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Testamos os Pixel Buds — os fones do Google usados para tradução

Aparelho foi lançado em novembro do ano passado, nos Estados Unidos, com a promessa de traduzir 59 idiomas de forma simultânea, inclusive russo e português

Por Alexandre Salvador, de Sochi - 24 jun 2018, 06h00
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Não há como estar na Rússia e ficar alheio à relevância da literatura para a história do país. Dostoiévski, Tolstói, Púshkin — eles estão não apenas em livros, mas também nas ruas, nas praças, nas estações de trem e metrô. Só não batizam estádios de futebol. Inspirada nesse dado cultural incontornável, VEJA publicou uma imaginária Copa da Literatura Russa, em que dezesseis gênios da prosa e da poesia em cirílico dos séculos XIX e XX se enfrentavam uns aos outros, com os resultados sendo dados por um time de especialistas. O campeão foi Púshkin, “o nosso tudo”, como dizem os russos. Agora, VEJA fez outra experiência de cunho linguístico: testar os Pixel Buds, os fones de ouvido sem fio (a cordinha, na foto acima, serve apenas para que os fones não caiam no chão) lançados pelo Google, em novembro do ano passado, nos Estados Unidos, com a promessa de fazer a tradução simultânea de voz em 59 idiomas, inclusive o russo e o português, direto no ouvido de quem porta o aparelhinho.

O funcionamento: ao tocar com a ponta do dedo no fone direito posto na orelha, basta falar algo no idioma de sua preferência e o texto, já devidamente traduzido, é exibido na tela do celular e reproduzido no alto-falante do smartphone. Depois de uma semana de convivência com cidadãos que pouco usam o inglês (apenas 3% têm fluência na língua) e com a grafia impenetrável para quem não conhece o alfabeto cirílico, é possível estabelecer um veredicto.

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