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Má fase no Morumbi coloca festa agendada para Ceni em risco

Por Da Redação 1 jan 2012, 14h08

A próxima quarta-feira tem tudo para ser especial no Morumbi. Nesse dia, o goleiro Rogério Ceni completará 1000 jogos e 21 anos no clube, que atingirá a considerável marca de 300 vitórias em seu estádio pelo Campeonato Brasileiro (desde 1971) se vencer o Atlético-MG. No entanto, o fraco desempenho como mandante nas últimas partidas é fator de preocupação.

‘Tomara que seja uma festa’, desejou o atacante Dagoberto ao ser questionado sobre o risco de manchar a celebração para o goleiro-artilheiro com um novo tropeço. ‘Estamos desperdiçando pontos que em outros anos nãs desperdiçávamos. Mas é tranquilo. Vamos conversar e trabalhar, acho que não tem outra saída’, completou.

O São Paulo ainda não revela quais, mas vai promover ações de marketing para atrair o público ao estádio. A expectativa é de casa cheia, bem ao contrário do que aconteceu na derrota para o Fluminense, nesta quarta-feira, quando apenas 7.910 torcedores pagaram ingresso.A ausência de vitórias como mandante pelo Brasileirão – a última foi no início de agosto, contra o Bahia – pode estar afastando os são-paulinos do Morumbi. A campanha da equipe em seus domínios não é animadora: são cinco vitórias, três derrotas e dois empates que constituem aproveitamento de 56,6%.

Considerando apenas os jogos sob comando de Adilson Batista pela competiçãoo nacional, o desempenho é ainda pior: 33,3% de aproveitamento, com uma vitória, três empates e duas derrotas que não desanimam o técnico. Para ele, o pequeno público da partida contra o Fluminense não foi reflexo apenas da campanha irregular.

‘Tem que respeitar e entender, o horário (21h50), o frio. Esses dias foram 26, 27 mil pessoas aqui e quarta-feira que vem espero 60 mil’, minimizou Adilson, antes de admitir. ‘A gente precisa fazer por onde para trazê-los. Estamos devendo, temos essa consciência’, concluiu.

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