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Moderna inicia investigações para vacina contra varíola dos macacos

Empresa de biotecnologia verifica potenciais imunizantes contra a doença e diz que eventual vacina será baseada em RNA mensageiro

Por Paula Felix Atualizado em 26 Maio 2022, 12h17 - Publicado em 25 Maio 2022, 16h24

A empresa de biotecnologia Moderna anunciou que investiga “potenciais vacinas” contra a varíola dos macacos (monkeypox, em inglês), zoonose viral capaz de infectar humanos que está causando um surto em países europeus, como Espanha, Portugal e Reino Unido. A análise ainda está em fase pré-clínica, mas a empresa não informou se é in vitro ou com animais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre os dias 13 e 21 deste mês foram confirmados 92 casos da doença em 12 países fora da África central e ocidental, onde a infecção é endêmica.

Em nota, a Moderna disse que um eventual imunizante contra a doença terá como base a plataforma de RNA mensageiro, a mesma tecnologia utilizada na vacina contra a Covid-19 da empresa.

A companhia informou que, em março deste ano, firmou um compromisso com o avanço de programas, até 2025, contra patógenos que representam uma ameaça à saúde pública.

“Ressaltando esse compromisso e, como a varíola dos macacos é de importância global para a saúde pública, conforme identificado pela Organização Mundial da Saúde, a Moderna está investigando potenciais vacinas contra a varíola dos macacos em nível pré-clínico”, explicou, ainda em nota.

Descoberta em 1958, a varíola dos macacos circula principalmente entre roedores e humanos podem se infectar com o consumo da carne, contato com animais mortos ou ferimentos causados pelos roedores. Entre os sintomas, estão: febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfonodos inchados, calafrios e exaustão. A erupção cutânea começa geralmente no rosto e, depois, se espalha para outras partes do corpo, principalmente as mãos e os pés. A doença é endêmica em países da África central e ocidental, como República Democrática do Congo e Nigéria.

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