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“É mais fácil largar as drogas do que a internet”, diz hater

Diego Novak chegou a procurar ajuda para controlar seu impulso de disseminar o ódio na internet

Por Da redação 29 jan 2017, 14h59

Reportagem publicada em VEJA nesta semana abordou como a disseminação do discurso do ódio tem prejudicado e sufocado as discussões nas redes sociais. Além de ouvir as vítimas do linchamento online, VEJA entrevistou os ditos haters — como são chamados, no termo em inglês, os promotores da intolerância virtual.

  • No caso do psicólogo Diego Novak, ele se defende dizendo que seu problema foi germinado ainda na infância, por ter sido alvo de bullying na escola. A reportagem exibe que, entre adolescentes americanos, 34% deles dizem ter sido vítimas diretas do ódio, enquanto 15% admitiram ter agido como haters em algum momento.

    Novak buscou acompanhamento profissional para tratar de sua dependência em internet — e, principalmente, em espalhar comentários maldosos pelas redes sociais — e para controlar os impulsos que o fizeram interferir indevidamente na vida de outras pessoas, conhecidas ou não por ele.

     

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