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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Usos e costumes do Irã

| 10:25

A embaixada do Irã no Brasil avisou aos cerimonialistas do Congresso que, quando Mahmoud Ahmadinejad e sua comitiva fossem ser recebidos por José Sarney e Michel Temer, não poderia ter nenhuma mulher no salão onde aconteceria a cerimônia. Beleza. Assim foi feito.

O curioso foi a reação da comitiva iraniana, que aguardava o fim da conversa privada entre Sarney, Temer e Ahmadinejad, ao ver uma repórter de tevê fazer uma gravação ali perto.

Cinco deles ergueram seus celulares e passaram a gravar imagens da moça. A essa altura, devem estar mostrando a recordação aos amigos em Teerã.

Por Lauro Jardim

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11 comentários em “Usos e costumes do Irã”

  1. Frank disse:

    Lauro,

    Até hoje, não consigo entender, porque os muçulmanos mais fervorosos não gostam de mulher, e são tratadas com ser desegunda classe. Alguém do blog poderia me informar se essa regra está no alcorão.

  2. Joelton Farias disse:

    Pelo menos não espancaram a jornalista, que provavelmente não estava de véu, muito menos de burqa. Geyse Arruda que se cuide! A idade média tá de volta, gente!

  3. eidia disse:

    Lauro, eu morei durante seis anos por lá e é impressionante a curiosidade que as pessoas sentem em relação ao que acontece do lado de cá. Os olhos das moças, quase fazem 360º quando a gente passa. Homem ou mulher. E revista de garotas peladas eram vendidas por página pelos meu amigos. Página.Não tem lógica viver neste planeta, em pleno século XXI, e não poder ter o direito de escolha, de participação. Doideira.
    eidia
    http://www.oquevivipelomundo.blogspot.com

  4. Vanderlei Simionatto disse:

    Seria boiolice?

  5. Rogério Reis disse:

    Pára tudo que eu quero descer! Os cerimonialistas do Congresso acataram essa exigência absurda? Não seria uma boa oportunidade dos nossos nobres congressistas marcarem uma clara posição contra a discriminação e o preconceito?

  6. denise disse:

    Como é que cerimonialistas brasileiros aceitam regras estúpidas destas, que se prevalecem no Irã atentam contra a dignidade do Brasil, que não desconsidera suas mulheres?

  7. Hilda Maria disse:

    Mais: Ao ser entrevistado pelo Willian Waack (Globo) fez exigências: o jornalista não poderia cruzar as pernas (é falta de respeito) e não usar gravata, pois lá na Terra do porra-louca, gravata é símbolo de opressão e tb lembra a cruz dos cristãos…Mulheres, mesmo as ocidentais, são “convidadas” a cobrir os cabelos, ainda no espaço aéreo. É que cabelos são atrativos aos homens.
    E o malucão começou a entrevista dizendo: “Deus é Grande”.
    Religião …
    Que tal uma teocraciazinha básica aqui no Brasil? Candidatos não faltam…
    Hilda Maria

  8. ze mané do recife disse:

    vanderlei simionatto, meu caro..com toda certeza o mamute mijado e seus queridos correligionários aiatolás aiatolados não são chegados à fruta…é por isso que tá sobrando mulher por lá…

  9. BETHS disse:

    O que me interessa mesmo é saber sobre o quê conversaram esses três típicos exemplos de falha no projeto humano.

  10. marcio disse:

    O ARMADEMIJAR,alem de louco ruminate o menino não e chegado em mulher
    pobre dele ,pobre dos tolos dos irãnianos que os deixem esplodirem ,mas de
    preferencia com a corja sandenista chavista ,guevarista petistas

  11. Heitor disse:

    No mínimo usarão as imagens da moça, repórter, para mostrar o quanto somos mal educados e ferimos a honra do cerimonial do líder Ahmadinejad, cada vez que escrevo este nome corretamente fico extasiado.

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