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Fluminense celebra vitória e aponta dificuldades da Libertadores

A vitória por 1 a 0 sobre o Zamora, da Venezuela, nesta quarta-feira, foi insuficiente para deixar a torcida do Fluminense satisfeita. Afinal de contas, o time vinha de um grande triunfo sobre o Boca Juniors, na Argentina.

A expectativa era de uma sonora goleada, mas os brasileiros encontraram muitos problemas com a retranca e o excesso de cera dos venezuelanos. Ao fim do encontro o técnico Abel Braga e os atletas lembraram que a tendência é que todas as partidas do torneio continental tenham esse tom de dramaticidade.

‘Estou satisfeito com o que apresentamos no Engenhão. Na Copa Libertadores o placar de a a 0 pode ser considerado uma goleada, mesmo dentro de casa.. Fico feliz porque não ganhamos de qualquer jeito ou na base da sorte. Tivemos a posse de bola o tempo inteiro, jogamos no campo do adversário e as chances que o Zamora tiveram foram por conta de erros de nossa equipe’, afirmou o treinador.

O atacante Wellington Nem, que não conseguiu repetir as grandes atuações de partidas anteriores, foi mais um a lembrar os problemas encontrados pelo Tricolor.

‘Nós enfrentamos uma equipe que armou uma linha de cinco jogadores na defesa, com mais quatro fazendo o papel de proteger a defesa. Era praticamente o time deles todo no próprio campo e nós da mesma maneira, em busca de espaços. Mesmo assim tivemos condições de criarmos algumas oportunidades e não corremos maiores riscos. No fim acabou sendo um resultado muito importante’, disse o atacante.

Os tricolores realmente têm bons motivos para comemorar a vitória, pois ela deixa a equipe em excelente situação para se classificar para as oitavas de final. O Fluminense lidera com nove pontos, quatro de vantagem para o Boca Juniors, segundo colocado. O Arsenal, derrotado pelo Boca por 2 a 1 na quarta-feira, tem três pontos, enquanto que o Zamora segura a lanterna com apenas um ponto.

O próximo desafio do Fluminense pela Copa Libertadores será no dia 29 de março, quando reencontra o Zamora, só que desta vez na Venezuela.