fundo de pensão da Vale). Agnelli queria também convocar a imprensa para assisti-lo. A turma que chega na Vale não topou este desenho para a cerimônia. Quis um evento mais discreto, sem imprensa e sem discursos. Apenas com a diretoria presente. E assim está sendo feito.

Por Lauro Jardim

sábado, 14 de maio de 2011

1:35 \ Economia

Quanto a Carla vale?

Stress na saída da Carla Grasso, braço direito e esquerdo de Roger Agnelli na Vale nos últimos dez anos. Pelas contas dela, a empresa lhe deve 17 milhões de reais de indenização. A calculadora da Vale, no entanto, somou, somou e parou nos 13 milhões de reais.

Por Lauro Jardim

sábado, 30 de abril de 2011

Tentativa de agradar

Batalha perdida - Agnelli: a decisão de entrar em Belo Monte foi tomada há quase dois meses

A Vale anunciou na semana passada que o seu conselho aprovou a participação da empresa no consórcio que construirá e operará a megausina de Belo Monte. Comprou por 2,3 bilhões de reais a parte da encrencada Bertin e, assim, salvou o governo Dilma de um abacaxi de tamanho considerável. Pareceu uma ação já da fase de transição pela qual passa a Vale. Não foi. A decisão foi tomada de fato pelo conselho no dia 4 de março, período em que Roger Agnelli ainda lutava com todas as forças para continuar como o número 1 da empresa.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 26 de abril de 2011

14:31 \ Economia

Transição na Vale

Mesmo com a posse marcada apenas para 22 de maio, Murilo Ferreira já está despachando diariamente na sala da presidência do Conselho de Administração da Vale. A transição anda incomodando (e muito) Roger Agnelli.

Por Lauro Jardim

sábado, 16 de abril de 2011

1:30 \ Economia

Sem luz para ele

KEINY ANDRADE/AE

Roger Agnelli - Aécio gostaria de ver o superexecutivo na Cemig, Anastasia não

A probabilidade de Roger Agnelli presidir a Cemig é zero. A saída, defendida pelo senador mineiro Aécio Neves, foi vetada por seu sucessor no governo estadual, Antonio Anastasia. Há sessenta dias, ele confirmou Djalma Morais na elétrica e não quer voltar atrás. É a primeira discordância entre o criador (Aécio) e sua criatura (Anastasia).

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 30 de março de 2011

9:31 \ Economia

Ataco ou não ataco?

Na semana passada, quando Roger Agnelli ainda lutava por sua permanência na Vale, um senador integrante da bancada da mineradora foi acionado para atacar Guido Mantega no plenário. Precavido, o tal senador ligou antes para o Bradesco para saber se era isso mesmo o que tinha que ser feito. A resposta foi “não”. E ele, evidentemente, calou-se.

Por Lauro Jardim

domingo, 27 de março de 2011

O que o governo quer da Vale

Nos últimos meses, dois pesos-pesados se movimentaram nas arenas mais poderosas do país. Se os dois pudessem ser resumidos com palavras de ordem, um levantaria a bandeira “pede para sair, Roger”; e o outro estenderia a faixa “tire as mãos da Vale”. Não é preciso entender de minério de ferro para perceber que no primeiro time joga o governo. E do outro lado estão Roger Agnelli e os que consideram a interferência do governo na sucessão da Vale um retrocesso inacreditável – o que, de fato, é.

Agnelli mobilizou aliados e trabalhou intensamente nos bastidores. Só que lutas contra governos costumam ser inglórias – sobretudo na área econômica. Por isso, nos últimos dias deu-se o desfecho previsível de uma fritura que começou há quase dois anos, mas que se tornou uma decisão de governo no final do ano passado, após Dilma Rousseff vencer a eleição.

Desde então, quem conversasse com os ministros e com os comandantes de fundos de pensão ouviria, sob a condição do anonimato, o seguinte mantra: a decisão está tomada, mas só será executada quando o contrato de Agnelli vencer, em maio.

O objetivo era disfarçar o indisfarçável. Ou seja, que o governo resolveu decidir o destino (e os investimentos) da maior empresa privada brasileira – a essa altura, aliás, o adjetivo “privada” ficaria melhor emoldurado com as devidas aspas.

O Bradesco, afinal o sócio privado mais relevante e berço de Roger Agnelli, foi avisado ainda no final do ano passado da intenção do governo. Mais de uma conversa foi realizada na sede do banco.

Ministros e presidentes de fundos de pensão lá estiveram com o trio que manda no banco, segundo reza a lenda: o “Lázaro”, o “Mello e o “Brandão”. Já há algum tempo o Bradesco concordara com o pedido do governo – afinal “pedido” de governos costuma ser ordem. Lázaro de Mello Brandão tinha e tem uma relação forte com Agnelli, que em dez anos de Vale só tem números portentosos para apresentar. Em situação normal de temperatura e pressão, preferiria que Agnelli ficasse onde está. O Agnelli que Brandão queria na Vale, porém, era o que exibisse lucros espetaculares e cultivasse boa relação com o governo. Agnelli, contudo, só conseguia encher a metade do copo.

Como o nome do sucessor não aparecia, Agnelli se movimentava como podia para ficar. Nem sempre da melhor maneira. Botou em risco até sua justa fama de bom administrador e executivo devotado ao lucro e ao mercado. Por exemplo quando topou descascar um abacaxi para o governo e dizer que participaria da bilionária construção da usina de Belo Monte, em substituição ao grupo Bertin, que morreu na praia.

Os últimos dias foram mais dramáticos. Desde segunda-feira, quando O Estado de S. Paulo estampou em sua primeira página uma reunião ocorrida três dias antes entre Guido Mantega e Lázaro de Mello Brandão, a guerra da sucessão ganhou contornos mais nervosos. Agnelli ainda trabalhou ferozmente para manter-se na cadeira.

Mobilizou todo mundo que podia. De petistas graduados a tucanos idem. Procurou Lula em busca de apoio. Foi a FHC que, por exemplo, chegou a dar um telefonema para Brandão no meio da semana. No meio da semana, esteve na sede da Previ. Relatou a Ricardo Flores, presidente do fundo, o processo de fritura. Reclamou muito. Agnelli só jogou a toalha mesmo na manhã de sexta-feira.

Nas mãos do governo, a Vale deverá ser outra Vale. Até por que só faria sentido tomar a Vale para si se for para usá-la de acordo com algumas receitas muito próprias. Para Dilma, “um empresário tem papel no desenvolvimento do país e não pode deixar de investir em algo importante só porque outro negócio é mais lucrativo para ele”.

Há alguns anos, Lula levou Agnelli a loucura ao insistir que a Vale investisse pesado na área siderúrgica. Na quinta-feira passada, no Planalto, durante uma reunião com líderes governistas no Congresso, Dilma disse textualmente, de acordo com um senador que lá estava: “Não dá mais para ficar exportando minério de ferro para a China e importar aço deles”.

Não resta dúvida, portanto, que esses investimentos siderúrgicos serão intensificados. Assim como parece claro que a Vale passará a investir em alguns megaprojetos de interesse do governo – como fazem os grandes fundos de pensão estatais e a Petrobras. Aliás, num exercício de projeção conservador pode-se olhar para a Petrobras da era petista e enxergar o que será a “nova” Vale daqui a alguns anos – uma empresa alinhada com o governo.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 25 de março de 2011

11:29 \ Economia

Fala Agnelli

Roger Agnelli, enfim, fez alguma declaração oficial depois de meses de fritura explícita a que está sendo submetido pelo governo. Diz Agnelli:

- A decisão sobre a escolha do diretor-presidente da Vale compete exclusivamente aos acionistas controladores da empresa. O que tenho feito nos últimos dias é o mesmo que fiz ao longo de toda a minha carreira: trabalhar. Não tenho envolvimento com qualquer questão política relativa a este assunto.

Acrescente-se que Agnelli tem realmente trabalhado bastante nos últimos dias. Trabalhado pela Vale (algo que sempre fez, numa carga horária que poucos acompanham e com disposição invejável) e para ficar na Vale – o que, aliás, é do jogo.

Por Lauro Jardim
7:22 \ Economia

Agnelli e Lula

A propósito, Roger Agnelli procurou Lula nos últimos dias em busca de apoio.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 24 de março de 2011

9:01 \ Economia

Agnelli e a oposição

Ao chamar a oposição para lhe dar apoio na sua luta para permanecer à frente da Vale, Roger Agnelli lançou-se num movimento sem volta. Das duas, uma: ou Agnelli já considerava a batalha perdida ou foi mal aconselhado. Irritou o governo e o Bradesco ao mesmo tempo.

Por Lauro Jardim
6:03 \ Economia

O dia 19 de abril na Vale

A reunião do conselho de administração da Vale marcada para o dia 19 de abril está sendo apontada como a possível data do anúncio da substituição de Roger Agnelli na presidência da empresa. Não é por aí.

Agnelli pode cair antes (menos provável) ou depois (mais provável). Mas a chance de ser no dia 19 é improvável. Na data, serão escolhidos os novos integrantes dos conselhos de administração e fiscal. E já está de bom tamanho.

A propósito, os que trabalham para ejetar Roger Agnelli da sua cadeira não esqueceram a possibilidade Antonio Maciel Neto, presidente da Suzano. Estuda-se também a contratação de um head hunter para dar cabo da tarefa. E não está excluída, muito pelo contrário, a chance de uma sucessão interna, com gente da própria Vale.

Por Lauro Jardim

domingo, 13 de março de 2011

Agnelli cuida de tributos e do pescoço

Roger Agnelli desembarca amanhã em Brasília para uma conversa desagradável com o governo. Vai reunir-se com o ministro Edison Lobão para tentar desenrolar uma megapendência de 4 bilhões de reais. Trata-se de uma dívida relativa aos impostos sobre mineração que o governo acha que lhe é devida e a Vale considera uma injustificável sanha governista por tributos.

Por causa da bilionária dívida, a conversa teria relevância em qualquer situação. Ganha, no entanto, um sabor especial por que acontece em plena guerra pela sucessão na Vale.

O novo confronto surge no momento em que Agnelli parecia ter saído das cordas, depois de meses tomando pancadas dadas por uma ala poderosa do governo.

Agnelli foi à luta nos últimos meses. Tratou de embalar um pacote de bondades sob medida para o governo. Prometeu entrar (e reservou alguns bilhões de reais para tanto) no consórcio que constrói Belo Monte para suprir a desistência da Bertin. Uma mãozinha de ouro que nenhum governo esquece – pelo menos é o que a Vale deve pensar. Reforçou seus investimentos no setor de fertilizantes, outra opção estratégica que o governo vê com ótimos olhos. Anunciou novas siderúrgicas, algo que desde Lula o governo cobra de Agnelli.

O atrito dos impostos surge, portanto, para lançá-lo novamente na berlinda. Nunca é demais repetir que o governo não deveria meter sua mão grande na Vale, uma empresa privada e altamente lucrativa. Mas no mundo real, a coisa não funciona assim. A Previ e o BNDES integram o grupo de controle da Vale. E ambos têm delegação do governo para procurar (fazendo o menor burburinho possível) um substituto para Agnelli.

O que o Bradesco e a japonesa Mistsui, também  grupo de controle da Vale,  pensam dessa articulação? Os japoneses preferem continuar com Agnelli, mas não se oporão a um novo nome se assim os seus sócios decidirem.

O Bradesco - origem, aliás, de Agnelli - não foi protagonista de qualquer movimento pela sua substituição. O que não significa que esteja alheio à discussão. Seu alto comando já conversou diversas vezes sobre o tema com gente do governo. Nunca se chegou a qualquer nome. Vários foram citados. Nenhum foi levado adiante como opção.

Defensores de Agnelli argumentam que o executivo dá ao Bradesco (e a todos os acionistas) lucro, muito lucro. Foram espetaculares 30 bilhões de reais em 2010.  Seria esta sua missão principal. Beleza. Não é o bastante, no entanto, nem para o governo e nem para o próprio Bradesco.

Para o Bradesco porque, no final das contas, o melhor executivo para a Vale será sempre aquele que leve a empresa a ótimos resultados (ponto para Agnelli) e não tenha problemas de qualquer espécie com o governo (ponto para os seus adversários). Não é satisfatório para nenhum grande banco qualquer atrito com governos.

Para o governo a alta lucratividade também não é o suficiente porque Dilma Rousseff trabalha com a ideia (assim como Lula trabalhava) de que a Vale é um patrimônio do país e que deve pensar antes no desenvolvimento do Brasil do que na rentabilidade. Disse, por exemplo, Dilma a um interlocutor no ano passado, durante um almoço privado: “Um empresário tem papel no desenvolvimento do país e não pode deixar de investir em algo importante só porque outro negócio é mais lucrativo para ele”.

E então, Agnelli cai ou não cai? Ninguém tem hoje essa resposta. Só o fato de não se tê-la, todavia, dá mostras do estado de tensão que vive o homem que dirige a Vale há dez anos. Amanhã, novamente ele desembarca em Brasília para escrever mais um capítulo de sua luta pela permanência no comando da maior empresa privada brasileira. Numa palavra, Agnelli vai ao Planalto Central cuidar de tributos e do próprio pescoço.

Por Lauro Jardim

sábado, 15 de janeiro de 2011

0:10 \ Economia

No páreo

No topo - Barbosa, do Santander: cotado para presidir a Vale se Agnelli sair

Neste momento do páreo, Fábio Barbosa, diretor-presidente do Santander, lidera a bolsa de apostas para a eventual substituição de Roger Agnelli no comando da Vale, a partir de maio. Barbosa conta com a simpatia de Dilma Rousseff. A ida de Flávio Decat para a presidência da Eletrobras, que será anunciada em fevereiro, é uma decisão de Dilma Rousseff.

Por Lauro Jardim

sábado, 11 de dezembro de 2010

7:31 \ Economia

Novos tempos na Vale

Até o mês passado, as reuniões do conselho de administração da Vale eram conduzidas por Roger Agnelli, embora ele seja presidente executivo da empresa. Ricardo Flores, presidente da Previ e o novo presidente do conselho, assumiu essa função. Agnelli continuará participando das reuniões, mas não mais como seu condutor. Sem dúvida, são novos tempos para Agnelli na Vale.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

9:28 \ Economia

Nos ares com Roger

Causa sensação num dos hangares do Santos Dumont o novo helicóptero da Vale, mas de uso exclusivo de Roger Agnelli. Trata-se de um Eurocopter EC 155, com capacidade para transportar treze passageiros. Custou 12 milhões de dólares.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

8:32 \ Economia

Lula e Roger

Sem alarde, Lula e Roger Agnelli se reuniram em Moçambique na terça-feira.

Por Lauro Jardim

sábado, 30 de outubro de 2010

0:53 \ Economia

O tempo de Roger

Na mira - Agnelli: conversas prévias entre os sócios

Apesar do lucro espetacular e de um plano de investimentos recorde de 24 bilhões de dólares da Vale em 2011, anunciados na semana passada, Roger Agnelli tem bons motivos para se preocupar. Independentemente de quem venha a ser eleito presidente da República, há praticamente um consenso entre os controladores da mineradora de que depois de dez anos a era Agnelli na Vale está chegando ao fim — a despeito de desmentidos oficiais. Conversas preliminares entre os sócios marcam para fevereiro o início oficial para procurar o substituto do “senhor Vale”.

Por Lauro Jardim

sábado, 4 de setembro de 2010

0:52 \ Economia

De novo no alvo

Contra o loteamento - Agnelli está fazendo articulações para barrar tentativa de interferência política na Vale

Roger Agnelli percebeu os sinais e começou a reagir desde que ficou patente que uma ala ligada a Dilma Rousseff trabalha para ejetá-lo da presidência da Vale em 2011, caso ela vença a eleição. É a turma de sempre que, agora, quer instalar um político no comando da empresa. Agnelli já procurou interlocutores no entorno de Dilma para ficar onde está. Independentemente da competência de Agnelli, a ideia é assustadora, pois não se pode tratar a Vale como se fosse um ministério. Não é aceitável permitir o loteamento político da maior exportadora brasileira, uma empresa privada.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 15 de abril de 2010

6:00 \ Economia

Vale docemente constrangida

Aliás, tudo o que a Vale desejava é que o leilão desandasse. A Vale entrou a contragosto nesta disputa. Foi docemente constrangida pelo governo a participar. Depois da confusão armada por Lula com a Vale no ano passado, Roger Agnelli quer tudo, menos nova confusão com o governo.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

14:16 \ Economia

Agnelli no Conselhão

Foto: Reuters

Roger Agnelli pouco a pouco retorna aos braços do governo. Em janeiro, Agnelli volta a partidipar do Conselho De Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

12:10 \ Governo

Será que Lula pedirá a Agnelli para pagar a conta?

Em Londres, no Hotel Marriott, é hora do almoço e a mesa principal do evento sobre investimentos no Brasil acaba de ser formada. Na mesa principal, estão Lula, Franklin Martins, Roger Agnelli, Luiz Carlos Trabuco Cappi e Luciano Coutinho. Nesta ordem.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

6:03 \ Economia

As orelhas de Agnelli

As orelhas de Roger Agnelli continuam ardendo se depender do governo. A ideia maluca de intervir na Vale e sacá-lo do cargo foi aposentada, mas Lula e Dilma Rousseff continuaram falando mal da gestão Agnelli nesta semana em conversas com vários interlocutores.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

7:11 \ Economia

No cangote da Vale

No dia 5 de novembro, em Londres, um seminário promovido pelo Financial Times e pelo Valor vai juntar Roger Agnelli, Dilma Rousseff e Luciano Coutinho. O título do painel é Investimentos em Infraestrutura.

Será que Dilma aproveitará sua fala para dizer aos ingleses como o governo brasileiro enquadrou Agnelli e a Vale?

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

11:00 \ Economia

Lula, Uribe e…Agnelli

Lula estava reunido com o presidente colombiano Álvaro Uribe agora há pouco na Fiesp quando, de repente, mandou chamar Roger Agnelli, que estava na entidade participando de outra cerimônia. Desta vez, não foi para reclamar de investimentos da Vale no exterior. Ao contrário: Agnelli foi convocado para detalhar para Uribe os investimentos da Vale na Colômbia, onde a empresa comprou em 2008 uma empresa de carvão.

Por Lauro Jardim

 

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