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Com referências pop, Viradouro tem boas chances na briga pelo título

Carnavalesco Paulo Barros trouxe comissão de frente cheia de surpresas, alegorias criativas, povoada de integrantes e efeitos especiais

Por Fernando Molica, do Rio de Janeiro - Atualizado em 4 mar 2019, 00h40 - Publicado em 4 mar 2019, 00h39

Virou chavão dizer que o carnavalesco Paulo Barros tem estilo hollywoodiano. Mas como evitar o lugar-comum se, num dos carros da Viradouro, ele colocou os persongens de A Bela e a Fera iguais aos que foram mostrados no cinema?

A apresentação da Viradouro neste domingo, 3, na primeira noite de desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, foi uma demonstração do Paulo Barros que já virou clássico. Comissão de frente cheia de surpresas, alegorias criativas, povoada de integrantes e efeitos especiais – motociclista, holandês voador.

A escola veio divertida, com muitas referências simples para o público, enredo com várias citações a culturas e tradições de outros países, com ênfase ao universo pop – bruxas, piratas, fadas, magos, Drácula, mortos-vivos.

No universo de Paulo Barros, o Brasil é apenas o lugar onde o desfile é realizado. Estilo é estilo. Em tempo: de volta ao Grupo Especial, a Viradouro tem boas chances de brigar pelo título.

Componente da escola de samba Unidos do Viradouro durante desfile no Sambódromo da Marquês de Sapicaí – 03/03/2019 Daniel Ramalho/VEJA.com
Com o enredo ‘Viraviradouro’, a escola de samba Unidos do Viradouro desfila no Sambódromo da Marquês de Sapucaí – 03/03/2019 Daniel Ramalho/VEJA.com
Com o enredo ‘Viraviradouro’, a escola de samba Unidos do Viradouro desfila no Sambódromo da Marquês de Sapucaí – 03/03/2019 Daniel Ramalho/VEJA.com
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