O Cruzeiro pôs à venda a barra da camisa do seu uniforme. O clube está pedindo 3,5 milhões de reais por um contrato de um ano.
Arquivo da categoria ‘Esportes’
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Vende-se a barra da camisa do Cruzeiro
| 10:59Por Lauro Jardim
Em busca de 30 milhões de reais
| 10:58A propósito, o São Paulo, que recusou 24 milhões de reais da LG para a renovação do contrato, continua no mercado a procura de um patrocinador. Quer 30 milhões de reais.
Por Lauro Jardim
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Livro de Nuzman
| 7:27
Quem também escreverá um livro contando (quase todos) os bastidores da candidatura carioca e como se deu o passo a passo da vitória será Carlos Arthur Nuzman.
Por Lauro Jardim
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O peso da Fórmula-1
| 12:25Todo o circo montado em Interlagos para o Grande Prêmio de Fórmula-1 (carros, motores, placas, divisórias, caixas com ferramentas etc.) pesa cerca de 1 000 toneladas. Terminada a corrida, inicia-se uma complexa operação de logística, realizada pela brasileira Célere: em 24 horas toda essa carga terá que estar no aeroporto de Viracopos, em Campinas, para, no dia seguinte, ser despachada para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. De Interlagos a Viracopos, serão utilizados 70 caminhões, 50 empilhadeiras. São 300 pessoas na operação.
Por Lauro Jardim
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Decisão em Interlagos
| 8:37No domingo, dia do Grande Prêmio Brasil, uma outra decisão da Fórmula-1 estará acontecendo na pista de Interlagos. A diretoria da Petrobras estará reunida com os chefes de três equipes para bater o martelo sobre os patrocínios que a estatal bancará na temporada de 2010. Poderá fechar com as três (e mais um piloto).
Por Lauro Jardim
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Prioridade máxima
| 10:04Nem obras viárias, nem arenas. A prioridade zero do Ministério dos Esportes para as Olimpíadas de 2016 é a construção do Centro Olímpico de Treinamento. Isso porque a partir do momento que ficar pronto já poderá ser usado na preparação dos atletas olímpicos.
Por Lauro Jardim
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Ainda o dia da vitória 1
| 10:18Durante a festa da vitória carioca na sexta-feira passada, José Serra e Lula se falaram. Serra ligou para Sérgio Cabral, para parabenizá-lo e acabou conversando também com Lula. Aécio Neves também ligou para Cabral. Mas sem direito a dar um alô para Lula.
Por Lauro Jardim
Ainda o dia da vitória 2
| 10:17Outro detalhe ainda não contado sobre a festa brasileira em Copenhague. Logo após o anúncio oficial, enquanto Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Paes colhiam os louros, Orlando Silva ligou para Cesar Maia. Apesar dos seguidos embates travados entre os dois durante a realização do Pan de 2007, o ministro parabenizou o ex-prefeito do Rio.
Por Lauro Jardim
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Orações e cantoria antes da vitória final
| 6:37Uma historinha curiosa e inédita do dia em que o Rio venceu Chicago, Madri e Tóquio: minutos antes de entrarem no auditório em que apresentaram a candidatura do Rio, os integrantes do COB, Pelé, Paulo Coelho, Eduardo Paes & cia resolveram orar, a partir de uma sugestão de Márcia Peltier, mulher de Carlos Arthur Nuzman (da oração só não participaram Lula e Sergio Cabral, que ainda não haviam chegado).
Rezarem, então, em silêncio, um ao lado do outro, de mãos dadas, formando um círculo de preces.
No final, Pelé sugeriu e todos cantaram Cidade Maravilhosa - parecia uma equipe de futebol no vestiário em dia de final de campeonato.
Por Lauro Jardim
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Ainda tem trabalho em Copenhague…
| 9:03Carlos Arthur Nuzman desembarcou ontem no Rio de Janeiro, mas hoje à noite já embarca novamente para Copenhague. Motivo: a escolha da cidade-sede foi feita, mas o Congresso do COI continua até o final da semana.
Por Lauro Jardim
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Yes, we créu!
| 17:19Neste momento, o tópico mais popular no twitter em todo o mundo é “Yes, we créu”. Nada mais auto-explicativo.
Por Lauro Jardim
Boa sacada
| 17:18A tirada bem humorada é, na verdade, uma criação publicitária. Foi feita pela tirma da F/Nazca para o Clube de Criação do Rio de Janeiro para comemorar a vitória carioca.
Por Lauro Jardim
Contagem regressiva
| 13:20Faltam trinta minutos: Rio de Janeiro ou Madri? Cruzem os dedos.
Por Lauro Jardim
Até Cesar Maia sucumbiu
| 12:08O cenário, de fato, parece estar favorável à candidatura brasileira – e isso se saberá dentro de duas horas. Há pouco, até Cesar Maia - adversário e crítico full-time de Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Paes - declarou-se entusiasmado com a apresentação brasileira. Ao texto:
- SENSACIONAL APRESENTAÇÃO DO RIO-BRASIL NO COI HOJE! Impecável apresentação da candidatura do Rio para o COI, hoje pela manhã. Todas as imagens, todos os pronunciamentos, impecáveis. Talvez uma pequena fala final de João Havelange, o mais aplaudido, ao lado de Lula, dizendo o que disse em sua fala, que fará 100 anos em 2016 e obteve uma resposta entusiasmada de todos, fizesse culminar esta apresentação espetacular, com a máxima emoção.
Por Lauro Jardim
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Pimenta nos olhos dos outros
| 19:42Moradores de Chicago criaram os site Chicagoans for Rio 2016. É um site de apoio à candidatura do Rio às Olimpíadas, mas antes disso, de desaprovação à candidatura de Chicago. As críticas à candidatura americana são lastreadas, sobretudo, no alto custo financeiro do evento.
Um dos pontos altos da página é um marcador que mostra o défcit orçamentário de Chicago e do Rio. O da cidade americana está em torno de 226 milhões de dólares. O do Rio, o site diz estar zerado, mas coloca um asterisco explicativo: “Se você é de Chicago, o défcit orçamentário do Rio não importa”.
Por Lauro Jardim
Meus caros “cidadões”…
| 16:15O.k., parece que hoje ficou deselegante ou politicamente incorreto falar sobre a correção do português falado por Lula. Mas quem ouviu, ouviu… No meio de um entusiasmado pronunciamento pró-Rio em Copenhague, Lula escorregou num certo ”cidadão”.
Disse Lula, numa fala transmitida por alguns telejornais:
- Nós queremos dizer ao mundo que nós podemos. Isso dito da boca de um americano é muito bonito. Nós nunca dissemos. No Brasil estávamos habituados a dizer nós não podemos, somos pobres, como se fôssemos cidadões inferiores. Dessa vez nós queremos olhar para o mundo e dizer: sim, nós podemos. E vamos realizar as Olimpíadas.
Por Lauro Jardim
Quanto vale a Fórmula-1?
| 12:24A Globo começou a vender as cotas de patrocínio para a Fórmula-1 de 2010. Cada uma das cinco cotas está vale 56,3 milhões de reais. Serão transmitidos dezenove Grandes Prêmios.
Por Lauro Jardim
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Em campanha pelo Rio
| 20:59Lula, Pelé, Sérgio Cabral e Eduardo Paes receberam hoje à noite (em Copenhague já é madrugada) onze integrantes do COI pra jantar - onze eleitores, bem entendido.
Por Lauro Jardim
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Senador “Cabelo” em Copenhague. Ajuda alguma coisa?
| 17:08Deputados e senadores vão desembarcar em Copenhague amanhã no esforço do Rio de Janeiro para levar a indicação para 2016. Michel Temer vai, representando a Câmara.
Como José Sarney declinou do convite, mandou dois senadores: Marcelo Crivella e Wellington salgado, o “Cabelo”.
Alguém aí é capaz de dizer em que o nobre “Cabelo” ajudará o Rio de Janeiro?
Por Lauro Jardim
Paulo Coelho nas Olimpíadas
| 12:04Na quinta-feira, véspera do dia em que será escolhida a cidade-sede das Olimpíadas, Paulo Coelho entra em campo em Copenhague jogando, é claro, no time do Rio de Janeiro.
Márcia Peltier, mulher de Carlos Arthur Nuzman, oferecerá um almoço para as mulheres dos integrantes do COI em que Coelho será a principal estrela. Vai autografar livros (em português, inglês, espanhol, russo, árabe, francês), fazer discurso sobre o Rio de Janeiro, posar para fotos e o que mais precisar para encantar as cerca de 70 mulheres já confirmadas.
Por Lauro Jardim
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Nas asas do Eike
| 15:26Terminou agora há pouco no Rio de Janeiro, um almoço que Eduardo Paes ofereceu ao comitê executivo da Fifa, que se reúne hoje na cidade. Pouco antes de ser servida a sobremesa, Paes fez um pequeno discurso e se mandou com Sérgio Cabral para o Galeão.
De lá, embarca daqui a alguns minutos para Copenhague, onde na sexta-feira era decidida a aposta olímpica do Rio para 2016.
Cabral e Paes viajam ao lado de Eike Batista no jatinho do empresário.
Eike já botou 23 milhões de reais no projeto do Rio 2016. Na sexta, saberá se foi bom negócio ou dinheiro jogado fora.
Por Lauro Jardim
Voto Havelange
| 15:25Eduardo Paes contou no almoço que semanas atrás pediu voto para o Rio de Janeiro ao presidente da Confederação Olímpica da República dos Camarões.
Ouviu como resposta:
- Meu voto é para o João Havelange. Voto em quem ele pedir.
Mais um voto para o Rio.
Por Lauro Jardim
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Lula esportivo
| 13:43No dia 29, Lula jantará com o Comitê Executivo da Fifa no Rio de Janeiro.De lá, embarca direto para a Dinamarca para defender a candidatura do Rio de Janeiro às Olimpíadas 2016.
Por Lauro Jardim
Lula olímpico
| 6:01Na eleição que o COI realizará em 2 de outubro em Copenhague para definir a sede da Olimpíada de 2016, Lula terá papel de destaque.
A ele foi reservado o maior tempo de fala entre os doze integrantes da comitiva brasileira que defenderão a candidatura do Rio de Janeiro diante dos membros do COI.
O discurso de Lula vai ocupar seis dos 45 minutos a delegação terá direito na apresentação das candidatura.
Por Lauro Jardim
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Bate bola em Salvador
| 17:01Neste momento, no bar do Hotel Quatro Rodas Salvador, onde está hospedada a seleção, conversam Ricardo Teixeira, o deputado Ciro Nogueira e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.
São dois velhos conhecidos da CBF. Nogueira é um dos parlamentares mais próximos de Teixeira. Paes já foi estagiário da CBF.
Por Lauro Jardim
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Luís Fabiano: “A possibilidade de voltar para o Brasil existe”
| 7:31Quando marcou o seu segundo gol contra a Argentina anteontem, selando a vitória em Rosário, Luís Fabiano estava adicionando mais um capítulo ao período que considera o melhor de sua carreira - e que inclui sua atuação na última Copa das Confederações. O atacante do Sevilha, que quase foi vendido para o Milan este ano, deixou a fama de bad boy para trás e hoje só pensa em 2010. Precavido, evita assumir-se como titular absoluto, mas reconhece que está com um pé na África do Sul.
Depois de cinco anos na Europa, Luís Fabiano está hoje com a cabeça no Brasil. Garante que voltará se, até o fim de seu contrato, que se encerra em dois anos, nenhum dos maiores clubes europeus o levar. E, ao contrário dos festeiros, não visa às noites cariocas ou paulistanas. Aos 28 anos, o número nove sonha morar na pequena Espírito Santo do Pinhal, no interior paulista, onde tem um sítio: “Eu gosto de pescar, gosto de ficar no meio do mato”.
Na semana passada, ainda no Rio de Janeiro, antes de embarcar para a Argentina, Luís Fabiano deu esta entrevista exclusiva.
Como você está vendo esse movimento de vários jogadores como Vagner Love, Ronaldo e Adriano voltando para o Brasil?
Esse é um desejo que eu tenho: poder voltar em condições de jogar não só dois ou três anos antes de aposentar. Acredito que em breve vai acontecer.
É só um desejo ou já há alguma proposta?
É um desejo.
O clube seria o São Paulo?
O primeiro seria o São Paulo. Pela história, por tudo o que eu passei e porque me sinto bem no São Paulo. Mas tem outros grandes clubes no Brasil que também me atraem e não haveria problema nenhum em voltar e jogar nesses clubes.
Hoje qual é a sua prioridade, voltar para o Brasil ou jogar em um grande clube europeu?
Essa possibilidade de voltar para o Brasil existe porque dentro de dois anos eu fico livre, então a decisão vai ser minha. É esse o desejo que eu tenho. Mas como veio essa proposta do Milan esse ano e não deu certo, no ano que vem pode aparecer outra e eu assinar por mais quatro anos…
Mas qual a prioridade?
Depende do clube…
Se for como Inter, Milan, Bercelona?
Se for um desses, perfeito. Agora, se for um time de segundo ou terceiro escalão da Europa, por qualquer preço eu venho para o Brasil. Independentemente do dinheiro.
Você é o único atacante titular absoluto da seleção…
Titular absoluto foi você quem disse, eu vou acreditar (risos). As coisas foram dando certo desde que eu voltei. E sempre tive esse pensamento, esse objetivo de poder voltar para a seleção e ter uma sequencia, coisa que eu nunca tive, mas estou tendo agora. Me sinto tranquilo e confiante, sei que o treinador confia em mim e isso é importante para manter esse sonho da Copa do Mundo.
Quem você diria que está certo na Copa?
Garantido são uns três, acho que o Kaká, o Julio Cesar e o Robinho. Mas outros já estão cavando seu espaço. Quem define é o treinador, mas esse é a minha opinião.
E você?
Fiz tudo para merecer essa vaga. Me sinto bem encaminhado.
Quem é o parceiro ideal de ataque para você?
É difícil falar em parceiro ideal. Já joguei com o Robinho muito bem; na Copa América joguei com o Adriano e deu certo… A partir do momento que você tem um parceiro, você tenta se adaptar a ele e ele a você, e tenta que a coisa dê certo.
Qual o melhor e o pior momento de sua carreira?
O pior foi a morte do meu companheiro de clube na Espanha, Antonio Puerta, que teve um ataque cardíaco dentro do campo num jogo Sevilha e Getafe. Foi muito traumático, amedrontou os jogadores, ficou um clima estranho durante muitos meses dentro do vestiário. Meses e meses, porque na sequencia tivemos uma final da Supercopa da Europa e perdemos. Aí você vai juntando decepções e fica aquele clima, aquele vazio, uma coisa estranha até porque a cidade se comoveu, parou a cidade. Ficou muito tempo com homenagens e homenagens, e aí demora para você assimilar, o tempo demora a passar. Você sempre lembrando do companheiro, sempre passando na TV, sempre fazendo homenagem. Foi um momento muito triste que a gente viveu no Sevilha.
E profissional?
Profissional foi a perda da Libertadores em 2004, que foi quando rompeu um pouco a relação da torcida do São Paulo com os jogadores. Naquela ocasião eu e o Rogério Ceni fomos muito pressionados, mas eu não tive a oportunidade de poder dar a volta por cima. O Rogério Ceni continuou e deu, mas eu fui vendido e saí.
Você falou dos piores momentos, e o melhor?
Foram tantas alegrias que tive dentro do Sevilla e da seleção… Posso te dizer que essa Copa das Confederações pode ter sido o melhor, pela sequencia que tenho tido nos últimos anos, desde 2007 até agora, conquistando títulos.
O São Paulo ganhou os três últimos brasileiros e já está de novo entre os líderes. O que o São Paulo tem que faz ele chegar a isso?
Primeiro é a organização do São Paulo. A organização é diferente, a estrutura é diferente e a condição que o clube dá pro jogador é diferente. A condição psicológica, condição física, alimentar, tudo. O São Paulo é um clube completo, te dá todas as condições para você desempenhar o seu melhor futebol.
É como um clube europeu?
Clube europeu? Meu time lá não tem a condição que o São Paulo tem. O Sevilla tem um CT (centro de treinamento) legal, mas não é um São Paulo. Não tem um hotel no CT, alimentação no CT, não tem a estrutura que o São Paulo tem.
Sua mãe foi sequestrada em 2005. Em que medida a violência é um problema para sua volta?
Já me assustou mais. Depois que minha mãe foi sequestrada passei a ter um pouquinho de raiva do Brasil, digamos assim. Porque passei dois meses de angústia, de muita apreensão, sem notícia, sem poder vir para o Brasil, porque a polícia falou que era melhor ficar em Portugal, se não eles iriam pressionar mais em termos de negociação. Fiquei lá, sem notícia, com muita angústia e ainda tinha pressão de jogar. O clube não “exigia”, mas é aquela coisa…
Hoje você está mais tranquilo em relação ao Brasil?
É por que eu gosto de ficar no Brasil. Tirando minha mãe, nunca sofri roubo, nada. E aí, entraram na minha casa na Espanha, fizeram minha mulher refém, roubaram meus relógios, apontaram arma para minha filha, deram uma coronhada na minha empregada… Isso na Espanha, um país que praticamente não existe violência. Lá aconteceu uma coisa que nunca aconteceu comigo no Brasil. Então, a violência hoje está em todo lugar. Aqui no Brasil, tem mais, mas você está sujeito à violência em qualquer parte do mundo.
E quando voltar ao Brasil, onde pretende morar?
Eu vou morar no interior, sem dúvida. Eu pretendo morar em Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, onde eu tenho o sítio.
Você aproveitou muito a vida?
Na verdade eu nunca fui de aproveitar muito a vida, de ter vida de solteiro. Eu namorei com a minha mulher desde os 17 anos, então não me deu tempo de ter esse lado de farra, de aproveitar de noite. Minha mulher foi fundamental para mim por isso. Porque se eu tivesse solteiro na minha fase do São Paulo (risos) eu não sei se eu aguentaria não estar aqui jogando. Vou falar para você, tinha muita coisa fácil. Nesse ponto minha mulher deu uma segurada. Minha mulher ficou grávida em 2003, quando eu jogava no São Paulo, então já pasei a ter essa responsabilidade de não decepcionar minha mulher grávida. E depois que nasceu minha filha, fiquei mais caseiro ainda. Então não tive esse lado de farra.
Você conquistou muita coisa, já ganhou muito dinheiro. Tem algum bem material que você queria ter comprado e não comprou?
Não. Graças a Deus, não. Não sou muito ligado a caprichos, a bens materiais. Procuro sempre fazer as coisas com os pés no chão. E aquilo que eu gostaria de comprar mesmo, graças a Deus, tive condição de comprar, que foi um sítio. Gosto de pescar, de ficar no meio do mato, esse era um desejo que eu tinha e acabei comprando. Mas de resto, coleciono relógios não tenho um desejo de comprar muita coisa.
Por Lauro Jardim
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Futebol e política
| 14:45O senador Delcídio Amaral sempre foi um dos principais representantes da chamada “bancada da bola” e inclusive recebeu doação da CBF 100 000 reais para sua campanha ao Senado em 2002. Depois de um tempo, a relação entre Delcídio e Ricardo Teixeira esfriou. Pelo visto, agora voltaram às boas.
Ontem, em meio ao circo armado em Brasília por causa do pré-sal, o petista se mandou para Teresópolis, onde a seleção brasileira está concentrada. Na hora da coletiva de imprensa, aproveitou para sentar-se oa lado de Dunga e faturar a indicação de Campo Grande como cidade-sede do último jogo do Brasil nas eliminatórias, marcado para 14 de outubro, contra a Venezuela.
Por Lauro Jardim
Cultivando boas relações
| 8:23Assim que recebeu o relatório do COI elogiando a proposta do Rio de Janeiro para as Olimpíadas de 2016 (e dando-lhe o conceito mais alto em comparação com as cidades concorrentes), Sergio Cabral ligou para Lula. E leu o relatório para o presidente.
Por Lauro Jardim
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Espanha recebe mal relatório do COI
| 13:17Em suas edições online, o El País e o Marca - principal jornal da Espanha e principal diário esportivo do país, respectivamente - consideraram negativa a situação de Madrid no relatório do COI sobre as quatro finalistas na disputa pelas Olimpíadas de 2016. O El País destacou que o Rio de Janeiro e Tókio tomaram a dianteira na disputa, enquanto o Marca afirmou que o COI foi duro com a candidatura madrilenha e aponta a capital japonesa como favorita. Os dois principais problemas da candidatura espanhola são a organização administrativa e a legislação antidoping do país.
Por Lauro Jardim
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
O Terra sobrou…
| 11:12Com a divisão dos direitos de transmissão das Olimpíadas de 2016 entre Globo, Record e Band, o único interessado no evento que ficou de fora foi o portal Terra. O Terra havia surpreendido o mercado ao apresentar ao COI uma proposta que previa até a exclusividade na transmissão de televisão aberta. Mas, no fim, não levou nada. Os direitos de transmissão por internet, celular e televisão paga ficaram com o consórcio Globo-Band.
Por Lauro Jardim







