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Coreia do Norte: tem míssil no céu

Reportagem de VEJA desta semana explica as razões que estão por trás da saga nuclear norte-coreana e por que falharam as tentativas de frear o programa

Por Johanna Nublat - 9 jul 2017, 08h00

Foi com um largo sorriso no rosto e com abraços acalorados em seus generais de uniforme cáqui que o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, comemorou o lançamento de seu primeiro míssil balístico intercontinental (ICBM, na sigla em inglês), em uma confortável sala de comando escavada ao ar livre.

Segundo a agência estatal da Coreia do Norte KCNA, o projétil foi um recado para os “bastardos americanos”. Kim, então, exortou os cientistas de seu país a “enviar com frequência pequenos e grandes pacotes de presentes para os ianques”, relatou a agência.

A assombração de uma Coreia do Norte munida de armas nucleares de longo alcance persegue os Estados Unidos desde o regime do avô do atual ditador, o comunista Kim Il-sung, que estreou em 1948 a dinastia familiar e aliou seu país com a União Soviética.

O discurso dos Kim é o de que a bomba atômica coloca o isolado país em igualdade de forças com a potência americana, garantindo dessa forma a sobrevivência do regime.

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Até agora, nada conseguiu impedir o avanço do programa militarista norte-coreano, que, na semana passada cruzou um novo limiar ao lançar o primeiro míssil capaz de alcançar o Alasca.

 

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