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OEA: saída da Venezuela não é “carta branca” para ditadura

Segundo secretário-geral da OEA, países membros da organização estarão vigilantes para Venezuela não se consolidar como ditadura

Por Da redação 2 Maio 2017, 06h44

O secretário-geral da Organização de Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, disse na segunda-feira que ele e os países que integram o órgão irão “vigiar” o governo de Nicolás Maduro para que não “consolide” uma “ditadura” na Venezuela.

“O fato de ter apresentado uma nota para se retirar da OEA não dá carta branca ao regime para se consolidar como ditadura”, postou Almagro em suas redes sociais. “Os países e o secretário-geral garantirão que isso não vai ocorrer.”

Na última sexta-feira, a Venezuela iniciou um processo sem precedentes para retirar o país do órgão, algo que, no entanto, não acontecerá nos próximos dois anos. Almagro recebeu pessoalmente a solicitação das mãos da representante da Venezuela na OEA, Carmen Velásquez. Ela afirmou tratar-se de “um dia de vitória, um momento histórico, uma nova independência para Venezuela e região”.

  • Almagro, por sua vez, declarou que “a saída da OEA não é a solução, que é a redemocratização do país”. Ele reiterou que “o cumprimento da Carta Democrática é sim a solução” para superar a crise venezuelana.

    (Com EFE)

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