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Coronavírus: Estados Unidos ultrapassam marca de 100.000 casos

Dentre os enfermos contabilizados no país pela Universidade Johns Hopkins, apenas 865 se recuperaram; ao todo, 1.544 morreram

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 19h26 - Publicado em 27 mar 2020, 22h00

Epicentro da pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) desde quinta-feira 26, os Estados Unidos chegaram a mais de 100.000 casos confirmados da doença. Segundo estimativa da Universidade Johns Hopkins, de Washington, o total registrado no país alcança 100.717. Dentre esses pacientes, 865 se recuperaram e 1.544 morreram.

Todos os 50 estados americanos registraram pelo menos um caso da Covid-19. Nova York é o estado mais atingido, com 44.876 enfermos – 44,5% do total de casos no país – e 527 mortes.

Em comparação, Nova York, com 19 milhões de habitantes, tem mais casos que toda a França  que, com uma população de 67 milhões, contabilizou 33.402 enfermos e é o sexto país mais atingido no mundo pela pandemia. Andrew Cuomo, governador de Nova York, decretou quarentena a todos os cidadãos do estado desde sexta-feira 20.

O primeiro caso do novo coronavírus nos Estados Unidos foi reportado no final de janeiro no estado de Washington, na costa oeste americana, a cerca de 4.500 quilômetros do estado de Nova York.

Os Estados Unidos se tornaram o epicentro da pandemia na quinta-feira 25, após ultrapassarem 81.400 casos. Embora apresentem menos enfermos, a Itália (86.498), a China (81.897) e a Espanha (64.285) contabilizam mais mortes. Os americanos reportaram 1.544 mortos contra 9.134 dos italianos, 3.296 dos chineses e 4.940 dos espanhóis.

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Dois países com menos de 35.000 casos, França e Irã também registraram mais mortes que os Estados Unidos — 1.997 e 2.378 respectivamente.

US$ 2 trilhões

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou nesta sexta-feira, 27, o maior pacote de estímulo econômico da história americana, no valor de 2 trilhões de dólares logo depois da aprovacão do projeto de lei pela Câmara dos Deputados.

O projeto tem como objetivo evitar a recessão no país e garantir meios de sustento para os cidadãos mais vulneráveis ao desemprego e manter o acesso de empresas às linhas de crédito.

Dentre os estímulos econômicos previstos, estão os pagamentos diretos de 1.200 dólares a milhões de americanos, inclusive aos que recebem salários anuais acima de 75.000 dólares, com adicional de 500 dólares por criança.

  • O pacote também oferece uma ampla gama de benefícios para os trabalhadores dispensados, ao ampliar para 13 semanas o desembolso com o seguro desemprego, que cobrirá também autônomos e gigs.

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