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Com direito a ex-lateral do Japão, estrangeiros lotam CT corintiano

A dois dias da decisão da Copa Libertadores, o CT do Corinthians recebeu nesta segunda-feira número de jornalistas bem maior do que o habitual. Além de mais veículos brasileiros, muitos estrangeiros acompanham o trabalho da equipe, que vai decidir o torneio continental contra o Boca Juniors, no Pacaembu.

A visita que mais chama atenção é a de Satoshi Tsunami, lateral da seleção japonesa entre 1980 a 1995. Comentarista da Nippon Television (NTV), ele mostrou conhecer bem o time do técnico Tite, em especial os jogadores que tiveram passagem por seu país, como os atacantes Emerson (Consadole Sapporo, Kawasaki Frontale e Urawa Red Diamonds) e Gilsinho (Jubilo Iwata) e o meia Danilo (Kashima Antlers).

‘Tem Alex, Emerson, Danilo… Ralf e Paulinho são dois volantes bons, a dupla de defesa também é forte, o Chicão e o (Leandro) Castán’, disse o ex-jogador, em uma das vezes que arriscou falar em português sem de Julieta Kawaoka, repórter brasileira que trabalha para a mesma emissora.

‘Quando jogava no Japão, o Danilo atuava mais pelas laterais. E o Emerson não voltava tanto para ajudar na marcação’, completou, sorrindo, o japonês, que está no Brasil pela quinta vez.

Tendo em mãos uma revista do elenco corintiano que excursionou pelo Japão em 1983, ele fez questão de mostrar fotografia de Sócrates, ídolo do clube falecido em dezembro do ano passado. . ‘Doutor’, disse, antes de enumerar outros jogadores daquele período: ‘Biro-Biro, Wladimir, Juninho’.

Além do ex-lateral e agora comentarista, há também jornalistas de veículos argentinos e até brasileiros a trabalho da televisão árabe Al Jazeera. O clube que se sagrar campeão na quarta-feira se classificará para o Mundial de Clubes, a ser realizado no fim do ano, no Japão.

O duelo entre Corinthians e Boca Juniors será às 21h50 (de Brasília) de quarta-feira, no Pacaembu. Com o empate de 1 a 1 no jogo de ida, em La Bombonera, o time brasileiro precisa de vitória simples para ficar com o título da Libertadores pela primeira vez na história.