Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês

Trump diz que poderia abrir hotel em Cuba e que vê potencial na ilha

Por Da Redação 22 mar 2016, 08h26

O magnata e pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que consideraria abrir um de seus hotéis em Cuba sob certas condições e afirmou que a ilha tem potencial para os investidores. A declaração de Trump coincidiu com a histórica viagem do presidente dos EUA, Barack Obama, à ilha caribenha. “Cuba tem algum potencial”, disse o magnata que, no entanto, citou como um empecilho “a taxa de juros de 49%” e acrescentou que seria necessário estabelecer regras claras sobre quais seriam suas responsabilidades para evitar qualquer demanda por parte do governo cubano.

Trump foi o único candidato republicano dos que permanecem na disputa que se mostrou favorável a manter as relações diplomáticas com Cuba se chegar à Presidência, já que a tônica geral entre os conservadores continua sendo rejeitar a aproximação com a ilha enquanto não houver mudanças políticas substanciais. No último debate, os senadores de origem cubana Marco Rubio (que já abandonou a disputa) e Ted Cruz prometeram romper as relações com Cuba se chegarem ao poder, enquanto o governador de Ohio, John Kasich, se limitou a indicar que acabaria com a política dos EUA de “tratar melhor seus inimigos do que seus amigos”.

Leia também

Raúl Castro pede fim do embargo e se irrita com pergunta sobre presos políticos

Retórica de Trump faz Japão temer por futuro de aliança com EUA

Trump utiliza gramática de uma criança de 11 anos

Apenas Trump destoou dos demais, ao afirmar que não está “de acordo com o presidente Obama” sobre a política em relação a Cuba, mas que está “no meio do caminho” entre a posição do presidente e a rejeição absoluta de seus rivais republicanos. “Acredito que tem que haver algo que mude a relação com Cuba. Após 50 anos, já chegou a hora, amigos”, opinou Trump. O magnata defendeu que é preciso “um acordo muito melhor” do que o que foi alcançado para restabelecer as relações diplomáticas e antecipou que provavelmente fecharia a embaixada americana em Havana até que conseguisse um novo pacto com Cuba.

(Com agência EFE)

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo da VEJA! Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.

a partir de R$ 39,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Edições da Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 19,90/mês