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Capitão do Costa Concordia vai a audiência de julgamento

Francesco Schettino vai comparecer pela 1ª vez perante tribunal que julga caso

Por Da Redação - 15 out 2012, 06h12

O capitão Francesco Schettino, principal acusado pelo naufrágio do cruzeiro Costa Concordia, no qual 32 pessoas morreram em janeiro, irá nesta segunda-feira pela primeira vez à sala onde ocorre seu julgamento. O processo começou no dia 3 de março e acontece no teatro Moderno de Grosseto, na Toscana, transformado em uma sala de tribunal devido à grande quantidade de pessoas que pediram para assistir ao julgamento.

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Até agora, Schettino não tinha se apresentado no processo, mas anunciou à imprensa italiana que irá à audiência desta segunda porque quer “mostrar a cara” e sua “competência”. A audiência será realizada a portas fechadas e nela serão examinados os resultados dos relatórios efetuados pelos peritos sobre o ocorrido na noite do dia 13 de janeiro, quando o cruzeiro encalhou a poucos metros do litoral da ilha italiana do Giglio, após ter se chocado contra um objeto.

Desde o impacto até o desembarque dos 4.229 passageiros e membros da tripulação passaram várias horas e o navio foi se inclinando, e no final foram achados os corpos de 30 pessoas – além disso, dois desaparecidos foram dados como mortos.

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Caixa-preta – Também serão mostrados os dados que puderam ser extraídos da caixa-preta da qual sairão informações importantes como a mudança de rota, mas também se advertiu a companhia pelo incidente. Devido à presença de Schettino à audiência, dezenas de meios de comunicação devem ir ao teatro, por isso que a prefeitura da cidade organizou um grande dispositivo de segurança para vigiar e garantir sua privacidade, isolando toda a região que rodeia o local.

Schettino está desde o dia 5 de julho em liberdade, depois que a juíza do caso decidiu substituir a prisão domiciliar ditada por ela mesma pela obrigação de se submeter a controles rotineiros no município no qual mora.

Confira, abaixo, as circunstâncias que levaram ao naufrágio do Costa Concordia:

(Com agência EFE)

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