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sábado, 13 de dezembro de 2014

6:29 \ Brasil

E tem mais

dirceu

Dirceu: em breve, outras consultorias

O contrato de consultoria de quase 900 000 reais de José Dirceu com a Camargo Corrêa, descoberto agora no bojo da Lava-Jato, não era o único que o ex-ministro tinha com empreiteiras. Pelo menos outros dois vão aparecer.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

18:26 \ Brasil

Relações familiares

eduardo leite

Leite: escritório do irmão defendeu a Camargo

O escritório Edgard Leite Advogados, do irmão do vice-presidente comercial da Camargo Corrêa Eduardo Leite, hoje preso na carceragem da PF no Paraná por causa da Lava-Jato, faturou 27,4 milhões de reais da construtora entre 2009 e 2013. Foi a banca que mais ganhou dinheiro da empreiteira no período.

Por Lauro Jardim

domingo, 7 de dezembro de 2014

8:02 \ Brasil

Cofres abertos

mariz

Mariz ganhou 2,9 milhões de reais para defender Eduardo Leite

De acordo com dados coletados pela PF sobre a Camargo Corrêa, na Lava-Jato, a empreiteira pagou 16,1 milhões de reais em honorários ao escritório de Márcio Thomaz Bastos entre 2010 e 2013.

Já o também criminalista Antonio Mariz de Oliveira, que hoje defende o diretor da Camargo Eduardo Leite, o Leitoso, embolsou 2,9 milhões de reais entre 2009 e 2011 da empreiteira.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

6:01 \ Brasil

Sem acordo

janot

Janot recebeu arquivo falso

Rodrigo Janot foi procurado ontem  na Procuradoria-Geral da República por uma pessoa que está tratando da Operação Lava-Jato com a informação de que a Camargo Corrêa havia feito um acordo de delação premiada. Mais: mostrou até um arquivo em que continha os termos do tal acordo. Janot rasgou o tal arquivo. Não era verdadeiro.

Por Lauro Jardim

sábado, 11 de outubro de 2014

6:22 \ Brasil

Tempo de delação

Trabalhando dobrado em defesa das grandes empreiteiras

Trabalhando dobrado em defesa das grandes empreiteiras

Pelo menos um dos executivos da Camargo Corrêa, implicado na Lava Jato, já está negociando uma delação premiada.

A propósito, neste imbróglio da Petrobras, Márcio Thomaz Bastos é advogado de duas empreiteiras – a Camargo Corrêa e a Odebrecht. Mas não há conflito de interesses. Thomaz Bastos defende as questões da Odebrecht na área internacional e da Camargo aqui.

Por Lauro Jardim

sábado, 20 de setembro de 2014

7:37 \ Brasil

Em pânico

Youssef: em desgraça, perde caego no governo

Youssef: pedido de busca na Camargo Corrêa

Policiais foram à sede da Camargo Corrêa, na terça-feira, dia 16, em busca de documentos relativos à refinaria Abreu e Lima., numa perícia previamente agendada. Cumpriam uma ordem judicial feita a partir de um pedido da defesa do doleiro Alberto Youssef.

A propósito, os fornecedores da Petrobras estão em polvorosa. Na semana passada, correram rumores de que uma grande empreiteira topara a delação premiada.

Não é fato. Mas a turma entrou em pânico.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 10 de julho de 2014

20:03 \ Economia

Operação cimentada

intercement

Captação de recursos

A InterCement, holding do segmento de cimento da Camargo Corrêa, fechou hoje na bolsa de Cingapura uma operação de captação de recursos com venda de 750 milhões de dólares em bonds com prazo de dez anos.

A taxa de remuneração da operação foi de  5,75% ao ano, abaixo das médias ofertadas para o setor no mundo.

Por Lauro Jardim

domingo, 11 de maio de 2014

10:07 \ Economia

Ajuda externa

atlantico sul

No vermelho há nove anos

O Fundo de Investimento (FI) do FGTS é agora dono de 30% do Estaleiro Atlântico Sul, negócio controlado pela Camargo Corrêa e a Queiroz Galvão que nunca saiu do vermelho desde que foi criado há quase nove anos. O comitê do FI aprovou o aporte de 400 milhões de reais ao estaleiro encalhado.

Vale lembrar que os conselheiros do fundo estão fazendo essa — e muitas outras — apostas de alto risco com dinheiro dos trabalhadores. Aliás, no Congresso, dá-se como certo que o FI do FGTS é um escândalo pronto para eclodir.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

6:03 \ Judiciário

Operação ressuscitada

Nas mãos do elator

O Ministério Público de São Paulo recorreu ao STF, pedindo que a Operação Castelo de Areia seja reaberta. O relator da apelação é o mais novo ministro da Corte, Luís Roberto Barroso.

A Castelo de Areia é a investigação que apurava superfaturamento de contratos, fraudes em concorrências, pagamento de propinas. Uma montanha de 200 políticos de todos os partidos pode ter recebido o dinheiro proveniente da bandalheira.

Em 2010, o então presidente do STJ, Cesar Asfor Rocha, suspendeu a Castelo de Areia sob a justificativa de que o Ministério Público partiu de uma denúncia anônima para instalar os grampos para as escutas telefônicas – uma decisão inédita na história do STJ, aliás.

Quem conseguiu o travamento do inquérito foi Marcio Thomaz Bastos, advogado da Camargo Corrêa, uma das empreiteiras que aparecem nas escutas.

A Castelo de Areia, que tanto pânico causa em governantes de várias latitudes e empreiteiras, pode, portanto, voltar a assombrá-los.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 13 de abril de 2012

14:36 \ Brasil

Acidente aéreo

O empresário Fernando de Arruda Botelho, acionista do Grupo Camargo Corrêa, morreu hoje em um acidente aéreo na cidade de Itirapina. Botelho estava em um voo particular e se dirigia para outra cidade do interior de São Paulo.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 30 de março de 2012

7:04 \ Economia

Fora de BH

A Camargo Corrêa fechou o escritório de Belo Horizonte.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 19 de março de 2012

17:29 \ Brasil

Sem se meter

Governo não vai se meter no impasse

Com a greve geral no canteiro de obras da usina de Jirau chegando ao terceiro dia (leia mais em 100% em greve), o Planalto decidiu seguir apenas monitorando os desdobramentos da negociação entre a Camargo Corrêa e os sindicalistas que lideram o movimento. O governo só entrará no circuito se a situação sair do controle das partes.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 15 de março de 2012

17:04 \ Governo

Para evitar o pior

Com a ajuda da CUT

O Planalto acompanha com preocupação o movimento grevista instalado há uma semana no canteiro de obras da usina de Jirau (leia mais em A greve de Jirau). Gilberto Carvalho pediu a Artur Henrique, da CUT, que envie ainda hoje representantes da central para tentar auxiliar nas negociações. O palácio também pressiona a Camargo Corrêa a agilizar as negociações com a Enesa, prestadora de serviços do consórcio onde a greve começou.

A leitura é que a situação no canteiro de obras ficou ainda mais tensa depois que o TRT da 14ª Região decretou nesta manhã a ilegalidade da greve, em caráter liminar. A Justiça determinou o retorno imediato dos operários ao trabalho e estabeleceu multa diária de 200 000 reais pelo descumprimento da determinação.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

18:33 \ Economia

Na briga por Angra 3

Dois consórcios na disputa pela obra

Dois consórcios foram habilitados tecnicamente pela Eletronuclear para a montagem eletromecânica da Usina Nuclear Angra 3.

O primeiro consórcio é formado pela EBE, a Queiroz Galvão e a Techint. A concorrência é formada pelas empresas Andrade Gutierrez, Odebrecht, UTC e Camargo Corrêa. A obra está orçada em 10 bilhões de reais, com previsão de entrar em operação em dezembro de 2015.

Por Lauro Jardim

domingo, 27 de novembro de 2011

20:02 \ Economia

Um negócio de 5,2 bilhões de reais

Mudanças na composição societária da Usiminas

A siderúrgica argentina Ternium acaba de concluir a compra das fatias da Votorantim, da Camargo Corrêa e da Caixa dos Empregados na Usiminas. Um total de 5,2 bilhões de reais (2,4 bilhões de reais para a Votorantim, 2,4 bilhões para a Camargo e o restante para a Caixa dos Empregados.

O negócio dá direito a participação de 26% na companhia brasileira. A partir de agora, a Ternium passa a fazer parte do grupo de controle da Usiminas, junto com a Nippon Steel.

A aquisição é um revés na tentativa da CSN de aumentar a seu quinhão na Usiminas. Desde janeiro, a siderúrgica de Benjamin Steinbruch elevou sua fatia de ações na rival mineira, de olho no controle da empresa.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

6:09 \ Brasil

“Movimento criminoso, travestido de greve”

A Polícia Civil de Rondônia acaba de concluir o inquérito sobre a revolta dos operários da Usina Hidrelétrica de Jirau em março. Na ocasião, um incêndio provocado pelos trabalhadores atingiu os alojamentos e o canteiro de obras. O relatório é amplamente favoravel à versão apresentada pela Camargo Correa, responsável pela obra, durante a crise. Os operários chegam a ser chamados de “milicianos” em alguns trechos da investigação encaminhada para o Ministério Público.

Segundo a polícia, entre os dias 15 e 17 de março, um grupo de trabalhadores “iniciou um movimento criminoso, travestido de paralisação e/ou greve, resultando na prática de furtos, incêndios, dano e dentre outros”. A agressão a um trabalhador por motoristas que transportam operários pela obra e a prisão de um operário próximo ao refeitório foram os responsáveis pela revolta.

A polícia afirma que o bando tinha a ‘falsa bandeira de um movimento grevista’ e que queria, na verdade, ‘depredar, danificar, incendiar e furtar as instalações de Jirau”. Os líderes do grupo vão responder pelos crimes de incêndio, dano qualificado, furto e formação de quadrilha.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

6:04 \ Judiciário

Castelo do Joaquim

Foi distribuído para Joaquim Barbosa relatar o recurso do Ministério Público Federal que visa revalidar as provas obtidas durante a Operação Castelo de Areia. Em abril, o STJ considerou ilegal todas as provas produzidas nas investigações a partir de escutas telefônicas. O tribunal entendeu que os grampos foram baseados em denúncia anônima, conduta proibida pela Corte. Tal decisão anulou, na prática, quase toda a investigação por lavagem de dinheiro e evasão de divisas com recursos públicos envolvendo a construtora Camargo Corrêa e que respingou em políticos de vários partidos.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 17 de junho de 2011

7:23 \ Economia

Um conselho para Gabrielli

Como resultado da polêmica compra pela Petros da parte que a Camargo Corrêa tinha na Itaúsa, José Sergio Gabrielli ganhou uma cadeira no conselho de administração da holding do Itaú.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 26 de abril de 2011

17:32 \ Economia

Fora do México

O Grupo CCR, responsável por milhares de quilômetros de rodovias pelo país, cogita fechar o seu escritório no México, o único no exterior. A concessionária, controlada por Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Soares Penido, quer focar os seus negócios no Brasil.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 24 de março de 2011

19:29 \ Congresso

Câmara debate Jirau

Paulo Pereira da Silva conseguiu aprovar na Comissão de Trabalho da Câmara requerimento para realizar uma audiência pública sobre as confusões ocorridas no canteiro de obras da usina hidrelétrica de Jirau. Serão chamados para debater o assunto sindicalistas, o prefeito de Porto Velho e, claro, um representante da Camargo Corrêa.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 18 de março de 2011

12:02 \ Judiciário

Justiça intervém na disputa de Jirau

O presidente do TST, João Oreste Dalazen, telefonou há pouco para a presidente do TRT da 14ª Região (sediado em Rondônia), Vania Maria Abensur, para sugerir-lhe que enviasse imediatamente para as obras da megausina de Jirau, no Rio Madeira, uma Vara de Trabalho itinerante do estado.

Vânia aceitou a sugestão e disse-lhe que vai encaminhar imediatamente um ônibus a fim de tentar resolver o impasse entre os trabalhadores e a empreiteira Camargo Corrêa, na maior obra em curso no país.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 17 de março de 2011

11:12 \ Brasil

Caos em Jirau

Está em pé de guerra o canteiro de obras da megausina de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia – a maior obra em curso no Brasil.

Neste momento, a Camargo Corrêa, responsável pelas obras de 11 bilhões de reais, está empreendendo uma operação de retirada de 10 000 trabalhadores do local. Ontem, conseguiu que outras 12 000 deixassem o local.

A origem da confusão foi uma briga entre um funcionário da obra e um motorista de ônibus, que trabalha transportando os trabalhadores dentro da obra.

A situação, que já era tensa desde ontem, piorou hoje de manhã. Cerca de 300 manifestantes estão no local e já queimaram um refeitório e destruíram dezenas de alojamentos.

A polícia estadual tem se mostrado impotente para resolver o conflito. O governo federal já foi informado do caos em Jirau – uma obra que integra, aliás, o PAC.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 3 de março de 2011

8:57 \ Futebol

Fora da Copa

Com a definição de quem fará as obras na Arena das Dunas e no Beira Rio, a Camargo Corrêa está confirmada como a única grande empreiteira brasileira que se recusou a participar da Copa 2014.  A empresa não participou de nenhuma concorrência para reformar ou construir estádios.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

20:36 \ Brasil

2 milhões de reais

A Camargo Corrêa decidiu doar 2 milhões de reais para o trabalho de reconstrução das cidades da Região Serrana fluminense atingidas pelas enchentes.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

10:28 \ Governo

Sem tempo

Vinícius Marques de Carvalho, que deixará o Cade no final de fevereiro para assumir a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE), avisou aos colegas que não terá tempo hábil para apresentar seu voto sobre as operações envolvendo o Pão de Açúcar, Cimpor, Votorantim e Camargo Corrêa.

Ainda sob a análise da Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae), esses casos serão redistribuídos aos demais conselheiros do Cade por meio de sorteio.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

7:28 \ Economia

Mais oito meses

As grandes empreiteiras – Odebrecht e Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez à frente – vão pedir um adiamento do prazo para a entrega das propostas para a concorrência do trem-bala, marcado para segunda-feira. Elas querem oito meses para apresentar uma proposta.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

17:14 \ Economia

Bye bye Itaúsa

Está sendo fechada hoje uma dos maiores transações do ano: a venda da participação da Camargo Corrêa na Itaúsa, a holding que é dona, entre outros ativos, do Itau-Unibanco, Duratex e Elekeiroz. A Camargo está se desfazendo de 10,3% do capital votante da Itaúsa (ou 4% do capital total). É um negócio avaliado em torno de 1,5 bilhão de dólares. Quem está na ponta compadora é a Petros.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

237 milhões de reais

Oficialmente, OAS, Camargo Corrêa, Odebrecht, Votorantim, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Delta e Serveng-Civilsan doaram 237 milhões de reais para campanhas nestas eleições.

Segundo informações registradas até agora pela Justiça Eleitoral, as empreiteiras e suas subsidiárias despejaram recursos a praticamente todos os partidos políticos (menos os de extrema esquerda) e para todos os cargos em disputa.

Do total de todas as doações de empreiteiras somadas até o final da manhã, 155 milhões de reais foram repassados por meio dos comitês financeiros ou das direções partidárias. Esse valor representa 65% das doações feitas pelas sete construtoras na campanha.

A Queiroz Galvão, com 46,9 milhões de reais, é a primeira colocada em doações por esse formato. Logo em seguida vem a Camargo Correa, com 44 milhões, e Andrade Gutierrez, com 41 milhões.

Até as eleições passadas, doadores que repassavam recursos a partidos e comitês não eram obrigados a identificar para quais candidatos se destinavam tais repasses – o que criava uma espécie de doação oculta. Apesar da insistência das empreiteiras em doar por essa via, o TSE acabou com a prática.

Os dados sobre as doações das empreiteiras são parciais, porque nem todos os candidatos prestaram contas à Justiça Eleitoral até agora. Quem disputou o segundo turno tem até o dia 30 para apresentar a lista de financiadores. Dilma e Serra, por exemplo, ainda não entregaram ao TSE suas prestações.

Por Lauro Jardim

Camargo, a campeã

Entre as oito construtoras, a campeã em financiamento de candidatos até agora é a Camargo Corrêa, com 84 milhões de reais. Em segundo lugar, a Queiroz Galvão, com 50 milhões de reais e em terceiro, a Andrade Gutierrez, com 41 milhões de reais.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Os doadores de Jaques Wagner

Pouco mais de 26 milhões foram doados para a campanha vitoriosa de Jaques Wagner ao governo da Bahia. A maior financiadora da candidatura foi a UTC Engenharia com 2,4 milhões de reais.

Em 2006, a mesma empresa já tinha ajudado com 700 000 reais a campanha derrotada de Delcídio Amaral para o governo do Mato Grosso do Sul.

Camargo Correa e OAS, com 1,5 milhão de reais cada, completam o pódio de doações para Wagner.

Por Lauro Jardim
 

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