segunda-feira, 6 de maio de 2013
Se enrolando na Pandora
O pedido do Ministério Público enviado na semana passada ao STJ, para que a Corte aceite integralmente a denúncia da Caixa de Pandora (Leia mais em Reforço na Pandora), revela trechos da defesa dos acusados que parecem colaborar mais para condená-los que para absolvê-los.
Um exemplo é o de José Roberto Arruda. Num trecho de sua defesa, ele informa que o dinheiro usado para tentar subornar o jornalista Edson Sombra – no episódio que o levou à cadeia – havia uma cédula marcada pela PF.
Ou seja, o dinheiro desviado no esquema foi usado também para tentar calar testemunhas.
Pior ainda foi a defesa do então assessor de Arruda, Omézio Pontes.
Para tentar se livrar do crime de corrupção ativa por entregar dinheiro aos deputados distritais, a defesa de Pontes abre o jogo e carimba Arruda e seu então vice, Paulo Octávio. Diz a defesa:
- O denunciado (Omézio Pontes) desempenhava o papel de mero pagador e que as vantagens indevidas foram oferecidas por Arruda e por Paulo Octávio em momento anterior, do qual ele não teria participado.















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