Group 21 Copy 4 Created with Sketch.

Ruim nos últimos clássicos, Tricolor busca confiança no San-São

Desde o ano passado, atuar em um clássico não tem garantido alegrias aos são-paulinos. Nos últimos 12 confrontos contra rivais tradicionais paulistas, o Tricolor só saiu vencedor duas vezes, ambas em 2011. Contudo, o time vive no momento uma sequência de cinco vitórias. E espera manter a ascensão melhorando o retrospecto e batendo o Santos no domingo, no Morumbi.

‘Todo clássico é difícil, mas buscamos a vitória a todo o momento a cada jogo, como faremos contra o Santos. Vencendo, criamos mais confiança’, comentou Paulo Miranda, presente nos dois clássicos disputados neste ano – derrota por 1 a 0 para o Corinthians e empate por 3 a 3 com o Palmeiras.

Triunfar sobre o atual campeão da Libertadores diminuiria a péssima impressão deixada nestes confrontos recentemente. Em 2011, o São Paulo venceu apenas o Corinthians na primeira fase do Paulista, no jogo do centésimo gol de Rogério Ceni, e terminou o ano batendo o Santos cheio de reservas por 4 a 1 na última rodada do Brasileiro.

No resto da temporada, porém, empatou com o Palmeiras no Morumbi por 1 a 1 tanto no Estadual quanto na liga nacional e perdeu por 1 a 0 no Pacaembu, pelo Brasileiro, foi derrotado pelo Santos no Paulista por 2 a 0 na Arena Barueri e no Morumbi, além de ficar no 1 a 1 na Vila Belmiro no Brasileiro, e, diante do Corinthians, levou 5 a 0 no Pacaembu e empatou sem gols em casa pela liga nacional.

Como ânimo, é usada a vitória por 4 a 0 sobre o Independente de Tucuruí, nessa quarta-feira, pela primeira fase da Copa do Brasil. ‘Sabíamos que o adversário era superior, mas todo cuidado era pouco. E nos deu uma motivação a mais para buscar três pontos jogando em casa no domingo’, comentou Paulo Miranda.

A ordem, porém, é conter a euforia. ‘Todos se comportaram muito bem, até quem entrou depois. Foi importante para aumentar moral para o jogo contra o Santos. Mas será outro jogo, um clássico, decidido nos detalhes e no qual vai vencer quem errar menos’, previu Casemiro.