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Cloroquina: Roberto Kalil foi tratado com a medicação

O cardiologista tomou o remédio nos primeiros quatro dias de internação, quando seu estado de saúde estava mais grave

Por Adriana Dias Lopes Atualizado em 8 abr 2020, 17h25 - Publicado em 8 abr 2020, 11h14

Diagnosticado com Covid-19, o cardiologista Roberto Kalil foi tratado com cloroquina, o polêmico remédio para malária. O profissional tomou a medicação nos primeiros quatro dias de internação no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, quando seu estado de saúde se agravou.

A equipe responsável por seu tratamento chegou a cogitar interná-lo na UTI.

Desde o início da crise causada pelo novo coronavírus no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro tem colocado em xeque recomendações do  Ministério da Saúde. Bolsonaro encampa uma cruzada para defender o uso da cloroquina, que ainda não tem sua efetividade clinicamente comprovada, como forma de combater a epidemia no país.

A insistência do presidente no tema transformou o remédio em uma ferramenta do jogo político travado pelo bolsonarismo nas redes sociais.

Dois grandes estudos estão sendo conduzidos no Brasil para comprovar (ou não) a eficácia do remédio.

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