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Copiloto de avião desaparecido tentou ligar do celular, diz jornal

New Straits Times, da Malásia, diz que torre de empresa de telecomunicações registrou tentativa de ligação de Fariq Abdul Hamid a 200 milhas da costa

Por Da Redação 12 abr 2014, 20h02

Investigadores do desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines suspeitam que o copiloto da aeronave tentou fazer uma ligação com seu celular depois que o avião foi desviado da rota, informou neste sábado o jornal New Straits Times, da Malásia, citando fontes não identificadas.

O jornal citou fontes da investigação segundo as quais a tentativa de ligação do copiloto Fariq Abdul Hamid foi registrada por uma torre de celular enquanto o avião estava a cerca de 200 milhas náuticas a nordeste da costa oeste do Estado de Penang. A região foi o último local em que o radar fez contato com o avião desaparecido, às 2h15 da manhã de 8 de março.

“A torre da empresa de telecomunicações registrou a ligação que ele estava tentando fazer. Mas a ligação foi cortada porque a aeronave voava rapidamente, e não entrou na cobertura de outra torre”, disse o jornal.

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O ministro dos Transportes, Hishammuddin Hussein, disse que a informação precisaria ser verificada, também de acordo com a publicação. Hussein questionou veracidade da notícia: “Nós já teríamos ficado sabendo antes [se isso tivesse acontecido]”.

Na reportagem, o jornal citou outras fontes ligadas à investigação que afirmam que o sinal do celular de Fariq foi captado, mas que poderia ser o aparelho sendo desligado, e em vez de sendo usado em uma ligação.

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Inquérito – As autoridades da Malásia focam a investigação criminal no pessoal de cabine e pilotos do avião – o capitão Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos, e Fariq, de 27 anos, depois de desvincular qualquer um dos 227 passageiros de envolvimento.

Investigadores acreditam que pessoas com conhecimento detalhado do funcionamento do Boeing 777-200ER e de aviação comercial desligaram os sistemas de comunicação do avião antes de desviá-lo de sua rota. As buscas pelo avião no sudeste do Oceano Índico prosseguiam neste sábado, em meio a temores de que as baterias das caixas pretas podem ter acabado.

(Com agência Reuters)

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