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Complexo do Ibirapuera tem concessão disputada por nove empresas

Nove companhias terão 60 dias para apresentar sugestões de modernização do local, inspirada no Madison Square Garden, em Nova York

Por Andressa Oliveira - 18 ago 2017, 16h06

Nove empresas foram aprovadas pelo governo do Estado de São Paulo para apresentar estudos para a concessão do Complexo do Ibirapuera. A expectativa é que sejam investidos cerca de 230 milhões de reais em obras de modernização no local. Agora, os interessados têm 60 dias para apresentar suas sugestões para gestão técnica, econômica e de obras para o complexo.

Pelo edital, a gestão do Complexo do Ibirapuera será repassada à empresa vencedora pelo período de 30 anos. O concessionário vai transferir uma quantia mensal ao governo do Estado e terá ainda de arcar com todos os custos de manutenção do local.

A ideia é que o ginásio do Ibirapuera seja uma arena multiuso, capaz de “mudar de cara” em poucos dias. Sua capacidade será reduzida de 10.000 para 7.000 lugares, com poltronas de cinema em 30% dos lugares e sistema de ar condicionado. Sua inspiração é o Madison Square Garden, em Nova York.

A concessão abrange também o estádio Ícaro de Castro Melo, o conjunto aquático Caio Pompeu de Toledo, o ginásio Mauro Pinheiro e o Palácio do Judô. Ao todo, a área ten 110.000 metros quadrados. O estádio Ícaro de Castro Mello será transformado em uma arena multiuso com capacidade para 20.000 pessoas.

As empresas que aprovadas: GL Events Centro de Convenções S.A., Unyco Marketing Esportivo Ltda, T4F Entretenimento S.A., Arena Assessoria de Projetos Ltda, Capital Live Gerenciadora de Eventos Ltda, ESM Participações e Consultoria Ltda, Consórcio Pyau Ibirapuera, DC SET Shows e Entretenimento Ltda e AEG Administração de Estádios do Sudeste Ltda.

(Com Estadão Conteúdo)

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