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Hillary se encontra com novo presidente egipcio no Cairo

Secretária de Estado está no Egito para reafirmar apoio à transição democrática

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, se reuniu neste sábado no Egito com o novo presidente do país, Mohamed Mursi e reafimou o firme apoio dos Estados Unidos ao povo egípcio e a sua transição democrática.

“Queremos ser um bom sócio e queremos apoiar a democracia que foi alcançada pela coragem e pelo sacrifício do povo egípcio”, disse a chefe da diplomacia americana. “A democracia é difícil. Exige diálogo, compromisso e muita política. Estamos entusiasmados e queremos oferecer ajuda. Mas sei que não serão os Estados Unidos que decidirão, e sim o povo egípcio”, acrescentou.

Durante sua visita de dois dias, Hillary também se reunirá com o marechal Hussein Tantawi, chefe do Conselho Supremo das Forças Armadas, e com representantes da sociedade civil, incluindo integrantes da igreja copta e com militantes pelos direitos das mulheres

A visita tem o objetivo de fornecer o apoio dos Estados Unidos à transição democrática no país.

O Egito é um dos principais aliados de Washington na região e recebe anualmente uma ajuda militar americana de 1,3 bilhão de dólares. Em março, a secretária de Estado anunciou que essa ajuda – que chegou a ser bloqueada – seria retomada porque o governo americano constatou “progressos significativos em direção à democracia” com a realização de eleições legislativas.

A recente dissolução do Parlamento egípcio levou há poucos dias a Casa Branca a pedir que sejam respeitados os princípios democráticos no país.

Encontros – Durante sua visita de dois dias ao Egito, Hillary também terá reuniões com o marechal Hussein Tantawi, chefe do Conselho Supremo das Forças Armadas, e com representantes da sociedade civil, incluindo integrantes da Igreja Copta e militantes pelos direitos das mulheres.

Após a visita ao Egito, Hillary viajará a Israel, onde encerrará uma viagem internacional que começou na França e prosseguiu por Japão, Mongólia, Vietnã, Laos e Camboja.

(Com agência EFE e France-Presse)