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Os candidatos à prefeitura de Porto Velho

Em áudio, postulantes que passaram ao segundo turno contam o que os diferencia do adversário

Por Marcela Mattos Atualizado em 10 out 2016, 19h38 - Publicado em 23 ago 2016, 13h10

CONCORREM NO 2º TURNO

Dr. Hildon (Hildon de Lima Chaves)

Partido: PSDB
Vice: Edgar do Boi (PSDC)
Coligação: PSDB/ PSDC
Número: 45
Resultado no 1º turno:  27.20%

O ex-promotor de Justiça disputa seu primeiro cargo eletivo e tem o desafio de tornar-se conhecido do eleitorado em apenas 45 dias de campanha. É dono de uma rede de ensino.

O que o diferencia do seu adversário?

 

Léo Moraes (Leonardo Barreto de Moraes)

Foi eleito em 2012 vereador de Porto Velho. Dois anos depois deixou o posto para assumir a cadeira de deputado estadual, conquistada com 10.275 votos. É formado em direito.

Partido: PTB
Vice:  Dr. Amado (PP)
Coligação: PTB / PP / PRP / PTN / PROS / PSC / PPS
Número: 14
Resultado no 1º turno:  26.12%


O que o diferencia do seu adversário?

Principais realizações

Enquanto vereador, foi um dos autores de projeto que instituiu o voto aberto em matérias envolvendo a cassação de membros do Legislativo e do Executivo;

Também esteve à frente da criação da Comissão de Ética da Câmara Municipal, órgão responsável por investigar vereadores. 

Principais problemas

O jovem candidato nunca exerceu um cargo no Executivo e tampouco concluiu seus dois mandatos no Legislativo;

A inexperiência na administração pública deve ser recorrentemente lembrada por seus adversários.

 

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CANDIDATOS DERROTADOS NO 1º TURNO

Dr. Mauro (Mauro Nazif Rasul)

Médico de formação, ex-vereador e ex-deputado estadual e federal, Nazif tenta a reeleição à prefeitura

Partido: PSB
Vice:  Ana Maria Negueiros (PDT)
Coligação: PSD / PDT / PSB / PC do B / PTC / REDE / PPL / PV / PHS / SD
Número: 40
Resultado no 1º turno:  24.15%


Qual será sua primeira medida se assumir a prefeitura? Como implementá-la?

Principais realizações

Enquanto prefeito, avançou em obras de drenagem e pavimentação asfáltica;

Autor de projeto que reduziu para 30 horas a jornada de assistentes sociais. A proposta virou lei federal em 2010.

Principais problemas

Amarga alto índice de rejeição;

Alvo de críticas após nomear o irmão, Gilson Nazif, para o alto escalão de seu governo.

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Pimentel (Williames Pimentel)

Partido: PMDB
Vice: Pastor Severino (DEM)
Coligação: PMDB / DEM / PRB / PRTB
Número: 15
Resultado no 1º turno:  15.66%

 

Ex-secretário de Saúde de Rondônia e de Porto Velho, disputa pela primeira vez um cargo eletivo.

Qual será sua primeira medida se assumir a prefeitura? Como implementá-la?

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Dr. Ribamar Araújo

cuiaba-wilson-santos-psdbPartido: PR
Vice: Pastor James Melo (PR)
Coligação: PR / PSL 
Número: 22
Resultado no 1º turno:  5.86%

Está no terceiro mandato de deputado estadual. Deixou o PT neste ano e migrou para o PR, partido que comanda o Ministério dos Transportes.  Diante das inúmeras obras viárias inacabadas, deve se amparar no comando da pasta para tentar cacifar a campanha.

Qual será sua primeira medida se assumir a prefeitura? Como implementá-la?

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Pimenta de Rondônia (Nascimento Antônio da Silva)

Partido: PSOL
Vice: Azzi (PSOL)
Coligação: Não fez coligações
Número: 50
Resultado no 1º turno:  1.02%

O comerciante de 52 anos já foi candidato a senador, vereador e governador de Rondônia, mas jamais venceu uma eleição

Qual será sua primeira medida se assumir a prefeitura? Como implementá-la?

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Roberto Sobrinho

Ex-prefeito de Porto Velho por dois mandatos, foi alvo de operação da Polícia Federal e acabou afastado do cargo

Partido: PT
Vice:  Ferreira (PT)
Coligação: Não fez coligações
Número: 13

Se eleito, qual será sua primeira medida? E como implementá-la?

Principais realizações

• À frente da prefeitura, investiu principalmente na periferia de Porto Velho, fazendo obras de asfaltamento e apoiando projetos de regularização fundiária. 

Principais problemas

• Foi preso em 2013 no âmbito da Operação Luminus, da Polícia Federal, sob a acusação de fraudes em contratos da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano (EMDUR); 

• Foi condenado, em segunda instância, por improbidade administrativa, o que pode torná-lo inelegível por seis anos;

• O Ministério Público Eleitoral pediu a impugnação da sua candidatura. 

 

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