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terça-feira, 19 de março de 2013

19:23 \ Congresso

Velha dupla

Juntos na comissão

Romero Jucá e Cândido Vaccarezza não têm em comum apenas o fato de terem sido guilhotinados da liderança do governo na mesma época por Dilma Rousseff. A dupla agora está capitaneando os trabalhos da comissão mista formada para elaborar alterações no Regimento Comum do Congresso.

A ideia é sugerir mudanças na bíblia do Legislativo e evitar o mico recorrente de o STF ter que entrar no circuito para bater o martelo a respeito de temas do Parlamento, como ocorreu com os vetos presidenciais e o Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Vaccarezza preside o colegiado, e Jucá é o relator. A expectativa é que o texto final, com as propostas, deverá ser votado na comissão e chegar ao plenário no final da maio.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 15 de junho de 2012

7:29 \ Congresso

Tropa do cheque

"Será que o Vaccarezza já mandou uma mensagem?"

Jilmar Tatto e Cândido Vaccarezza manifestaram ontem incrível indignação com as declarações de Miro Teixeira sobre a existência de uma certa “tropa do cheque” na CPI mista do Cachoeira. Depois do bate-boca entre Miro e a dupla petista, um deputado governista saiu da CPI fazendo piada:

– Será que o Vaccarezza já mandou uma mensagem de celular dizendo: Canvendish, nós somos teu?

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 23 de maio de 2012

17:22 \ Congresso

Colegas debocham

"É melhor deixar o Vaccarezza"

Autor da pérola “você é nosso e nós somos teu”, Cândido Vaccarezza escapou da degola na CPI mista do Cachoeira, mas virou motivo de chacota entre os colegas da comissão. Veja o que diz Cássio Cunha Lima:

– É melhor deixar o Vaccarezza na CPI. Vai que eles tiram o Vaccarezza e colocam alguém melhor que ele? Estou com o Miro Teixeira: prefiro ter um inimigo mais fraco do meu lado.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 22 de maio de 2012

12:21 \ Congresso

“Nós somos teu”

40 000 reais em publicidade

De janeiro a abril, Cândido Vaccarezza gastou 40 000 reais do dinheiro da Câmara com despesas de “divulgação da atividade parlamentar”. Depois da mensagem de celular para Sérgio Cabral — “você é nosso e nós somos teu (sic)” –, Vaccarezza bem que poderia poupar o dinheiro da Câmara.

Pois uma coisa é unanimidade entre os colegas de CPI: Vaccarezza conseguiu em um fim de semana mais publicidade na imprensa do que conseguirá ter durante todo o ano.

Por Lauro Jardim
8:28 \ Congresso

Mais documentos

De olho na venda da Delta

Para mostrar que o desejo de blindar a turma é apenas de Cândido Vaccarezza, o peemedebista Luiz Pitiman apresentou dois requerimentos à CPI mista do Cachoeira para colocar no centro das investigações a operação de venda da empreiteira para o grupo JBS.

No primeiro requerimento, Pitiman solicita que seja convidado a falar na CPI o procurador da área de Patrimônio Público do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro Edson Abdon Peixoto Filho, que investiga a transação. Já no segundo, Pitiman solicita que o MPF do Rio de Janeiro compartilhe com a comissão todas as informações (Dados do TCU, CGU e do BNDES solicitados pelo procurador) sobre a venda.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 18 de maio de 2012

16:05 \ Congresso

“Perdeu a credibilidade”

"Ele vai ter que dar explicações"

Fechou o tempo para o lado de Cândido Vaccarezza na CPI mista do Cachoeira. Senadores que integram o bloco de apoio ao governo no Senado (composto por PT, PDT, PSB, PCdoB e PRB) estão falando cobras e lagartos do petista depois do flagrante da mensagem de celular enviada a Sérgio Cabral.

Vanessa Grazziotin diz que Vaccarezza “perdeu a credibilidade” e constrangeu os colegas governistas que não compactuam com o esquema de blindagem vendido pelo petista a Cabral. Para a senadora, Vaccarezza tentou se cacifar, ficar bem na foto com Cabral, ao “vender um serviço que não tinha”.

– O que o Vaccarezza fez foi de uma insensibilidade, criou uma confusão sem precedentes. Um membro da CPI não deve discutir essas coisas, porque vai perdendo a credibilidade. Ele tentou vender um serviço que ele não tinha e agora ele vai ter que dar explicações.

Os senadores se reúnem na noite de segunda-feira para discutir o que fazer com Vaccarezza. Walter Pinheiro já disse aos colegas do bloco que a atitude mais digna ao deputado petista, para não expor os colegas, seria pedir para deixar a CPI. Resta saber como está o humor dos outros sete integrantes do bloco.

O bloco até tinha a intenção de livrar Cabral (leia mais em Cabral blindado), mas isso teria de ser feito em silêncio, não com SMS de celular.

Por Lauro Jardim
15:03 \ Congresso

Celulares protegidos

"Todos sabem que não houve nenhum acordo"

Depois do flagrante do Jornal do SBT em Cândido Vaccarezza (leia mais em SMS do Vaccarezza) , alguns integrantes da CPI do Cachoeira que usam iPhone, adotaram hoje uma película protetora que imita a tela dos caixas eletrônicos e impede a visualização da tela à distância.

A propósito, ontem à tarde,sem saber que sua mensagem de celular havia sido registrada, Vaccarezza sorria constantemente diante dos protestos dos integrantes da CPI contra a decisão do relator Odair Cunha de adiar a convocação dos governadores. Foi uma espécie de penúltimo sorriso. A verdade sorriu por último.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 29 de março de 2012

6:04 \ Congresso

Chinaglia na mira

Falta gastar sola de sapato

Aliados do ex-líder Cândido Vaccarezza estão jogando a culpa pela convocação de ministros e aprovação de projetos contrários aos interesses do governo nas comissões da Câmara em Arlindo Chinaglia. Argumentam que Chinaglia não tem a mesma humildade de Vaccarezza, que gastava sola de sapato percorrendo as comissões nos dias de votação para evitar derrotas do Planalto.

Um graúdo líder governista diz que Chinaglia “está bem mais fácil de lidar”, mas ainda não conseguiu adotar a mesma dinâmica de trabalho de Vaccarezza, que todo começo de semana realizava reuniões com os líderes para acertar a pauta e a orientação da base nas votações.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 14 de março de 2012

10:35 \ Congresso

“Algodão no meio dos cristais”

Algodão do Maluf

Quando Cândido Vaccarezza entrou no plenário da Câmara ontem para fazer seu discurso de despedida da liderança do governo, Paulo Maluf abriu os braços e deu o primeiro abraço em Vaccarezza. Entre elogios e juras de amizade eterna, Maluf derreteu-se:

- Você foi um grande líder. Um algodão no meio dos cristais.

Por Lauro Jardim
9:02 \ Congresso

A Família Prestes

Sem afagos à base aliada

Dilma Rousseff iria aproveitar o discurso no Senado ontem para distribuir afagos à base aliada no Congresso. Com o climão criado em torno da saída de Romero Jucá e Cândido Vaccarezza, o movimento foi abortado. Na hora do discurso, Dilma só falou sobre as mulheres.

Exibindo o famoso semblante fechado, Dilma só relaxou quando encontrou as outras quatro mulheres homenageadas com a medalha Bertha Lutz, no gabinete de José Sarney. Ela fez questão de tirar fotos com todos, principalmente com os familiares de Maria do Carmo Ribeiro, viúva do dirigente comunista Luiz Carlos Prestes.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 13 de março de 2012

21:22 \ Congresso

Baixo clero faz a festa

Só discursos

A troca de líderes no Congresso fez a alegria do baixo clero da Câmara hoje, dia em que todas as votações foram adiadas nas duas Casas.

Por volta de 17h, já era difícil encontrar deputado dando sopa pelos corredores da Câmara. Só permaneceram os líderes, que fizeram fila para elogiar a atuação de Cândido Vaccarezza e desejar boa sorte a Arlindo Chinaglia. Um colega petista de Chinaglia não resistiu diante de tantas mensagens positivas:

- Se fosse comigo, dormiria numa banheira de sal grosso só para garantir.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 12 de março de 2012

20:51 \ Governo

Vaccarezza balança

"Rodízio de líderes"

Líderes da base governista na Câmara foram informados agora à noite que Cândido Vaccarezza também será tragado pela onda que levou Romero Jucá Leia mais em Crônica da queda). Segundo os líderes, a saída de Vaccarezza deve ser anunciada amanhã, mas ainda não há um nome para substituí-lo. Diz um governista graúdo:

– Virou rodízio de líderes!

Vaccarezza, aliás, está neste momento no Planalto.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

9:24 \ Congresso

“O PT pagou com traição…”

Vaias no plenário

A bancada do PT foi especialmente hostilizada por um grupo de servidores que estava nas galerias do plenário da Câmara ontem acompanhando a votação do Funpresp. Quando Marco Maia anunciou o placar elástico a favor da criação do fundo de previdência complementar, um coro espocou das galerias:

– O PT pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão…

Nesse momento, Cândido Vaccarezza já deixava o plenário quando foi confortado por um colega peemedebista que disse:

– Pior que votar contra servidor, só votar a criação de imposto.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

19:17 \ Congresso

Crise aberta

No final, deu tudo certo.

Entrou água no barco da votação do Funpresp. Depois de se comprometer, na reunião de líderes da base, a votar a favor da criação do fundo de previdência complementar dos servidores, Sandra Rosado pegou os líderes de surpresa ao anunciar voto contrário da bancada do PSB ao projeto.

Neste momento, Cândido Vaccarezza, Henrique Eduardo Alves, Jilmar Tatto e André Figueiredo estão trancafiados na sala da liderança do governo tentando demover o PDT de também votar contra o projeto. PSB, PDT e DEM somam 82 votos para lá de ameaçadores à maioria do governo presente hoje no plenário. O que parecia tranquilo… Complicado ficou.

(Atualização, às 21h20: foi preciso apelar até para que Eduardo Campos enquadrasse o PSB, mas, no final, depois de muita conversa, o texto base do Funpresp foi aprovado com folga: 318 votos a favor e 134 contra. Os líderes da base vão se reunir amanhã por volta de 11h para negociar a votação das modificações – destaques – pontuais no texto.)

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

17:53 \ Congresso

Entrou água

Funpresp só depois do carnaval

Depois de consultar a base governista nesta segunda-feira, Cândido Vaccarezza já não tem esperanças de conseguir votar o Funpresp nesta semana. Segundo Vaccarezza, o carnaval derrubou qualquer chance de estabelecer um quórum seguro para a votação da matéria:

– Não vai dar para votar amanhã por uma questão simples: não tem deputado em Brasília.

A nova data do governo para a votação da matéria é 28 de fevereiro. Embora Vaccarezza considere inviável a votação, Ideli Salvatti planeja fazer ainda hoje uma reunião com os líderes da base governista que estiverem em Brasília. Ideli está no Rio, junto com Dilma Rousseff, mas já mandou convocar a base para o encontro às 19h.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

10:32 \ Congresso

Crise é passageira

Um papo com Alves

Cândido Vaccarezza vai procurar Henrique Eduardo Alves, na próxima semana, para conversar sobre o litígio com o Planalto. Ainda de férias nos EUA, Vaccarezza aposta na boa relação que tem com Alves, “nós somos amigos”, para fazer com que o PMDB continue adestrado nas votações de interesse do governo. Diz Vaccarezza:

– Não conversei com o PMDB ainda, mas acho que isso é passageiro.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

17:28 \ Congresso

O vaccarezzinha

Vaccarezzinha e Vaccarezza

Enquanto Cândido Vaccarezza desfruta as férias longe do Congresso, quem aproveita para viver dias de comandante da base governista na Câmara é Luciano Castro. Feliz da vida em ter mobilizado os colegas para defender Fernando Bezerra no Senado, Castro se diverte:

– Sou o Vaccarezzinha. Só que mais magro e mais arrumado.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

19:17 \ Congresso

Não saio

De férias, mas de olho

Embora esteja de férias em Miami, Cândido Vaccarezza ainda não conseguiu desgrudar dos acontecimentos da cozinha do governo.

Ligado no noticiário, Vaccarezza minimiza os rumores de que estaria contrariado com movimentos de petistas para fragilizá-lo na liderança do governo e avisa:

– Sou um soldado do governo. Não pretendo sair da liderança, não.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

10:21 \ Congresso

No escuro

"Ninguém sabe nada"

Enquanto Cândido Vaccarezza tira o estresse nos EUA, Luciano Castro curte seus dias de líder do governo na Câmara, ainda que o Congresso esteja em recesso até fevereiro. Sobre possíveis mudanças nos ministérios em janeiro, Castro admite:

– Ninguém sabe nada. Está todo mundo no escuro aguardando.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

14:20 \ Congresso

Vaccarezza de olho

Quem acompanha as crises entre a SRI e o Congresso, aliás, garante que Cândido Vaccarezza tem se empenhado para tentar derrubar do cargo o subchefe de Assuntos Parlamentares, Paulo Argenta. A relação de Vaccarezza com Argenta, o responsável por negociar a redação de projetos com a Câmara, nunca foi das melhores. E só piora.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

7:22 \ Congresso

Previsões de Vaccarezza

A mesma previsão em todas as quedas

Veja como a situação de Carlos Lupi está mesmo feia. Ontem, no Salão Verde da Câmara, Cândido Vaccarezza garantia que Lupi estava forte no cargo:

– O Lupi é ministro e tenho na minha conta que é um homem honesto.

A previsão de Vaccarezza segue o roteiro que marcou a queda de todos os ministros degolados.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 25 de outubro de 2011

16:02 \ Congresso

O fardo de Ideli

Trabalho dobrado para ficar bem com Dilma

O sufoco de Orlando Silva está longe de ser o único drama na Esplanada. Veja a lista de tarefas de Ideli Salvatti nesta semana: ela terá de driblar a insatisfação reinante no Congresso — o de sempre: emendas, cargos — para fazer com que o Senado aprove a Comissão da Verdade e o fim do sigilo eterno de documentos oficiais.

Na Câmara, Ideli ainda terá de mobilizar os deputados para aprovar a prorrogação da DRU. Para completar, além de pastorear Marco Maia e Cândido Vaccarezza na questão dos royalties, Ideli terá de administrar as cotoveladas de ambientalistas e ruralistas no Código Florestal.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

6:04 \ Congresso

Na conta do Vaccarezza

No lugar errado, na hora errada.

Cândido Vaccarezza vai acabar pagando a conta pelo cochilo governista que resultou na aprovação dos depoimentos de João Dias e Célio Soares Pereira na Câmara: Ideli Salvatti certamente dirá à Dilma Rousseff que estava até o pescoço com a polêmica dos royalties no Senado.

Um petista que não é lá um dos melhores amigos de Vaccarezza dá o tom da crítica:

– O governo tem aqui na Câmara alguém que deveria ter cuidado disso.

Vaccarezza, no entanto, argumenta que o governo não cochilou, apenas não deu importância para João Dias:

– Você acha que o governo cochila? Se fosse importante, o próprio PCdoB estaria na comissão.

Vaccarezza diz que o governo ignorou o algoz de Orlando Silva porque ele não terá o que dizer na Câmara:

– O que ele tiver para falar ele vai dizer na PF e na VEJA. Acho que ele nem vai à comissão.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

16:21 \ Congresso

Inferno astral

Apesar do clima pesado no gabinete da liderança do governo na Câmara (leia mais em Um líder desanimado), um aliado petista avalia que Cândido Vaccarezza não perdeu a vontade de lutar pelos interesses de Dilma Rousseff no Congresso. 

Vaccarezza, segundo o petista, vive apenas um período de “inferno astral”, que teria começado com a divulgação da foto em que aparece sorridente, abraçando Jaqueline Roriz no plenário da Câmara, na noite de sua absolvição. 

Outro líder da base aliada jura ter escutado da boca do próprio Vaccarezza que sua passagem pela liderança do governo terminaria em dezembro próximo. Para esse líder, se Vaccarezza deixar a liderança, sairá com um bom retrospecto, acumulando apenas a derrota no episódio da emenda do PMDB ao texto do Código Florestal.

Por Lauro Jardim
16:20 \ Congresso

Quer ficar

Mas o que diz o próprio Cândido Vaccarezza sobre o momento delicado na liderança do governo?  

– A presidenta sempre me tratou com carinho e nunca levantou a voz. E olha que às vezes levo coisas indigestas para a reunião de coordenação.

Sobre a possibilidade de deixar a liderança em dezembro:

– Se Dilma não me tirar, vou ficar mais tempo.

Por Lauro Jardim
16:19 \ Congresso

Muy amigos

Cândido Vaccarezza, aliás, completa hoje 56 anos. Comemora o aniversário em Nova York, com a mulher. Depois de atender telefonemas das filhas, adivinha quem foi a primeira a ligar do Brasil para desejar-lhe parabéns nesta manhã? Acertou quem disse Ideli Salvatti. Manter as aparências é preciso.

Por Lauro Jardim

sábado, 24 de setembro de 2011

0:30 \ Congresso

Um líder desanimado

Pouco empenho - Vaccarezza: Dilma já explodiu duas vezes por  sua causa

Pouco empenho - Vaccarezza: Dilma já explodiu duas vezes por sua causa

Deputados governistas detectaram nas últimas semanas uma mudança significativa de comportamento de Cândido Vaccarezza. Responsável pelas articulações de Dilma Rousseff na Câmara, ele estaria pouco atento aos assuntos do Planalto. A condição tem relação com as suas sucessivas frustrações ao tentar galgar postos de destaque — perdeu a presidência da Câmara e o posto de ministro de Relações Institucionais.

A displicência de Vaccarezza já levou Dilma a ter pelo menos duas crises de nervos quando viu seu líder defender a legalização dos bingos e assumir prematuramente o apoio a Aldo Rebelo para o TCU.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

13:26 \ Congresso

Gaúcho escaldado

Marco Maia nesta manhã comentou a reunião no banheiro de seu gabinete (leia mais em Acordo no Banheiro e em Descarga do consenso) e veja como gaúcho é mesmo um povo escaldado:

– Ainda bem que tinha a Maria do Rosário dentro daquele banheiro, senão ia ficar estranho.

Para a perplexidade dos líderes que estavam no gabinete da presidência da Câmara – com Dilma Rousseff ao telefone –, já no final da noite de ontem, Maia, José Eduardo Cardozo, Maria do Rosário, Cândido Vaccarezza e José Genoino trancaram-se no banheiro de três metros quadrados de Maia em busca de privacidade para negociar a votação do projeto da Comissão da Verdade.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 13 de setembro de 2011

18:54 \ Congresso

Bolsonaro provoca confusão na Câmara

Há pouco, Jair Bolsonaro provocou confusão no Salão Verde da Câmara. Aos berros, ele inviabilizou uma entrevista de Cândido Vaccarezza para protestar contra o projeto que cria a Comissão da Verdade. Assessores precisaram socorrer Vaccarezza dos gritos de Bolsonaro.

– Isso é uma comissão da mentira. Vaccarezza, você está fugindo do debate!

Vaccarezza respondeu:

– Vou lhe interpelar no plenário.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

8:32 \ Congresso

PR “independente”

O presidente do PR, Alfredo Nascimento, disse ontem de manhã a Luciano Castro que fará na próxima semana um discurso para anunciar a independência do partido em relação ao governo Dilma. Castro, que, além de ex-líder do PR é vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, avisou Cândido Vaccarezza., o líder do governo. Não se sabe se o governo vai agir a tempo para debelar a ameaça de defecção na base aliada. Até por que independência de fato só se entregar os cargos que têm no governo…

Por Lauro Jardim
 

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