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Leão comanda ataque contra defesa e realiza coletivo neste sábado

Por Da Redação - 13 jan 2012, 18h21

O primeiro coletivo do São Paulo em 2012 ocorrerá na manhã deste sábado. Apesar da expectativa de que o treinamento realizasse na tarde desta sexta-feira, Emerson Leão praticou fundamentos como finalização e passe e, no final, separou jogadores ofensivos e defensivos para se enfrentarem.

No campo principal do Centro de Formação de Atletas em Cotia, o elenco começou uma atividade na qual duplas trocavam passes alternandos com cambalhotas. Mais tarde, outros grupos marcavam outros que tocavam a bola entre si. Na sequência, ocorreu ainda uma atividade de finalizações.

Depois de tudo isso, Leão deu coletes amarelos a seus marcadores e os dividiu em dois grupos para marcar os ofensivos. Em um deles, estavam Rhodolfo, Bruno Uvini, Edson Silva e Bruno Cortês, com Cleber Santana mais à frente. Piris, Luiz Eduardo, João Filipe e Paulo Miranda, com Wellington como cabeça de área.

A última atividade teve o campo todo, com o elenco ainda dividido entre defensores e ofensivos e dois goleiros em cada equipe. Com colete, Denis e Leo no gol, e João Filipe, Paulo Miranda, Luiz Eduardo, Edson Silva, Piris, Bruno Cortês, Casemiro, Bruno Uvini, Juan, Cleber Santana, Rhodolfo e Wellington. No outro, Rogério Ceni e Leonardo eram os goleiros de Juninho, Rodrigo Caio, Maicon, Denilson, Cicero, Henrique Miranda, Henrique, Lucas, Fernandinho, Rafinha, Luis Fabiano e Willian José.

A diferença da parte final do treinamento é que mesmo o time de defensores espalhou-se em todo o campo. Rhodolfo, por exemplo, alternava-se como ponta e atacante e Bruno Uvini posicionava-se como armador, e Piris quase não voltava para atrás do meio-campo.

‘É final de treino. Já tinha feito impulsão, passe, velocidade, drible, três contra dois, quatro contra três, cruzamento. No final do treino, quero ver a aplicação na prática. Estamos com 24 jogadores, quatro goleiros, seria desagradável deixar dois fora. E faz o atacante pensar mais para ver onde os dois estão para não errar. Gera um reflexo mais rápida, a inteligência é mais exigida. A competição fica mais gostosa’, explicou o treinador.

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