Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Goleiro Bruno pede nova chance e evita falar do crime

Ele foi condenado em primeira instância a 22 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio

Por Da redação Atualizado em 25 abr 2017, 16h52 - Publicado em 15 mar 2017, 17h54

Um dia após ser apresentado como reforço do Boa Esporte, clube do interior mineiro, o goleiro Bruno evitou comentar, em entrevista ao canal ESPN Brasil, o caso do assassinato de Eliza Samudio, que o levou a ser condenado em primeira instância a mais de 20 anos de prisão. Além disso, não disse se está arrependido pela morte da ex-amante, e pediu que as pessoas lhe deem uma nova chance.

  • Relacionadas

“Como posso cumprir uma pena se eu sou um condenado provisório? Eu penso que, da mesma forma que a justiça foi feita contra mim, a justiça também precisa ser feita a meu favor”, disse Bruno, pedindo que as pessoas tenham mais “sentimento” com ele e o deixem retomar a carreira de jogador profissional.

“Não posso jogar o meu sonho fora assim. Assim como o Boa teve coragem de enfrentar o mundo para ficar comigo, eu peço oportunidade para as pessoas. Eu não vou parar.” Em referência a Edmundo, que continuou a jogar de se envolver em 1995 em um acidente de carro que provocou duas mortes, disse: “Não existe pecadinho ou pecadão.”

  • Relacionadas
Continua após a publicidade

Evitando comentar o caso do assassinato de Eliza Samudio, Bruno repetiu que merece uma chance para seguir a sua vida. “Você tem de se arrepender das coisas do passado e se tornar uma pessoa melhor. Não é porque você está no fundo do poço que tem de ficar lá. Se tem pessoas estendendo a mão para subir, você tem de subir.”

O jogador foi condenado em primeira instância a 22 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio. Foi libertado no fim de fevereiro após cumprir seis anos de pena, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello.

  • Relacionadas

A decisão considerou o fato de o jogador estar preso há quase sete anos sem que o júri que o condenou tenha sido referendado em segunda instância. A situação, no entanto, é provisória, e Bruno pode voltar à prisão.

A repercussão negativa da contratação de Bruno, que estava preso desde 2010, levou o Boa a perder vários patrocinadores nos últimos dias. O time de Varginha disputa o Módulo II do Campeonato Mineiro, equivalente à segunda divisão estadual, e também participará da Série B do Campeonato Brasileiro.

(Com Estadão Conteúdo)

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)