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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Vox tucana

Apesar de o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, desqualificar o Vox Populi, vários de seus carreligionários não o seguem. Na terça-feira, o diretório do PSDB no Tocantins registrou na Justiça Eleitoral um pesquisa estadual encomendada ao instituto. Há meses, o diretório mineiro também faz o mesmo.

Por Lauro Jardim

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53 Comentários

  • Hrzko

    -

    5/8/2010 às 13:51

    …OLHA SÓ O QUE É A NATUREZA. :-) SAIU A PESQUISA CNT/SENSUS. AQUELE ‘EMPATE TÉCNICO DO ZERO-A-ZERO-COM-O-SERRA-NA-FRENTE ESTÁ FICANDO DISTANTE… A DILMA ABRIU 10 PONTOS DE DIFERENÇA SOBRE O SERRA. :-) PERGUNTO: ATÉ ONTEM O SERRA ESTAVA SAPATEANDO NO TELHADO. HOJE – DEPOIS DO RESULTADO DA PESQUISA ELEITORAL – ELE JÁ CAIU LÁ DE CIMA? :-)

  • Hrzko

    -

    3/8/2010 às 21:48

    …UÉ? CADÊ OS LEGIONÁRIOS-BLOGUEIROS TUCANOS? :-(

  • Hrzko

    -

    2/8/2010 às 13:58

    …E O SERRA SUBIU NO TELHADO FAZ TEMPO… :-)

  • agripa

    -

    2/8/2010 às 12:12

    DILMA já venceu para desespero dos tucanos!!!!!!

  • Hrzko

    -

    2/8/2010 às 1:00

    CURIOSIDADE, APENAS: O SR. ‘ZECA BRASILEIRO’ ENVIA COMENTÁRIOS, OU SIMPLESMENTE COPIA E COLA APOSTILAS QUILOMÉTRICAS?… :-)

  • ZECA BRASILEIRO :

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    1/8/2010 às 20:20

    ”É preciso racionalizar o estado brasileiro”
    Petista indica que, em seu eventual governo, BNDES não terá o peso que tem hoje na economia e defende maior participação dos bancos privados

    Os gastos públicos com funcionalismo, Previdência e outros, que parecem apontar para uma crise fiscal no ano que vem, não preocupam a candidata Dilma Rousseff (PT). Tendo no horizonte projetos ambiciosos como pré-sal, Copa do Mundo ou Olimpíadas, ela avisa que, no passado, “já deu para conciliar isso”. Mas admite que há, pelo caminho, uma tarefa crucial: “É preciso fazer uma racionalização do Estado brasileiro”. Nesta segunda parte da entrevista ao Estado, sobre economia, ela fala de caminhos que adotaria, se eleita. “Não acho que o BNDES precise ter esse tamanho”, adverte, sobre os grandes aportes que o banco recebeu. A propósito deles, alerta: “É fundamental que o setor privado também apareça. Porque sem ele o Brasil vai ter de diminuir.”

    Nos últimos anos o governo aumentou muito os gastos com funcionalismo, Previdência, gastos correntes, em detrimento do investimento. Como conciliar isso com os projetos em vista, como o pré-sal, Copa, Olimpíadas? A sra. diminuirá os gastos?

    Se você olhar, deu perfeitamente para conciliar isso. Nós tivemos também uma queda violenta do endividamento. De 60,6%, em 2002, para 42,9%, em 2009. Em 2010, estimamos em 40,7%. Isso foi possível por causa dos 3,2% que fizemos, em média, de superávit primário. Acontece o seguinte: o Brasil teve que recompor custeio também. Porque nós queremos educação de qualidade, então vamos ter de investir nisso. Queremos qualidade na segurança pública, e aumentamos, fizemos plano de cargo e salários para a Polícia Federal. Tivemos também recomposição de capacidade de investimento do Estado. Não se investe sem algumas pré-condições. É necessário recompor toda a área que investe em logística. Houve uma mudança no padrão de estruturação de profissões na área do Estado. Aumentamos a meritocracia, através de concurso público e profissionalização. O que não dava era manter a realidade que recebi no Ministério de Minas e Energia: eram 20 ou 25 motoristas para um engenheiro.

    Ou seja, vai haver ajustes.

    O que teremos de fazer é uma racionalização do Estado brasileiro. O que recebemos depois de 20 anos de ajuste fiscal linear não é uma relação técnica que contribua para o investimento público e privado. E por que não? Porque você não tem as pessoas mais capacitadas para fazer a execução. O que você tem é uma grande estrutura de fiscalização e baixa qualidade de execução. O Brasil não pode continuar com baixa qualidade de execução. Tem que olhar direitinho, recompor algumas coisas e racionalizar outras. O padrão de corte linear não leva à eficiência da máquina. O que temos de responder a partir de agora é que este é um Estado mais eficiente, com funcionários que serão capazes de tocar. A gente consegue, eu acho.

    Mas o Estado não aumentou? A 12ª estatal, uma empresa de seguros, pode ser criada…

    Então vamos ver essa estatal, a Empresa Brasileira de Seguros. Em quase todas as áreas de grande projeto de infraestrutura ou de projetos de interesse social você tinha de constituir um fundo garantidor. E fundo garantidor estatal, porque a iniciativa privada não queria segurar isso. Por exemplo, o Minha Casa, Minha Vida. Como fazer sem seguro ou sem fundo garantidor? Veja o que acontece no Brasil: você tem 5,8 milhões de déficit habitacional em residências, quase 90% na baixa renda. O custo dessa população é o seguinte: se ela não tem uma política habitacional, vai morar onde? Em beira de rio, fundo de vale, encosta de morro. Deu enchente, o custo é muito maior, em vidas humanas. Então fazer política social de habitação é uma exigência. E aí, se você tem uma casa ou apartamento entre R$ 40 mil e R$ 50 mil, a população que ganha entre 1 a 3 salários mínimos não paga isso. Ou você subsidia ou não tem política de habitação no Brasil. Nós optamos por subsidiar. A população de 0 a 3 mínimos vai pagar uma prestação simbólica. De 3 a 10 pode pagar, desde que se criem mecanismos que diminuam os riscos. Eu acho que a opção foi a melhor: fazer o Minha Casa, Minha Vida com o setor privado e não via Estados e municípios. Fazer diretamente com quem faz. O fundo garantidor não funciona como subsídio, mas como diminuição de risco e, portanto, dos juros.

    Mas a solução é o Estado ser segurador dos próprios contratos?

    Esse contrato não é do Estado, é com a iniciativa privada. É a Caixa Econômica Federal fazendo contrato de 3 a 10 mínimos com a iniciativa privada. E esta exige um fundo garantidor para não ter que cobrar prestação muito alta.

    Mas a nova estatal, de seguros, não vai funcionar só para isso…

    Não, só lhe dei um exemplo. Dou outro. Grandes projetos de infraestrutura, quase todos, têm fundo garantidor. Porque você diminui o risco. Com isso, pode diminuir a taxa de juros e o financiamento do setor privado não fica proibitivo no longo prazo. Qual é a ideia do fundo garantidor? É como se você fizesse uma espécie de securitização. Utilizasse mecanismo de mercado. O fundo garantidor faz uma espécie de seguro. Ocorre em todas as questões que o setor privado não quer fazer por si mesmo.

    A sra. diz que essa estatal se tornou necessária. Há alguma outra área que precise de estatal porque há falha no sistema?

    Não que eu imagine. Acho que a Petro-sal emerge da experiência norueguesa. Consiste no fato de que o interesse da União não é igual ao da Petrobrás e nem de outras empresas. Não é desconfiança, é uma prática de mercado.

    Mas tem a empresa de seguros, a Petro-sal, recriação da Telebrás, fortalecimento da Eletrobrás, usina de Belo Monte… O segundo governo de Lula foi marcadamente estatizante. Em seu governo pode haver mais avanço do Estado?

    Eu, pessoalmente, não acredito que haja, que o correto seja estatizar as atividades. Não concordo, por exemplo, que no caso da banda larga nós tenhamos feito estatização. O que nós estamos fazendo é outra coisa. Se você olhar o Brasil, nós estamos aquém de todas as economias do nosso porte. Temos uma das bandas largas mais caras do mundo e um nível baixíssimo de serviço e de acesso da população. O gasto do consumidor do Brasil com banda larga é cinco vezes o do Japão, 2,7 vezes o da Rússia. Só 21% dos domicílios têm banda larga. Nós não vamos substituir o setor privado. De maneira alguma, até porque não dá. E não dá por um motivo simples: este é um país continental.

    O Tesouro colocou R$ 180 bilhões no BNDES nos últimos 2 anos. No seu governo, o BNDES continuaria a ter esse tamanho?

    Não acho que o BNDES precise ter esse tamanho. Ele só tem porque enfrentamos em 2008 uma das maiores crises econômicas, com um choque de crédito significativo. Além disso, não há hipótese de continuar financiando o longo prazo só com o BNDES. Porque as exigências de capital na área de logística, de energia, mais as das empresas privadas, serão elevadíssimas. Se você tiver só o BNDES, o nível de risco vai ficando cada vez maior em cima dele. Outra coisa: o BNDES não vai ter capital para fazer frente a toda a demanda. Então você tem que contar com o mercado de capitais. Acho que os bancos privados nacionais têm de ter atrativos para aumentar sua presença. Eles são elementos fundamentais, têm um baita funding. Os fundos de pensão em geral têm de entrar nisso, os privados, públicos, semipúblicos, temos de construir nossa própria engenharia financeira, seja através dos chamados fundos de infraestrutura ou do lançamento de debêntures. Olha, se não tivéssemos fornecido capital você teria tido no Brasil uma grave crise de crédito. Eu vi a Petrobrás, a maior empresa do Brasil, não conseguir acessar o mercado internacional. Tirou R$ 2 bilhões da Caixa, que deu o maior fuzuê e desistiu. Depois recorreu à negociação internacional. Ai de nós se o BNDES não tivesse R$ 100 bilhões.

    Então não haverá novos aportes para o BNDES?

    Pelo que vejo, só houver uma outra crise. É fundamental que o setor privado também apareça. Porque sem eles o Brasil vai ter de diminuir. Porque nós damos vários motivos, pelo ritmo de crescimento da infraestrutura, ou de qualquer projeto, e um dos principais se chama funding. Aqui, nos Estados Unidos, na China, em qualquer lugar.

    A sra. disse que o nível de endividamento baixou nos últimos anos…

    A dívida bruta, concordo com você: não caiu. Por três motivos. Dois de absoluta liquidez, que eram as reservas – responsáveis por a gente ter tido uma marolinha e não o tsunami – e o compulsório. O pessoal do Banco Central, o Henrique Meirelles (presidente do BC), colocou R$ 100 bilhões de compulsório, criou critérios mais flexíveis e tacaram US$ 71 bilhões para swap, de leilão de moeda. Sempre falam do Banco Central e esquecem a prontidão com que ele agiu diante da crise.

    A sra. teve divergências com o BC…

    Não. Vocês confundem uma discussão que eu tive com o Paulo Bernardo (ministro do Planejamento) com o Banco Central. Eu jamais comentei juro. Pode procurar nos jornais.

    Mas, afinal, e os juros?

    A atual taxa de juros tende a cair se mantivermos a seguinte trajetória. Primeiro, essa redução que a gente espera que ocorra na relação de dívida líquida com o PIB. Quando fizemos o PAC 2, nós supusemos uma taxa de crescimento entre 5% e 5,5%, a inflação convergindo para 4,5%. Dadas essas premissas, para até 2014, essa relação para em torno de 30%. Com uma trajetória de queda desse porte da relação dívida/PIB não tenho dúvida que a taxa de juros vai baixar.

    Mas sem os cortes de gastos lineares, como a senhora chama, vai sobrar dinheiro para investir?

    Sempre tivemos outras formas de cortar. Cortamos linearmente até 2005. Depois fizemos cortes específicos, não atingindo investimentos nem programa social. Já fizemos até superávit primário de 3,7%.

    No ano passado, com ajuda dos investimentos do PAC…

    Absolutamente legal. No Brasil, é engraçado: a regra pode ser mudada no meio do jogo se não interessar para as pessoas. Nós não fizemos isso não, criamos uma regra do jogo, sempre desde o início, segundo a qual podia deduzir investimentos. Por que deduzimos em 2009? Porque estávamos diante da maior crise já vista desde 1929. Depois que ela passou, acabamos com as isenções. Vamos lembrar bem. Quando a gente desonerou o IPI da linha branca e os automóveis, houve queda também da receita dos Estados e municípios. Usamos nosso dinheirinho para cobrir os municípios, foi um pouco mais de R$ 1 bilhão o que tinham perdido. Nos Estados não podíamos fazer isso. Então liberamos os financiamentos. Nossa gestão é completamente diferente da feita no passado, porque jamais deixamos a fragilidade externa violar um flanco nosso, que era a indexação da dívida interna brasileira em dólar. Fizemos outra coisa. Primeiro, uma redução violenta da indexação. Segundo, juntar US$ 253 bilhões de reservas. Terceiro, uma rota decrescente do endividamento. Agora, se der 7,5% de crescimento (previsão da Fazenda), é impossível não ter aumento de arrecadação.

    A postura ortodoxa tem parcela de responsabilidade nesse êxito.

    Sem dúvida.

    Pelo que se deduz, a sra. pretende manter a autonomia do BC.

    Sou a favor da autonomia operacional do Banco Central, a favor do status de ministro para o presidente do BC. Não acredito que se possa hoje defender a independência legal, não passa no Congresso.

    As importações bateram recorde, o déficit externo deste ano passará de U$ 50 bilhões. fala-se em desindustrialização. Qual é o seu limite para importações e déficit externo?

    Hoje as importações são bens intermediários, mais bens de capital – e isso se chama ampliação da taxa de investimentos. Se estivéssemos importando bens de consumo não duráveis, eu concordaria: estaríamos nos desindustrializando. Mas o Brasil está fazendo outra coisa, aumentando a taxa de investimento. Tem aí uma contradição a ser observada. Se a gente continuar crescendo como está, exportações e importações tendem a crescer simultaneamente. Acho que uma das questões à qual deveremos dar atenção é a das exportações. Vamos ter de combinar todas as políticas possíveis para nos proteger de um fenômeno que acho que já começou, de grande agressividade na concorrência internacional. Acho que vai ter que ter uma política de financiamento agressiva do Brasil. Isso já está acontecendo com todos os países do mundo. Mas não tenho nenhuma vocação para achar que se resolve tudo isso manipulando câmbio, o que acho que é uma receita meio primária.

    A sra. interferiria no câmbio para ajudar os exportadores?

    Acho que o câmbio reflete a realidade. No momento está em R$ 1,80 há horas. Não está havendo uma desvalorização cambial preocupante.

  • KAKA

    -

    1/8/2010 às 19:08

    EM MG O AECIO DEU AS COSTAS PARA O SERRAGIO, EM PB, O SERRAGIO NAO TEMPALANQUE, IGULALMENTE NO RJ, NO RS A YEDA, TUCANA ESTA EM 3º LUGAR NAS PESQUISAS, FORA DO PAREO, EM SC O GOVERNADOR TUCANO PSDB,NEM VAI CONCORRER A REELEIÇÃO, NA BA O SERRA É APOIADO PELO 3,º COLOCADO, ASSIM FICA DIFICIL FAZER CAMPANHA, A DILMA GANHA NO 1º TURNO

    PROJETO FIM DOS TUCANOS, JA AUTORIZADO PELO IBAMA:
    VÃO PERDER 3 GOVERNOS DE ESTADO EM 2010, MG SERA ELEITO HELIO COSTA/PMDB, NO RS TARSO GENDO/PT, EM SC IDELI/PT O TUCANO GOVERNADOR PAVAN NEM CONCORRE…EM 2014 O TIRO DE MISERICORDIA, DJLMA CONCORRE A REELEIÇÃO A PRESIDENTE, E LULA AO GOVERNADOR EM SP…

    CADE O INDIO E O FHC, A MORDAÇA PEGOU???!!!!

    É DILMAIS 13

  • DR.BIRUNDA LOXA DA COSTA

    -

    1/8/2010 às 7:11

    DR.BIRUNDA LOXA DA COSTA COMENTA :

    Presidente Lula destaca investimentos federais na educação A expansão das universidades federais, do Programa Brasil Alfabetizado, da educação de jovens e adultos (EJA) e do ensino profissional foi destacada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na solenidade de entrega, pelo ex-ministro da Educação, Tarso Genro, do anteprojeto da Lei da Reforma da Educação Superior, na última sexta-feira, 29.

    O presidente disse que os investimentos na educação são decisivos para assegurar o desenvolvimento e que seu governo tem se empenhado “fortemente nesse sentido”. Ele lembrou que, de 2004 para 2005, o orçamento do Ministério da Educação cresceu R$ 3,4 bilhões, passando de R$ 17,3 bilhões para R$ 20,7 bilhões. O aumento, disse, possibilitou a ampliação dos programas de alfabetização, EJA e ensino profissional e mais investimentos nas instituições federais de ensino superior (Ifes).

    Ao sancionar os projetos de lei criando as universidades federais do Triângulo Mineiro, em Uberaba, e de Alfenas, ambas em Minas Gerais; e as universidades federais da Grande Dourados, em Dourados (MS); do Recôncavo Baiano, em Cruz das Almas (BA); e a Federal Rural do Semi-Árido, em Mossoró (RN), o presidente Lula lembrou que, de 1990 a 2000, o governo federal criou uma única instituição pública, a Universidade Federal de Tocantins, em Palmas.

    Além de destacar estas instituições e a do Grande ABC, em Santo André (SP), Lula lembrou a criação de 32 extensões das Ifes, beneficiando populações do interior e de regiões pobres. Como exemplo de interiorização da educação superior pública, ele citou as extensões das universidades Federal de Pernambuco (UFPE), que ganhou campus em Garanhuns; Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), que se expandiu para Caruaru; e Federal de Minas Gerais (UFMG), que tem um campus em Teófilo Otoni. O campus de Teófilo Otoni atenderá às populações dos vales do Mucuri e do Jequitinhonha, que estão em uma das regiões “mais empobrecidas do país”.

    ProUni – O presidente destacou a criação do Programa Universidade para Todos (ProUni). Apesar de céticos e críticos terem tentado desqualificar o programa, dizendo que beneficiaria a universidade privada, disse Lula, “o dado é que conseguimos uma revolução na abertura de vagas para jovens da escola pública e periferia”. Com o ProUni, 112 mil estudantes chegaram ao ensino superior em 2005. Em quatro anos, com o ProUni e a expansão das instituições públicas, serão beneficiados 760 mil novos estudantes.

    Quanto ao ensino técnico, o presidente anunciou a construção de 32 escolas que atenderão todas as regiões. O objetivo é oferecer alternativa de formação profissional para os jovens e ampliar as chances de obtenção de um emprego.

  • Thiago

    -

    31/7/2010 às 18:37

    Na verdade o Ibope esta sim fazendo pesquisas por estados. Estão fazendo nos estados que não fizeram na ultima pequisa. Isso siginifica que vai ser a mesma fraude da ultima pesquisa e deve ser publicada na proxima sexta-feira. Pesquisa Presidenciavel deveria ter questionario exclusivo.

  • Thiago

    -

    31/7/2010 às 18:08

    Tem uma grande diferença nesta nova pesquisa Ibope registrada hoje. Só sera entrevistado para o cargo de Presidente. O que dificulta para os entrevistadores terceirizados do Ibope. Lá vem o Ibope para mostrar os numeros reais.

  • Thiago

    -

    31/7/2010 às 18:04

    O Ibope já esta realizando outra pesquisa Nacional. Já notaram que os entrevistadores fraudaram o resultado e decidiram ir em campo novamente. Onde ja se viu algo parecido? Vao fraudar de novo.

  • Hrzko

    -

    31/7/2010 às 16:00

    :-) SUGESTÃO PARA O LEGIONÁRIO ‘THIAGO’: VÁ VENDER SUAS APURADÍSSIMAS PESQUISAS DE SEU ‘INSTITUTO-DE-PESQUISAS-ELEITORAIS-DO-EU-SOZINHO’ PARA A EXECUTIVA NACIONAL DO PSDB. O SÉRGIO GUERRA PRECISA SEMPRE DIZER EM ENTREVISTAS NA IMPRENSA QUE ‘O PARTIDO TEM PESQUISAS INTERNAS COM NÚMEROS DIFERENTES’… :-) :-) :-)

  • Benedito Corrêa (Bené)

    -

    31/7/2010 às 14:53

    Querer desqualificar o Vox Populi é no mínimo burrice ou arrogância – aliás, uma das marcas do tucanato brasileiro (vide Marconi em Goiás),do presidente da legnda, Sérgio Guerra. O Brasil não é candidato a ser um País comunista no estilo Cuba, mas também não deverá ceder espaços essa direita apaixonada por Salazar. Imaginem o campo sob as espingardas da UDR,e o Pronaf acuado sem verbas para por comida na mesa dos brasileiros? O Lula não atrapalhou o produtor rural, mas ajudou o pronaf.
    Então, que o senador Guerra faça a sua guerra particular, digamos até, se virando para um lado e para o outro, tentando morder o rabo – porque o Serra, com a graça do Deus dos Ceus que resolveu ouvir o lamento dos injustiçados do Brasil vitimados pelo Neo Liberalismo do PSDB – não se elegerá presidente, e é isso que as pesquisas, não apenas do Vox Populi, mas dos demais institutos depesquisas estão dizendo. Gostaria, até, de que em Goiás o eleitor tomasse juízo e não desse guarida às pretensões do sr.Marconi Perillo, porque esteve por quase oito anos no governo e a grande obra dele, bastante discutida pelo atual governo goiano com a sociedade organizada, inclusive com o Jornal Diário da Manhã, que marconista de carteirinha, é que o tucano deixou um déficit de R$ 100 milhões mensais para a gestão do dr.Alcides. A título de informação: Goiás,aliás, corre o risco de ficar no escuro, pois a CELG, a companhia energética do Estado, está quebrada, com uma dívida de R$ 6,5 bi gerada nos últimos 12 anos.
    É isso aí amigo, se o eleitor não fizer uma avaliação corrreta desse pessoal que só pensa no poder para se locupletar, ou seja, estiveram nos governos federal, estaduais e municipais e tudo que fizeram foi usar os recursos públicos para um verdadeiro festival de enriquecimentos ilícitos – e o bloco, em todas as esferas de poder, não é pequeno – muita gente, aí, safada e que devia estar na cadeia puxando cana, volta ao poder e quem vai pagar o preço dessa displicência do eleitor é a populaççao carente, que fica desporovida dos serviços que o Estado tem por obrigação lhe prestar, morrendo à míngua sem saúde de qualidade, sem educação, sem sedgurança que preste, sem transporte moderno, sem habitação digna, sem emprego, sem salário, sem dignidade, sem cidadania, sem nada.
    Ora, o senador Guerra é um homem rico, não está nem aí para quem não come duas ou três vezes por dia. Foi um dos críticos implcáveis do programa “FOME ZERO”. E aí vem aquelas perguntas:o Brasil do Lula é diferente do Brasil do FHC? É ou não é? Seja justo consigo mesmo, você que desce o pau no PT, no Lula e na Dilmna, querendo o Serra seja eleito presidente! O que você é e tem hoje, você seria e teria nos dias do Zé Sorbone? A meu ver, o País precisa ser de todos os brasileiros, e não apenas de uma meia dúzia de milionários que até impostos se recusam a pagar, aliás, nem os pagam,com o fito de ficarem mais ricos ainda para gastarem suas fortunas em orgias e bacanais de toda ordem, deixando de ouvir o clamou dos alagados. Não podemos votar em pessaoas, cujo papel na política sempre esteve voltado para projetos eminentemente pessoais, levando um País rico como é o Brasil, a ser um dos mais injustos da terra. Isso humilha as pessoas a quem Deus, na sua grande misericórdia, concedeu graça e perdão,pois não há como viver no luxo sem ouvir o grito dos esfamiados. Que venha a Dilma, pois nós não temos dúvidas da sensibilidade do coração dessa moça que, Presidência, não vai atrapalhar o rico – vai mexer nas políticas fiscal e tributária para que o brasileiro pague menos impostos – mas vai erradicar a miséria nos seus próximos oito anos de governo e promover a cidadania de nossa gente excluída.
    Como seria bom se o povo goiano entendesse que Goiás não pode ficar na contramão da história com Marconi no Palácio das Esmeraldas. Estão disputando o pleito no Estado dois grandes nomes ligados ao presidente Lula: Iris Rezende e Vanderlan Cardoso. Dois gigantes da administração pública, bem ao contrário, portando dce quem não consegue gerenciar nada, e faz uso do poder para sua satisfação pessoal e favorecer grupos de apaniguados. A história dos goianos está aí, recente, para quem queira conferir.

  • Thiago

    -

    31/7/2010 às 14:44

    O Ibope deu 12% de vantagem para Dilma em MG. Já a Sensus na sua pesquisa para o PR em MG deu 1% de vantagem para o Serra. O Ibope tá perdidinho. Só esquero que o Ibope tenha errado nas entrevistas no Sudeste e Centro-Oeste de proposito para dar a imprenssão que depois da participação (que ainda vai acontecer) de Dilma e Serra no Debate da BAND os numeros mudaram nestas regiões o que deixaria a Dilma mais nervosas nos outros debates.

  • Thiago

    -

    31/7/2010 às 14:15

    Pesquisa Ibope: No Sul parece que Dilma caiu de 37% para 31% e Serra subiu de 45% para 46%. Já no Sudeste Serra caiu de 41% para 35% e Dilma subiu de 34% para 37%. No Centro-Oeste Serra caiu 10% e Dilma subiu 5%. A pesquisa Ibope está totalmente fora da realidade. Como Dilma caiu no Sul e subiu no Sudeste e Centro-Oeste? Agora Vox e Sensus vão manipular muito devido a um erro dos entrevistadores do Ibope. Porém rezo para que a tática do Ibope tenha sido manipular os números contra o Serra para mostrar os verdadeiros na próxima pesquisa que deve ser feito depois do Debate da Band.

  • ZECA BRASILEIRO :

    -

    31/7/2010 às 14:00

    O PSDB não gosta da Petrobras. Nem do Brasil”

    Em entrevista concedida ao Correio da Cidadania, em janeiro deste no, o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras, Fernando Siqueira, alertava para uma nova campanha de desmoralização da empresa diante do público. Entre outras coisas, ele recorda que a gestão do PSDB governando o país foi responsável pela quebra do monopólio do petróleo, pela venda de 36% das ações da Petrobrás na Bolsa de Nova York por menos de 10% do seu valor real. Para Siqueira, o governo depende da participação popular para defender o nosso petróleo.

    Maior e talvez mais emblemática empresa brasileira, a Petrobrás começa 2009 da mesma maneira que terminara 2008, isto é, no centro dos mais importantes, e acalorados, debates nacionais. Acusações de má gestão, empréstimos questionados, pesadíssimo jogo de influência nos corredores políticos em torno do marco regulatório petroleiro foram todos pontos respondidos por Fernando Siqueira, novo presidente da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobrás), em entrevista concedida ao Correio da Cidadania.

    Explicando serem de rotina os empréstimos tomados no final do ano passado, Siqueira alerta para uma nova campanha de desmoralização da empresa diante do público, o que seria estratégico para os setores interessados na manutenção do atual marco regulatório do petróleo.

    No entanto, não referenda completamente a gestão da empresa, como, por exemplo, no que se refere à situação de alguns funcionários, especialmente terceirizados, que trabalham sob condições precárias (foram 15 mortes em 2008). Tal deterioração de sua infraestrutura, aliás, poderia não ser mera coincidência em meio às descobertas do pré-sal e à grande interrogação nacional sobre quem exercerá o controle dessa fortuna não renovável.

    Correio da Cidadania: No último mês de 2008, vieram a público informações a respeito de empréstimos que a Petrobrás vem tomando da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. Os comentários acerca do tema são exageros e tais operações podem ser consideradas rotina de uma empresa de tal porte. Ou será que há sinais de que a estatal estaria passando por dificuldades em suas contas?

    Fernando Siqueira: A meu ver, todo este estardalhaço do noticiário faz parte de uma nova campanha de descrédito da Petrobrás perante a opinião pública, visando a desacreditá-la como capaz de desenvolver a produção do pré-sal, uma descoberta monumental, que tem reservas seis vezes maiores que as existentes até hoje. Já vimos esse filme…

    Em 1995, houve forte participação da mídia na defesa da quebra do Monopólio Estatal do Petróleo. Foi montada uma campanha sórdida na mídia contra as estatais em geral e a Petrobrás em especial. A Veja, por exemplo, na ocasião fez uma matéria de dez páginas atacando a empresa com informações absurdamente falaciosas e não respeitou o direito de resposta nem mesmo como matéria paga, desrespeitando o artigo 5º da Constituição.

    No caso presente, essas operações financeiras são feitas como de rotina, mas receberam um destaque na mídia muito maior do que, por exemplo, o caso da americana AES, que na privatização adquiriu a Eletropaulo com dinheiro do BNDES, remeteu lucro para o exterior e não pagou a dívida com o Banco.

    Portanto, é uma operação de rotina da Petrobrás usada como pretexto para uma nova campanha da grande mídia que faz o jogo dos seus anunciantes, ou seja, as corporações multinacionais.

    Outro fato: em 1999, FHC substituiu seis diretores da Petrobrás no Conselho de Administração (CA) por seis conselheiros do setor privado, alguns representantes do sistema financeiro internacional, ficando o CA com nove membros externos. Este CA decidiu por uma economia forçada na empresa, cortando promoções e até despesas com papel higiênico. Objetivo: tentar mostrar ao povo que a empresa está com dificuldades financeiras e não pode conduzir o pré-sal.

    CC: A partir dos empréstimos, começou a se aventar que na verdade o problema da Petrobrás é administrativo, pois foram anos colhendo grandes lucros, com importantes negócios inclusive fora do país. Esse raciocínio pode ser considerado válido?

    FS: Eu não diria que a atual administração tem a competência ideal, pois além da permanência da maioria do segundo escalão do governo FHC, há alguns gerentes nomeados mais por militância do que por competência. Mas, ainda assim, ela consegue ser muito melhor do que as administrações de Reichstul e Francisco Gros.

    Durante a gestão Reichstul, a Petrobrás teve 62 acidentes sérios em dois anos, contra uma série histórica de menos de um acidente grave por ano de 1975 a 1998. Este fato, inclusive, nos levou a suspeitar de sabotagem para jogar a opinião pública contra a Petrobrás. E, a partir de nossas denúncias, os acidentes cessaram. O objetivo era desmoralizar a empresa para desnacionalizá-la. Reichstul chegou a mudar seu nome para Petrobrax com esse objetivo. Ele também desmontou a equipe de planejamento estratégico da Petrobrás, entregando-o à empresa americana Arthur De Little, presidida por seu amigo Paulo Absten. E esta fez um planejamento catastrófico. Definiu a ida para o exterior e a compra de ativos podres na Bolívia, Argentina e Equador como problemas. Ele dividiu a Petrobrás em 40 unidades de negócio para desnacionalizá-la, conforme preconizado pelo Credit Suisse First Boston.

    Francisco Gros, segundo sua biografia publicada em revista da Fundação Getulio Vargas, voltou ao Brasil como diretor do banco Morgan Stanley com a missão de assessorar as empresas americanas no processo de privatização brasileiro. Gros foi para a diretoria do BNDES (que comandou o processo) e acumulava a direção daquele banco com o Conselho de Administração da Petrobrás. Com a saída de Reichstul, ele assumiu a presidência da empresa e, em discurso em Houston (EUA), logo após a posse, declarou que a Petrobrás passaria de empresa estatal para empresa privada de capital internacional. Nós barramos esse seu intento. Mas outro grande estrago foi feito.

    CC: Quanto aos acidentes, o ano começou com o surgimento de outro tema preocupante: a morte de um funcionário, terceirizado, na Bacia de Campos. Desde 95, são 273 mortes, sendo 220 de pessoas ligadas a empresas prestadoras de serviços; em 2008, foram 15 os acidentes fatais. O que pode ser dito desses números e das condições de trabalho dos funcionários, especialmente daqueles que realizam as tarefas de maior margem de risco?

    FS: A terceirização é outro problema sério. Faz parte do plano de ataque à integridade da Petrobrás. Além disto, é uma exploração da mão-de-obra de pessoas que, em sua maioria, são usadas para dar lucro a gigolôs de mão-de-obra. Essas pessoas não têm a menor garantia, como encargos sociais, treinamento ou planos de saúde. De modo geral, são contratados via cooperativa ou são obrigados a criar uma empresa para que os encargos sociais e impostos sejam reduzidos.

    Lembro que quando o Credit Suisse First Boston coordenou a venda da YPF argentina para a Repsol, antes da privatização, a YPF passou de 37.000 para 7.000 empregados, contratando os demitidos como terceirizados. O mesmo banco entregou ao governo Collor um plano de privatização da Petrobrás. Consistia em vender as subsidiárias e dividir a holding em novas subsidiárias para privatização. Terceirizar era parte do plano.

    Collor começou o processo. Itamar Franco, nacionalista, o interrompeu, mas FHC o retomou, tendo elaborado projeto de lei que cria subsidiárias sem ouvir o Congresso e dividido a Petrobrás em 40 unidades de negócio para transformá-las em subsidiárias e privatizá-las. Começou com a Refap do Rio Grande do Sul e pretendia fazer o mesmo com as demais 39 unidades. Parou porque, junto com os dirigentes do Sindipetro-RS, ganhamos uma liminar que suspendeu o processo.

    CC: O desligamento do instituto Ethos, pedido pela Petrobrás no final do ano passado, acabou gerando muitas críticas à empresa, que por sua vez também saiu disparando contra os governos de São Paulo e Minas, acusando-os de conspirar contra a imagem da estatal. Ter adiado a adequação do combustível aos padrões ambientais exigidos não consiste em uma atitude negativa para a imagem da empresa?

    FS: Há informações da própria Petrobrás de que o Instituto Ethos fazia uma campanha insidiosa contra a empresa. Dizia, por exemplo, que a poluição da cidade de São Paulo era devida ao teor de enxofre no diesel, o que não procede. A poluição é formada por poeira, ozônio e outras partículas. Muito pouco tem a ver com enxofre.

    Diz a empresa: `O diretor da Petrobrás classificou de `desinformada e irreal` a crítica de que a empresa não teria se preparado para fornecer o diesel S-50`. Ele destacou os investimentos realizados nas refinarias, no total de US$ 4 bilhões, que permitirão à empresa produzir o diesel. Atualmente, o produto está sendo importado. O diretor ressaltou que somente o fornecimento de um diesel menos poluente não será suficiente para resolver os problemas de qualidade do ar das grandes cidades. Ele chamou atenção para a presença de veículos antigos na frota brasileira, além do tráfego elevado nas grandes cidades, como elementos que devem ser levados em conta. `Não basta só o combustível`, afirmou.

    Outra questão é que o Instituto alegava que a Petrobrás não cumpria a resolução 315 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) que regulava o teor de enxofre; segundo a empresa, não existe uma resolução do Conama que regule o índice de enxofre no diesel.

    `A Procuradora do Ministério Público Federal (MPF), Ana Cristina Bandeira Lins, destacou a iniciativa da Petrobrás em cumprir o acordo com o MPF. Ela esclareceu que a resolução 315 do Conselho Nacional do Meio Ambiente regulamentava as emissões nos veículos com tecnologia P-6, que não estarão disponíveis no mercado brasileiro`.

    Lembro que a gestão do PSDB governando o país foi responsável pela quebra do monopólio do petróleo, pela venda de 36% das ações da Petrobrás na Bolsa de Nova York por menos de 10% do seu valor real. Elaborou o projeto de lei e fez com que o Congresso aprovasse a famigerada lei do petróleo (a Lei 9478/97) que contraria a Constituição, dando a propriedade do petróleo a quem o produz. Além disto, fixou a participação da União na produção de petróleo entre 10 e 40%, quando no mundo os países exportadores recebem a média de 84% de participação e os da OPEP, 90%.

    O governo do PSDB vendeu a Vale do Rio Doce por valor menor do que um milésimo do valor dos ativos e direitos minerários que ela detinha. Ou seja, o PSDB não gosta da Petrobrás. Nem do Brasil.

    CC: Quais são as projeções de investimento para 2009, em meio à queda do preço do petróleo e às expectativas quanto ao pré-sal?

    FS: Segundo o presidente Gabrielli, em entrevista ao portal G1, de 22/12/2008, os investimentos de 2009 crescerão de R$ 50 bilhões para R$ 72 bilhões. Entretanto, o planejamento estratégico da empresa, que inclui o pré-sal, ainda não foi fechado, tendo sido adiado para o final de janeiro. A queda atual do petróleo é temporária. O viés é de alta, em face de estarmos atingindo o pico de produção mundial.

    Acho até que a atual crise mundial foi triplamente oportuna para os EUA:

    1) o dólar estava despencando mundialmente, pois todos os países descobriram que, após a decisão unilateral de Nixon em 71, desobrigando o lastro-ouro para cada dólar emitido, havia US$ 3 trilhões emitidos; e foram emitidos mais 45 trilhões após 71, sem qualquer garantia. A débâcle do dólar quebraria o país (os emitentes de dólar são o Banco Central americano – o FED – e suas 12 filiais – todas privadas). A crise levou os investidores para os títulos do tesouro americano, ressuscitando o dólar;

    2) Os EUA importam cerca de 5 bilhões de barris de petróleo por ano. A crise derrubou o preço do barril dando um enorme alívio à sua economia;

    3) Os EUA estão montando um esquema de pressão e lobby para obter o pré-sal, tendo até reativado a 4ª frota. Com a queda brutal dos preços esse trabalho fica mais fácil, porque os brasileiros passam a achar o pré-sal inviável e reduzem o interesse e a mobilização em defesa dessa imensa riqueza, cada vez mais estratégica e mais escassa.

    CC: Um assunto que parece ainda inevitável para este ano é o que se refere ao atual marco regulatório do petróleo. Será necessária a mobilização popular contra o lobby em favor dos estrangeiros ou o governo poderá dar conta de realizar as alterações desejadas pelos setores mais nacionalistas e prometidas pelo próprio Lula sem essa mobilização?

    FS: O governo precisa muito da participação popular na defesa do nosso petróleo. Ele vem sofrendo pressões terríveis contra a mudança do marco regulatório, altamente pernicioso para o país. Há duas fontes poderosíssimas comandando esse lobby:

    1) Os Estados Unidos, que consomem cerca de 10 bilhões de barris por ano e só têm 29 bilhões de reservas. O pré-sal representa para eles cerca de 9 anos de consumo;

    2) O cartel internacional do petróleo, formado pelas sete irmãs, e que domina o setor há 150 anos com todo tipo de ações pouco recomendáveis, como suborno, deposição e assassinato. Agora esse cartel está vendo ameaçada sua sobrevivência pelo fato de suas reservas minguarem para apenas 3% das reservas mundiais, contra 65% em poder das 8 `irmãs` estatais: Saudi Aramco (Arábia Saudita), INOC (Irã), Petrochina, Petronas (Malásia), Gazprom (Rússia – renacionalizada), Petrobrás, PDVSA (Venezuela) e Pemex (México). O Financial Times publicou matéria que prevê menos de 5 anos de vida ao cartel se a situação de suas reservas permanecer assim. Eles não vão aceitar esta morte facilmente.

    Há, portanto, um lobby pesado pela manutenção do marco regulatório, que favorece muito os EUA e o cartel das irmãs. Ocorreram quatro audiências públicas e seminários no Senado Federal em 2008. Cada um com cerca de cinco mesas. Cada mesa com pelo menos dois lobistas. Estavam lá nomes como: João Carlos de Luca, presidente da Repsol (empresa espanhola adquirida pelo banco Santander – braço do Scotland National Bank Corporation, de capital Anglo-Saxão); David Zilberstajn – ex-diretor da ANP, que iniciou os leilões dotando os blocos de áreas 220 vezes maiores que os blocos licitados no Golfo do México; Eloi Fernandes, idem a Zilberstajn; Adriano Pires, lobista do Instituto Liberal, criado pela Shell para ajudar a derrubar o monopólio do petróleo; Jean Paul Prates, idem a Adriano. E muitos outros.

    Nós enviamos uma carta ao Senado reclamando nossa participação como contraditório. Numa das audiências nos concederam cinco minutos para falar. O lobby é poderoso.

    Gabriel Brito é jornalista; Valéria Nader, economista, é editora do Correio da Cidadania.

    Publicado originalmente: (Correio da Cidadania – 20-Jan-2009)

  • Thiago

    -

    31/7/2010 às 12:47

    O que ferrou o Serra na pesquisa foi os numeros do Sudeste totalmente fora da realidade. Não tenho duvidas que os entrevistadores do Rio de Janeiro são treinados para beneficiar Sérgio Cabral e Dilma. Tudo pq um filho de uma pessoa importante do Ibope ganhou uma concorrência realizada pelo Governo do Rio.

  • Hrzko

    -

    31/7/2010 às 11:19

    [PARA 'CRIS AZEVEDO'] SÓ SOBROU O ‘CHUTAFOLHA-DE-PIRACICABA’ PARA VENDER A PAMONHA DO ‘SERRA-NA-FRENTE’… :-) AGORA, SE A O ‘CHUTAFOLHA’ DER A DILMA NA FRENTE (O QUE É MUITO PROVÁVEL, VEZ QUE O ‘CHUTAFOLHA’ ESTÁ ISOLADO EM SEU FUNDAMENTALISMO SERRISTA…), SERIA O CASO DE DIZER QUE A BATATA DO SERRA CARBONIZOU E A PAMONHA DO PSDB ESTRAGOU????… :-)

  • Hrzko

    -

    31/7/2010 às 11:00

    …AGORA É DEMAIS! QUER DIZER QUE O LEGIONÁRIO-TUCANO-BLOGUEIRO ‘THIAGO’ TEM UM ‘INSTITUTO DE PESQUISA ELEITORAL’ PRÓPRIO. O ‘INSTITUTO-DO-EU-SOZINHO’???… :-) ISTO SIGNIFICA QUE O ‘INSTITUTO THIAGO’ AGORA É MAIS APURADO QUE O IBOPE, O VOX POPULI, O SENSUS, ETC.? :-) REALISMO, SENHORES TUCANOS… REALISMO… :-) CHEGA DE HIPNOSE COLETIVA (DE UMA COLETIVIDADE PEQUENA, A DA COLIGAÇÃO DO PSDB-DEMO E OUTROS, DIGA-SE…). :-) DIFÍCIL… DIFÍCIL A DILMA NÃO GANHAR (EXCEÇÃO FEITA PARA UM EVENTUAL ‘PLANO B’, VALE DIZER, UMA ‘OPERAÇÃO HONDURAS’ AQUI NO BRASIL). FORA DESTA HIPÓTESE CANHESTRA, O BORNHAUSEN PODE SAPATEAR… :-) O CÉSAR MAIA PODE DAR PIRUETA… :-) O SERRA PODE DAR CAMBALHOTA NO TELHADO… :-) ESTATÍSTICA É CIÊNCIA QUE NÃO SEGUE OS PADRÕES DO ‘CHUTAFOLHA’… :-) O SERRA ESTÁ EM CAMPANHA ELEITORAL ANTECIPADA HÁ OITO ANOS. HÁ OITO ANOS O SERRA ESTÁ ESTACIONADO NOS ‘TRINTA E POUCOS POR CENTO’. :-) ‘ESTACIONADO’ É MODO DE DIZER… NA VERDADE, SERRA ESTÁ EM QUEDA-LIVRE FAZ MESES… ‘NOSE DIVING’ (MERGULHO DE NARIZ) COMO DIZEM OS AMERICANOS. :-)

  • Thiago

    -

    31/7/2010 às 10:33

    Outro detalhe estranho na pesquisa Ibope é que nenhum dos nanicos pontuou. Como assim? Será que os entrevistadores do Ibope manipularam os questionarios? Na pesquisa Datafolha se nao me engano todos eles somados atingiram 7%. E no Ibope nada? E na minha todos eles pontuaram em universo de mais de 850 votos. A pesquisa Ibope foi muito estranha. Nem na Vox Populi a Dilma subiu pq ela cresceu do nada 3% no Ibope? A unmica explicação são esses tais de parceiros do Ibope Inteligencia. Eu nao compraria uma pesquisa do Ibope ou eles usam seus funcionarios ou então pare de contratar terceiros para fazer suas pesquisas.

  • Policarpo Quaresma

    -

    31/7/2010 às 9:25

    Exceto num país chamado ‘Datafolha’, Serra desce a ladeira e inspira rejeição no eleitorado brasileiro. A tentativa de ocupar a vaga de Álvaro Uribe e trazer o belicismo de extrema-direita para a disputa política nacional não deu certo. A exemplo do Vox Populi, o IBOPE desta 6º feira confirma: um em cada quatro brasileiros não votariam de jeito nenhum no político arestoso que agride como Uribe, mente como Carlos Lacerda e pode acabar como Cristiano Machado, o mineiro que impôs a sua candidatura ao PSD nas eleições presidenciais de 1950, sendo abandonado pelo próprio partido, que deu apoio a Getúlio Vargas. Seu nome inspirou o termo “cristianização” para designar o candidato ‘escondido’ pelos companheiros de sigla, que temem o contágio tóxico de sua impopularidade nas próprias bases eleitorais. Até a semana passada a maior parte do material de campanha de Aécio Neves, candidato ao Senado por MG, e o de Anastasia, seu candidato ao governo do Estado, omitia a imagem e o nome de Serra em santinhos e adesivos. Na 6º feira, em Belo Horizonte, já informados do IBOPE, Serra recebeu o ‘apoio’ resignado de Itamar Franco, um dos maiores adversários de sua candidatura que nunca escondeu a preferência por Aécio na corrida presidencial.

  • ZECA BRASILEIRO :

    -

    31/7/2010 às 8:40

    ZECA BRASILEIRO O COMENTÁRIO SUBSTANCIAL E INTERESSANTE ::
    31 julho, 2010 as 04:54

    Serra está perdendo status de preferido do mercado

    O tucano José Serra iniciou sua campanha pela Presidência do país como o preferido dos mercados financeiros, mas suas últimas declarações contundentes sobre política econômica estão gerando dúvidas em muitos investidores.

    Alguns investidores e especialistas políticos disseram que estão mais cautelosos sobre Serra do que sobre sua principal rival, Dilma Rousseff (PT). Serra, 68 anos, político veterano do PSDB, tem preocupado sobre Banco Central, juros e um maior papel do Estado na economia.

    A aparente mudança na confiança causa uma reviravolta no senso comum relacionado à corrida presidencial, e pode mexer nos mercados de câmbio e de títulos se Serra permanecer forte nas pesquisas à medida que a eleição se aproximar, disseram investidores.

    “O sistema financeiro secretamente prefere a Dilma”, disse Tony Volpon, chefe de pesquisa de mercados emergentes da Nomura Securities em Nova York.

    Em muitos quesitos, Serra deveria ser o preferido do investidor. Ele ostenta um doutorado em economia pela Cornell University, uma vasta experiência no Executivo e um partido que realizou privatizações e reformas pró-mercado no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

    Dilma, por outro lado, funcionária pública de carreira, já foi guerrilheira e nunca foi eleita a um cargo público.

    Ela, porém, abriu seu caminho para conseguir o apoio de investidores ao se distanciar de algumas propostas mais esquerdistas do PT. Dilma também prometeu continuar com políticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que agradam os mercados e que ajudaram a impulsionar a economia nos últimos anos.

    “Nenhum dos candidatos é o sonho de Wall Street, mas Serra é o maior risco. Ele traz mais incerteza e possibilidade de mudança”, disse Alexandre Barros, analista político que acompanha Serra desde que os dois eram ativistas estudantis em São Paulo, em 1962.

    Xico Graziano, assessor de Serra, tentou amenizar as preocupações dos investidores: “Os investidores conhecem as qualidades do Serra e o modo dele entender a economia, não é segredo para ninguém.”

    NERVOSISMO NO MERCADO?

    Até agora, poucos investidores se preocuparam com as eleições de 3 de outubro, descartando qualquer um dos principais candidatos como populistas que ameacem a estabilidade econômica.

    Mas esse sentimento de calma está em risco com a proximidade da eleição e a articulação mais clara dos candidatos sobre suas propostas e programas.

    Serra disse nesta semana que as taxas de juros precisam ser reduzidas e que o real está “megavalorizado”.

    “Com o Serra há preocupação com as taxas de juros e câmbio, embora eu pense que ele seria mais rígido na disciplina fiscal do que a Dilma”, disse Reginaldo Alexandre, diretor da Abamec (Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais) em São Paulo.

    Dilma tem conseguido avanços nas pesquisas de intenção de voto, apoiada pelo crescimento da economia e pela alta taxa de aprovação de Lula, embora não tenha chegado a uma liderança clara.

    “O mercado não precificou o risco de Serra porque ele acha que a Dilma vai vencer”, disse Rafael Cortez, analista político da consultoria Tendências.

    Se a petista não estabelecer uma vantagem sólida sobre Serra em agosto, Volpon disse que “pode haver movimentos violentos (do mercado), especialmente na taxa de câmbio”.

    PAPEL DO ESTADO

    Serra também deu sinais mistos sobre o papel do Estado na economia. Ele criticou a criação de uma nova companhia estatal e o uso de recursos do Estado para o trem-bala, e prometeu restaurar os poderes das agências reguladoras.

    Mas também elogiou as medidas de estímulo econômico de Lula e propôs mais desenvolvimento liderado pelo Estado.

    “Defendo um projeto de desenvolvimento nacional para o Brasil, o ativismo governamental”, disse Serra.

    Apesar de querer cortar os excessos do governo, Serra também quer dobrar o Bolsa Família de Lula, criticado durante anos por muitos de seus partidários.

    Alguns analistas dizem que as posições variadas refletem sua estratégia de campanha. Ele pretende ser visto como uma mudança, mas não quer abandonar as políticas que tornaram Lula popular.

    “A Dilma diz ao mercado o que ele quer ouvir. A mensagem de Serra é mais política, porque ele precisa ganhar votos”, disse Dany Rappaport, sócio da consultoria financeira InvestPort.

    Mas Serra tem um histórico de intervenção governamental e é ligado à escola de pensamento que defende planejamento econômico, Estado forte, controles de capital e substituição de importações.

    “Suas propostas refletem suas crenças –não é propaganda. Mas, de qualquer forma, isso gera incerteza”, disse Barros.

  • Thiago

    -

    31/7/2010 às 0:55

    O Ibope “roubou” digo os “parceiros” do Ibope roubou. O Ibope não usa 100% dos seus funcionários pois são muitas pesquisas e portanto usa “parceiros” do Ibope. O resultado de 39% de Dilma é o mesmo porcentual que ela conseguiu na minha enquete. Porém Serra na minha está com 38% e Marina 17%.

    Tenho certeza que o resultadodo Ibope está totalmente errado pois Marina apareceu só com 7% e no Datafolha ela apareceu com 10% o que em tese siginifica que o resultado do Datafolha é o que esta dentro da realidade.

    * Porém acho que a idéia do Ibope foi subir a Dilma agora e mostrar os verdadeiros números depois do Debate da Band. Acho que ela irá tombar na proxima pesquisa Ibope.

  • Hrzko

    -

    30/7/2010 às 23:38

    OUTRA QUESTÃO ME MARTELA O CÉREBRO: SE O IBOPE DEU A DILMA COM ’5%’ DE VANTAGEM SOBRE O SERRA, NO MÍNIMO ISTO SIGNIFICA UNS 10% DE VANTAGEM… :-) SERÁ QUE MINHA INTUIÇÃO ESTARIA TÃO ERRADA ASSIM?… :-)

  • .J.B.CRUZ

    -

    30/7/2010 às 23:37

    Para mim o DATA-FOLHA é o instituto de mais credibilidade..
    VOX POPULLI e SENSUS, são piadas…
    IBOPE é dúbio..

  • Hrzko

    -

    30/7/2010 às 23:36

    …SOBROU O ‘CHUTAFOLHA’ COMO ÚLTIMO BASTIÃO DO TUCANISMO. SÓ QUE TEM UM GRANDE PROBLEMA: O ‘CHUTAFOLHA’ NÃO TEM TANTA PERSONALIDADE ASSIM. NEM PARA MAQUIAR SUAS TABULAÇÕES. DA ÚLTIMA VEZ QUE ISTO ACONTECEU, DEU O MAIOR BODE E UMA SEMANA DEPOIS O ‘CHUTAFOLHA’ FEZ A DILMA SUBIR UNS 10% (PARA NÃO FICAR TÃO FEIO ASSIM)… :-)

  • Hrzko

    -

    30/7/2010 às 23:31

    BOM… SAIU HOJE A PESQUISA DO IBOPE (O ALTAR DO PSDB…). :-) AGORA É QUE FICA MAIS DIFÍCIL AINDA O SERRA SE EQUILIBRAR EM CIMA DO TELHADO… :-) RESTA AOS LEGIONÁRIOS TUCANOS-BLOGUEIROS INVENTAREM UMA NOVA ‘TEORIA CONSPIRATÓRIA’, NÃO?… :-) QUEM SABE NÃO SERIA O CASO DE DIZER QUE O DONO DO IBOPE SE CONVERTEU AO PETISMO?… :-) OS TUCANOS PRECISAM DE UM ‘CHOQUE DE SENSATEZ’… NÃO É POSSÍVEL INSISTIR NO SURREALISMO E DESCONSIDERAR A REALIDADE DO MUNDO MATERIAL… :-) SÓ QUEM NÃO É DE SÃO PAULO QUE GOSTA DE INCENSAR O PSDB. O POVO NÃO QUER QUE O PSDB VOLTE AO GOVERNO FEDERAL NEM QUE A VACA MORRA TOSSINDO… :-) SÓ QUEM SEMPRE MOROU EM SÃO PAULO É QUE TEM A NOÇÃO PRECISA DE QUANTO OS 16 ANOS SEGUIDOS DE DESGOVERNOS DE EXTREMA-DIREITA (PSDB) CORROERAM A ECONOMIA, A EDUCAÇÃO, A SEGURANÇA, OS SALÁRIOS E A INDÚSTRIA DAQUI… :-( TENHA DÓ… :-) REALISMO, SENHORES TUCANOS… POR FAVOR.

  • Cris Azevedo

    -

    30/7/2010 às 22:56

    OLha a pesquisa, olha a pesquisa, pesquisa de Piracicaba!

    Tem pesquisa que dá Serra na frente, tem pesquisa que dá Dilma e tem até pesquisa que dá empate. Vamo lá, madama, pode escolher!

  • Mario

    -

    30/7/2010 às 21:36

    O instituto thiago errou feio desta vez.
    Saiu o isento Ibope: Dilma 39, Serra 34.

  • Zadig

    -

    30/7/2010 às 20:07

    As vezes até o pessoal do PSDB fica com vontade de ver uma pesquisa com resultado ‘encomendado’, não é mesmo? Embora o usuário mais comum seja o PT, para ver se empurra a Dilma para cima…

  • Thiago

    -

    30/7/2010 às 19:42

    Dilma ficou na frente no Ibope. Os entrevistadores do Rio ferraram o Serra. Bricandeira. O Ibope nao tem jeito nao.

  • PAC = Propina Antes de Começar. O BRASIL PODE MAIS SERRA 45 JÁ

    -

    30/7/2010 às 19:11

    moro no em cruzeiro do sul -Acre voto O BRASIL PODE MAIS SERRA 45 JÁ

  • Thiago

    -

    30/7/2010 às 17:50

    Vídeo feito especialmente para o Marcos Dilmaboy Coimbra

    http://www.youtube.com/watch?v=3E2lDQtd4dg

    A nova obra do @Exilado

  • DILMA+++++++

    -

    30/7/2010 às 17:31

    O DATAFOLHA, QUE ESTA MAIS CONHECIDO COMO DATAFONE, POR NAO ACEITAR PESQUISAS COM ELEITORES QUE NAO FORNEÇAM OS NUMEROS DOS TELEFONES FIXOS OU CELULARES, É UMA FORMA DE DEIXAR DE ENTREVISTAR 35% DOS ELEITORES MAIS POBRES DO PAIS, ESTE CRITERIO REALMENTE FAVORECE O SERRAGIO, QUE É MAIS VOTADOS NAS CLASES ALTAS DO PAIS.

  • Hrzko

    -

    30/7/2010 às 17:22

    DIFÍCIL… DIFÍCIL A DILMA PERDER. SÓ SE HOUVER UMA ‘OPERAÇÃO HONDURAS SUBTROPICAL’. :-(

  • Hrzko

    -

    30/7/2010 às 17:21

    …NO MAIS, ALÉM DE SERRA JÁ TER SUBIDO AO TELHADO, O MESMO JÁ ESTÁ SAPATEANDO E DANDO SALTO MORTAL SOBRE AS TELHAS. :-)

  • Hrzko

    -

    30/7/2010 às 17:20

    JOSÉ SERRA ESTÁ EM UMA ESPÉCIE DE TRANSE POLÍTICO. DEPOIS DE APUNHALAR PUBLICAMENTE GERALDO ALCKMIN E AÉCIO NEVES, OS PRÓPRIOS CANDIDATOS TUCANOS REJEITAM A FIGURA DE JOSÉ SERRA EM SUAS RESPECTIVAS CAMPANHAS ELEITORAIS (SANTINHOS, ADESIVOS, ETC.). :-) SERRA É UM ZUMBI ELEITORAL. SÓ FALA DE FARC, URIBE, CHAVEZ, IRÃ, ETC. COMO SE ELE TIVESSE ALGUMA EXPERIÊNCIA PRÁTICA EM POLÍTICA INTERNACIONAL… :-)

  • Hrzko

    -

    30/7/2010 às 17:17

    ALIÁS, O ‘VOX’ OPEROU UM VERDADEIRO MILAGRE AO FAZER OS CIENTISTAS POLÍTICOS, ESTATÍSTICOS E MATEMÁTICOS DO ‘CHUTAFOLHA’ A SUMIREM COM MAIS OU 10 OU 11% DE SUPOSTA ‘VANTAGEM’ :-) DE JOSÉ SERRA DE UMA SEMANA PARA OUTRA. FOI NAQUELA SEMANA EM QUE O ‘VOX’ APONTOU UMA VANTAGEM EXPRESSIVA DE DILMA SOBRE O TUCANO. O ‘CHUTAFOLHA’ (PARA NÃO PASSAR VERGONHA…) EM SETE DIAS ‘CONCEDEU’ UNS 10% PARA DILMA… :-)

  • Hrzko

    -

    30/7/2010 às 17:12

    …O CANDIDATO SERRA ESTÁ EM CAMPANHA ELEITORAL ANTECIPADA DESDE 2002 E DESDE ENTÃO ESTÁ ESTACIONADO EM ‘TRINTA E POUCOS POR CENTO’. SERÁ POSSÍVEL QUE UM SUJEITO EM CAMPANHA A OITO ANOS ININTERRUPTOS E NÃO SAI DOS ‘TRINTA E POUCOS’ DE REPENTE VAI SUBIR NAS ESTATÍSTICAS A MAIS DE 50%?…

  • Hrzko

    -

    30/7/2010 às 17:10

    …É. O SERRA (E SEUS LEGIONÁRIOS-BLOGUEIROS), NO CASO AQUI, UM SÓ (SR.’THIAGO’) SE FIAM UNICAMENTE NO ‘CHUTAFOLHA’ E NO ‘IBOPE’ (ESTE ÚLTIMO É AQUELE INSTITUTO DE ‘PESQUISA’ (PESQUISA?…) CUJO DONO (SR.MONTENEGRO) DIZIA NO ANO PASSADO QUE ‘LULA NÃO VAI CONSEGUIR TRANSFERIR VOTOS A SUA CANDIDATA…’ E TAMBÉM, ‘SERRA JÁ ESTÁ ELEITO PRESIDENTE EM 2010′… PERAÍ… O IBOPE É ‘ISENTO’?…

  • Thiago

    -

    30/7/2010 às 16:45

    Mais uma para desmascarar a VOX:

    As pesquisa interas feitas pela VOX para o PT não é feita através de telefone? Então como se explica as pesquisa internas do PT que mostra Dilma com cerca de 10% de vantagem se o Marcos Coimbra revelou na última semana que na última pesquisa Nacional feita para a Band no universo das pessoas que possui telefone ou celular Dilma e Serra tiveram uma diferença de apenas 1% um do outro.

    Ou seja as pesquisas internas plantadas pelo PT são falsas.

    Como é possivel que na pesquisa interna que é feita através de telefone Dilma tem de 8% a 10% de vantagem. Se na pesquisa Band/iG ela teve só 1% de vantagem no universo do eleitorado com telefone ou celular?

  • Thiago

    -

    30/7/2010 às 16:16

    Alguém me explica como é possível que 30% de um eleitorado de 135 milhões de pessoas não possui telefone fixo nem celular? São mais de 40 milhões de pessoas. . Só a Anatel para revelar a porcentagem correta de pessoas (eleitores) que não possui telefone fixo nem celular.

  • Thiago

    -

    30/7/2010 às 16:04

    70% de Entrevistas (Universo dos entrevistados com Telefone ou Celular) 91 milhões de eleitores Dilma e Serra empatados na ultima pesquisa Vox. Porém parece que Dilma teve 1% a mais neste universo na ultima pesquisa VOX o que daria ela cerca de 900 mil votos a mais.

    Pegando o restante dos 30% daria um total de 39 milhões de eleitores sem Telefone ou Celular. Segundo Coimbra quando juntando esses 30% com os outros 70% Dilma abre 8% de vantagem. O que eu acho impossivel.

    8% de Vantagem significa mais de 10 milhões de votos a mais no universo de 100%. Ou seja de 1 milhão de votos de vantagem num universo de 70% a Dilma pularia para uma vantagem mentirosa de 10 milhões de votos com os restantes 30%.

    Agora so um matematico para fazer a conta que revelaria o desempenho de Dilma entre os 30% dos sem telefones/celular para ela pular de 1% no universo de 70% para 8% somando o restante dos 30%.

  • Bye Bye Zé Alagão

    -

    30/7/2010 às 15:55

    O Datafolha faz pesquisas com eleitores sem e com telefone.
    O Datafolha (quase) não faz pesquisas com eleitores pobres ou das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

  • Thiago

    -

    30/7/2010 às 15:08

    Como se viu o Coimbra imaginava que o Datafolha não fazia entrevistas com eleitores sem telefones e usava disto como uma forma de manipular as pesquisas da VOX a favor da Dilma. Eu fico supreso que 30% da população de eleitores segundo o Dilmaboy Coimbra não tem telefone e nem celular. Só para deixar claro o diretor do Datafolha desmentiu o Coimbra e diz que o Datafolha pesquisa sim eleitores com ou sem telefone.

  • Impresa Brasileira

    -

    30/7/2010 às 15:03

    As pesquisas só mostra a intenção, mas o estimolo do eleitor esta se formando cada vez mais.
    http://www.imprensabrasileira.com.br/

  • Thiago

    -

    30/7/2010 às 14:56

    Segundo o Marcos Dilmaboy Coimbra cerca de 40 milhões de eleitores (30%) não tem telefone em casa. O Dilmaboy Coimbra manipula as pesquisas pensando que o Datafolha não faz pesquisas com eleitores sem telefone. A propria Datafolha desmentiu o Coimbra e falou essa semana que eleitores sem telefone também participam das entrevistas do Datafolha.

  • Thiago

    -

    30/7/2010 às 14:51

    Dizem que Serra ficou em 1º lugar na pesquisa Ibope para o desespero do Marcos Dilmaboy Coimbra. A notícia ruim é que a Globo teria adiado a divulgação para o sábado…

  • Thiago

    -

    30/7/2010 às 14:48

    O PSDB de MG deve ter problema. Como eles compram pesquisas do Marcos Dilmaboy Coimbra? O Dilmaboy dos insitutos já declarou seu voto a Dilma e que Dilma vencerá no 1º turno. Na verdade o Marcos Dilmaboy Coimbra escreve estes artigos como um aviso a seus funcionários. O PSDB precisa acordar e perceber que a VOX manipula para o PT.

  • ALVARO

    -

    30/7/2010 às 14:41

    EXISTE UMA GRANDE DIFERENÇA EM VC CONTRATAR UMA PESQUISA A UM INSTITUTOE NÃO PEDIR OU PAGAR POR MUTRETAS E CONTRATÁ-LO E MANDAR MAQUIAR NÚMEROS, OLHE AS DISCORDÂNCIAS DOS NUMEROS DA VOX NO PARANÁ.

 

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