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Mourão elogia hino nas escolas, mas diz que uso de slogan é ilegal

Ministro Vélez Rodríguez admitiu nesta terça que errou ao usar frase de campanha

Por Da Redação 26 fev 2019, 13h42

O vice-presidente Hamilton Mourão comentou, nesta terça-feira, 26, em entrevista à Rádio Gaúcha, o e-mail do Ministério da Educação (MEC) enviado um dia antes a escolas de ensino fundamental e médio do país.

Mourão disse que o ministro Ricardo Vélez Rodríguez acertou ao incentivar que alunos cantem o Hino Nacional, mas ponderou que a recomendação do MEC padecia por ilegalidade ao conter a expressão “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” na carta do ministro a ser lida para os alunos. A frase ficou conhecida por ser o slogan de campanha do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“Foi o único problema que o ministro teve quando redigiu isso aí (o slogan). É contra a legislação. Você não pode colocar uma mensagem que não é de propaganda governamental a algo que seja ligado à propaganda”, disse o vice-presidente.

Diante da repercussão negativa após a divulgação da carta, nesta terça-feira Vélez Rodríguez admitiu que errou ao colocar a frase de campanha no texto. O ministério enviou às escolas nova versão da carta, desta vez sem o slogan.

A pasta manteve, entretanto, o pedido de gravação da leitura da mensagem e da execução do hino com os alunos e funcionários perfilados diante da bandeira do Brasil. Outra diferença é que, agora, o MEC diz que a filmagem tem que ser previamente autorizada — antes, esta permissão estava condicionada apenas à divulgação das imagens.

O ministério afirma que a iniciativa faz parte “da política de incentivo à valorização dos símbolos nacionais” e disponibiliza dois endereços de e-mail para o envio das imagens. “Após o recebimento das gravações, será feita uma seleção das imagens com trechos da leitura da carta por um representante da escola”, diz o MEC.

(com Estadão Conteúdo)

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