Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Coronavírus: teste ‘revolucionário’ é aprovado na Inglaterra

Autoridades de saúde do país garantem que exame pode aferir com 100% de certeza se alguém contraiu ou não a Covid-19

Por Da Redação Atualizado em 14 Maio 2020, 13h55 - Publicado em 14 Maio 2020, 13h47

Um teste chamado de “revolucionário” pelo primeiro-ministro britânico Boris Johnson para descobrir se uma pessoa já teve ou não a Covid-19 foi aprovado nesta quinta-feira 14 na Inglaterra. As autoridades de saúde do país garantem que o novo exame de anticorpos pode afirmar com 100% de certeza se alguém já contraiu o novo coronavírus.

ASSINE VEJA

Quarentena em descompasso Falta de consenso entre as autoridades e comportamento de risco da população transforma o isolamento numa bagunça. Leia nesta edição
Clique e Assine

O exame de sangue detecta os anticorpos presentes nos pacientes que foram expostos ao vírus, mesmo se eles não chegaram a desenvolver os sintomas da doença. Os profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate serão as primeiras pessoas testadas no Reino Unido. A Public Health England, órgão que cuida da saúde pública no país, autorizou o primeiro teste comercial para uso da população.

“Na semana passada, nossos especialistas realizaram uma avaliação independente do novo teste de sorologia em tempo recorde, concluindo que é um teste com especificidade de 100%. Este é um desenvolvimento muito positivo, porque esse teste de anticorpos é um marcador muito confiável de infecção passada”, afirmou o coordenador do programa John Newton ao jornal The Times.

Uma especificidade de 100% significa que não há a probabilidade de haver um exame com um resultado falso positivo. Portanto, se os exames de uma pessoa identificar os anticorpos para a doença, significará que ela realmente contraiu o coronavírus, sem possibilidade de erro, garantem as autoridades britânicas.

A busca agora é para saber se os pacientes curados estão imunes. A Inglaterra acredita que isso permitirá que as autoridades meçam a extensão da contaminação pelo vírus e pode dar mais liberdade aos que foram testados como positivos. Os especialistas do país esperam que quem já teve a Covid-19 esteja imune por dois ou três anos. “O exame pode indicar alguma imunidade a infecções futuras, mas o fato de a presença de anticorpos indicar imunidade ainda permanece incerta”, ponderou Newton.

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)