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'Não há série da Netflix que supere uma novela de Walcyr Carrasco', Adriana Saade, de São Paulo (SP)

Por Da Redação Atualizado em 12 jul 2019, 10h31 - Publicado em 12 jul 2019, 06h30

Assuntos mais comentados

  • As irregularidades de Sergio Moro
  • Reforma da Previdência
  • Entrevista com Walcyr Carrasco
  • Coluna de Dora Kramer
  • SobeDesce

 


SERGIO MORO

A reportagem de VEJA com base em vazamento de conversas entre Moro e os procuradores é emblemática, perfeita (“Justiça a todo custo”, 10 de julho). Some-se ao excelente conteúdo do texto a Carta ao Leitor, fundamental para orientação, deixando claro que o que vale mesmo são princípios e valores.
José de Anchieta Nobre de Almeida
Rio de Janeiro, RJ

Ao publicar trechos de conversas entre Sergio Moro e os procuradores da Lava-Jato conseguidas de maneira criminosa, VEJA deveria também investigar quem está por trás da suposta fonte anônima que repassa informações ao jornalista Glenn Greenwald. Todo brasileiro honesto tem o direito de saber quem são os criminosos cibernéticos.
Dirce Aparecida Silva
Votuporanga, SP

Se os bandidos combinavam como roubar o Brasil, por que os mocinhos não podem combinar como prender os bandidos?
Arcângelo Sforcin Filho
São Paulo, SP

A sociedade até admite a transgressão de normas legais desde que seja para punir corruptos e criminosos. Nesses casos, os fins justificam os meios. O que o povo brasileiro não tolera mais é a impunidade daqueles que saquearam os cofres públicos e tantos outros malfeitores, que se valem das fragilidades dos nossos códigos e leis.
José Carlos Lyrio Rocha
Vitória, ES

Quero parabenizar a revista VEJA pela parceria com o site The Intercept Brasil, de Glenn Greenwald. É fundamental revelar, ao Brasil e ao mundo, as vísceras putrefatas de uma operação que tinha tudo para dar certo, no combate à corrupção, não fosse o exagerado protagonismo de um juiz obce­cado por holofotes. Não devemos jamais esquecer da hoje famosa frase de Romero Jucá, ex-senador do PMDB: “Com o Supremo, com tudo”. Creio piamente que a imprensa está poupando demais esse terceiro ator, o Supremo Tribunal Federal.
Paulo Cesar Alexandrino
Sabará, MG

O ex-juiz Sergio Moro pode não ter violado leis, mas vem desprezando práticas éticas essenciais para o país. Queremos um Brasil sem corrupção, mas também sem um Judiciário partidarizado.
Rodinei Vander de Oliveira
Belo Horizonte, MG

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Não há dúvida que, no Brasil, existem mais impostos do que seria necessário. Reduzi-los me parece urgente (“Trilhão por um triz”, 10 de julho). A reforma tributária deve andar de mãos dadas com a reforma da Previdência. Mas há uma indagação: será que este Congresso terá capacidade de discutir assunto tão complexo, tantos são os parlamentares enrolados com a Justiça? Aguardemos.
Antonio Sydney Coco
Santos, SP


WALCYR CARRASCO

Amo, sigo, acompanho, aplaudo! Walcyr Carrasco (“O dono do pedaço”, Páginas Amarelas, 10 de julho) é um dos meus autores favoritos. Não há série da Netflix que supere uma novela de Walcyr Carrasco. E que as novelas nunca acabem, pois são como um patrimônio nacional.
Adriana Saade
São Paulo, SP

A obra de Monteiro Lobato não pode ser modificada. Ele, que foi pioneiro em escrever para crianças, não pode ser censurado.
Carlos Fabian Seixas de Oliveira
Campos dos Goytacazes, RJ


“Fiquei feliz com a notícia da canonização de Irmã Dulce. Não há como não se emocionar com a trajetória do ‘Anjo Bom da Bahia’.” (SobeDesce, 10 de julho)

José Ribamar Pinheiro Filho, Brasília, DF
IRMÃ DULCE (1914-1992) – A canonização será em 13 de outubro ./.

DORA KRAMER

Dora Kramer, como sempre, ótima (“O vencedor”, 10 de julho). Realmente o Congresso pode fazer o que quer que seja de bom, e espero que faça mesmo, mas quem ficará com a fama será o presidente. É como ator e diretor de novela: um pode ter atuação excep­cional, o outro pode mudar cenas espetacularmente, mas quem levará a fama sempre será o autor da novela. Enfim, se Rodrigo Maia sonha ser presidente, terá de fazer bem mais do que articular o Congresso. Não esquecendo que isso já é obrigação dele.
Mônica Delfraro David
Campinas, SP


PERSIO ARIDA

Por ocasião do aniversário de 25 anos do Real, foi esclarecedor ler a entrevista de um dos “pais” do plano, o economista Persio Arida (“Lições do Real”, Páginas Amarelas, 3 de julho). Lembro-me muito bem da chamada inflação galopante, bem como dos vários planos criados para combatê-­la, todos em vão e sempre com o indispensável corte de três zeros, como, por exemplo, na mudança de 1 000 cruzeiros para 1 cruzado. Seu legado nos fez escapar daquela desvalorização monetária na Alemanha antes da II Guerra Mundial. Eis que mentes privilegiadas como a de Arida trabalharam com discrição no planejamento e execução do Plano Real, culminando no sucesso que alcançou a notável marca de um quarto de século.
Marcionilo do Espírito Santo Neto
Maceió, AL


STARTUPS BILIONÁRIAS

Parabenizamos VEJA pela excelente reportagem “O clube dos unicórnios”, de 10 de julho. Uma observação interessante é o fato de treze dos 21 fundadores terem se formado em instituições de ensino superior públicas. A intensa convivência de estudantes com professores pesquisadores, em ambiente multidisciplinar, enseja aprendizagem inovadora e incentiva o pensamento “fora da caixa”.
Guilherme Ary Plonski e Artur Vilas Boas Ribeiro
São Paulo, SP


BANCO DO BRASIL

O ex-ministro Maílson da Nobrega foi pródigo em elogios ao BB em seu artigo “A privatização do Banco do Brasil”, de 10 de julho. No final do texto, contudo, defendeu a venda da empresa. A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb), entidade independente, sem vinculação político-­partidária, mantém firme posicionamento em defesa do fortalecimento do Banco do Brasil, empresa referência em melhores práticas de governança corporativa, com notas máximas nos indicadores de gestão do TCU. Lutaremos, incansavelmente, até onde for necessário, para a valorização dos que nele trabalham e em prol de um banco que seja instrumento eficaz para a geração de riqueza, emprego e renda para a sociedade brasileira.
Reinaldo Fujimoto
Presidente da Anabb — Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil


Publicado em VEJA de 17 de julho de 2019,
edição nº 2643

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