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"Felizmente temos outras opções além do Bolsonaro e do PT", escreveu Flávia Rudge Ramos, de São Paulo, SP

Por Da Redação 5 out 2018, 07h00

Assuntos mais comentados

  • O outro Bolsonaro (capa)
  • Mario Vargas Llosa (entrevista)
  • Artigo de Roberto Pompeu de Toledo
  • Artigo de Dora Kramer
  • Os trinta anos da Constituinte

 


BOLSONARO

Gostaria de parabenizar VEJA, em especial Hugo Marques, Nonato Viegas e Thiago Bronzatto, pela excelente reportagem “O outro Bolsonaro” (3 de outubro). É o melhor do jornalismo investigativo ao revelar por meio de processo litigioso que o candidato enriqueceu ilicitamente, sonegou informações à Justiça Eleitoral e foi até acusado de roubar um cofre particular dentro de uma agência bancária. A ex pode até tentar desmentir, mas não pode mudar o passado. Espero que a matéria sirva de alerta aos eleitores. Felizmente temos outras opções além de Bolsonaro e do PT.
Flávia Rudge Ramos
São Paulo, SP

Achei completamente desnecessária a reportagem. Não consigo enxergar onde está o interesse público numa briga de casal que, pelo visto, já está resolvida entre as partes, inclusive com a ex-mu­lher saindo em defesa do candidato. Além do mais, em relação ao patrimônio de Bolsonaro, entendo que é compatível, sim, com a renda de um deputado com trinta anos de mandato. Discutir se um parlamentar ganha pouco ou muito, aí é outra questão.
Edmar Bezerra Torres
Pesqueira, PE

Parabéns pela chamada de capa de VEJA, que evoca Sócrates, com O Processo.
Francesco D’Andrea
Recife, PE

Não entendi a relevância da capa de VEJA, publicada a uma semana das eleições presidenciais. A menos que a revista esteja querendo ajudar a desconstruir a imagem de Bolsonaro.
Sergio Penna Barbi
Belo Horizonte, MG


VARGAS LLOSA

Oportuna e imperdível a entrevista com o escritor peruano Mario Vargas Llosa nas Páginas Amarelas de VEJA (“Liberalismo é liberdade”, 3 de outubro). Todos os eleitores brasileiros deveriam lê-la antes de votar no domingo. Ao responder sobre o risco do ressurgimento do nacionalismo e do populismo no Brasil, ele compara Lula e Bolsonaro a doenças terminais e diz que estamos diante de um prognóstico de extremos, de populismo e que votar neles é uma insensatez, um retrocesso. “É preciso que os brasileiros acordem para votar em um centro democrático e progressista, que reconcilie a população e consiga pôr em prática um governo liberal.” E, complemento eu, de verdade.
Ovídio Palmeira Filho
Goiânia, GO

Digo ao senhor Vargas Llosa que poderíamos votar nos senhores Amoêdo ou Alvaro Dias, porém eles não passam de 5%. Sem opções, vamos então montar em um cavalo bravo e tentar freá-lo ou no outro cavalo, que certamente será roubado antes de fevereiro.
Sergio Palermo
São Paulo, SP

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ROBERTO POMPEU DE TOLEDO

Parabéns pelo excelente artigo de Roberto Pompeu de Toledo (“Esperando Godot”, 3 de outubro). Não posso discordar quando ele chama Haddad de preposto de Lula. Os brasileiros sabem e têm certeza de que, se Haddad ganhar, quem vai administrar o país é um prisioneiro corrupto e cara de pau que terá ao seu lado ministros também corruptos.
Rivaldo Souza Guerra
Natal, RN


DORA KRAMER

Parabéns a Dora Kramer pelo artigo “No figurino do Andrade” (3 de outubro). Acho que nunca tinha lido uma dissecação tão plena da personalidade de Lula. Nem Freud teria ido tão profundo. Há muito eu procurava palavras para descrever esse ser tão “inocente”, tão “honesto”, que quer se perpetuar no comando deste país escondido em pele de cordeiro. Obrigada, Dora. Você disse tudo.
Angela Coutinho Melo
Recife, PE

A escolha de “Andrade” pelo PT só confirma a ideia de Lula de que ele pode praticamente eleger quem quiser, pois seus admiradores o seguem como a um “Messias”. Nada tem a ver com o futuro do país, mas sim com o futuro de seus medalhões, para se manterem fora da cadeia.
Marlo Vinicios Duarte Lemos
Joinville, SC


CONSTITUINTE DE 1988

O texto do jornalista Eduardo Oinegue (“Você acha que ganhou. O Estado sabe que venceu”, 3 de outubro) é extraordinário. Trata-se de uma oportuna aula de história e de um alerta à sociedade brasileira às vésperas de uma eleição, no mínimo, nebulosa — para usar um termo mais brando.
Tércio Rocha
Goiânia, GO

A Constituição Federal promulgada em outubro de 1988 é muito ruim. Foi produzida por constituintes, em sua grande maioria, traumatizados com o regime militar. Agiam mais com a emoção do que com a razão. A tão badalada carga tributária brasileira tem origem na Constituição Cidadã, que fez o Estado crescer absurdamente. Outro absurdo da Constituição é a permissão para que os partidos políticos se reproduzam feito ratos.
Sebastião Ferreira da Silva
Belo Horizonte, MG


VEJA 50 ANOS

Caçada - A pesca de baleia: para defensores da prática, uma questão cultural Jeremy Sutton/Greenpeace/AFP

Quero manifestar-me sobre a edição dos 50 anos: memorável. Por meu número de assinatura, soube estar entre os 800 assinantes mais longevos da VEJA. A revista me acompanha desde o início da minha vida profissional e social. Ótima fonte. A leitura atenta da edição comemorativa me faz chegar à seguinte conclusão: a classe política e a elite empresarial brasileiras têm grande responsabilidade pela situação do país. Nestas cinco décadas, não se cuidou da educação básica, da infraestrutura, da saúde. Não foram providenciadas as devidas reformas: política, tributária e previdenciária. No fim o povo paga a conta.
Antonio Pedron
Francisco Beltrão, PR

“A pesca de baleias para consumo humano é tão absurda que o país que a pratica deveria sofrer severas sanções internacionais.” (“O Japão e as baleias”, 3 de outubro)

Carlos Fabian Seixas de Oliveira, Campos dos Goytacazes, RJ

Publicado em VEJA de 10 de outubro de 2018, edição nº 2603

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