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Um ano após atentados, Bataclan renasce ao som de Sting

Ex-vocalista do The Police realizará show neste sábado no Bataclan para relembrar um ano dos atentados terroristas que mataram 130 pessoas em Paris

Por Da Redação
12 nov 2016, 15h43

Um ano após o atentado terrorista que deixou 130 mortos em Paris, a boate parisiense Bataclan, principal palco dos atentados, renascerá neste sábado (12/11) com show do cantor Sting, ex-vocalista da banda The Police.

O show faz parte das cerimônias que relembram, neste domingo (13/11), um ano dos ataques, reivindicados pelo Estado Islâmico (EI). “Era necessário acontecer alguma coisa antes do domingo”, disse Jules Frutos, diretor da casa de shows. Toda a renda será destinada a duas associações de vítimas dos atentados.

Os mil ingressos colocados à venda na última terça-feira se esgotaram em menos de meia hora. A sala, com capacidade para 1 497 pessoas, também receberá autoridades e parentes das vítimas. O ex-vocalista do The Police se apresentará por cerca de uma hora a partir das 21h, horário local.

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A associação Life for Paris também soltará balões na tarde deste sábado. À noite, serão depositadas lanternas, no Canal Saint Martin, próximo de vários dos locais atacados. A associação “13 de novembro: fraternidade e verdade” também convocou os franceses a participar dos atos, colocando velas em suas janelas.

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No dia do aniversário, neste domingo, serão inauguradas placas com o nome das vítimas. Acompanhado de parentes das vítimas, o presidente francês, François Hollande, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, e seu colega de Saint-Denis, Didier Paillard, visitarão neste domingo todos os lugares atingidos pelos atentados: o Stade de France, em Saint-Denis, os bares e restaurantes Le Carillon, Le Petit Cambodge, La Bonne Bière, Cosa Nostra, Comptoir Voltaire e La Belle Équipe, e o Bataclan, em Paris.

Os atos pelo primeiro aniversário dos atentados começaram na noite desta sexta-feira, no estádio nacional de Saint-Denis, onde os 80 mil espectadores guardaram um minuto de silêncio antes da partida entre França e Suécia pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

“Deve-se lembrar: 130 mortos, centenas de feridos. Primeiro, por sua memória, mas também por todos os que sobreviveram, e para nós que temos que fazer este ato de recordação, de consolo, apoio e solidariedade”, disse na noite de ontem o presidente francês, François Hollande, antes da partida.

(Com AFP)

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