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Fabrício Queiroz tem alta do Hospital Albert Einstein

Apontado pelo Coaf por movimentações atípicas, ex-assessor de Flávio Bolsonaro relatou estar em tratamento de câncer no intestino

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 jan 2019, 14h10 | Atualizado em 3 jul 2026, 09h28
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O ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), Fabrício Queiroz, teve alta do Hospital Albert Einstein nesta terça-feira, 8, no horário de almoço. Segundo a assessoria do hospital, ele estava internado desde o dia 30 de dezembro. Não foram divulgadas informações sobre seu estado de saúde ou a que procedimento ele se submeteu. O hospital, um dos mais tradicionais de São Paulo, é o mesmo onde o presidente Jair Bolsonaro (PSL) ficou internado após sofrer um atentado durante a campanha.

O motorista, que trabalhou com Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, foi apontado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda, por movimentação atípica de 1,2 milhão de reais. Entre as transações, está um cheque de 24 mil reais para a primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Ele é esperado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro para dar explicações sobre essa movimentação, mas nunca compareceu. Em entrevista ao jornal SBT Brasil no dia 26 de dezembro, Queiroz declarou que transações de compra e venda de carros usados ajudam a explicar as movimentações de sua conta bancária. Ele também relatou estar tratando um câncer no intestino. 

Queiroz faltou a dois depoimentos agendados no MP-RJ. Segundo sua defesa, ele foi internado em um hospital para procedimento invasivo. No dia 27 de dezembro, o MP-RJ informou que Queiroz passaria por uma “cirurgia urgente” e que ele apresentou “atestados que comprovam grave enfermidade”.

Flávio Bolsonaro diz que não fez “nada de errado” e que Fabrício Queiroz deu uma explicação “bastante plausível” para as transações apontadas pelo Coaf. VEJA revelou que sete servidores que passaram pelo gabinete de Flávio repassaram 116 556 reais a Queiroz.

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