Assine VEJA a partir de R$ 9,90/mês.

Bieber se apresenta à polícia para responder por agressão

Acusado de envolvimento em briga com motorista de limusine, cantor passa duas horas em delegacia de Toronto – e aumenta seu histórico de confusões

Por Da Redação - 30 jan 2014, 05h21

O cantor e encrenqueiro juvenil Justin Bieber se apresentou voluntariamente a uma delegacia de Toronto, no Canadá, nesta quarta-feira. Bieber é acusado de agressão contra o motorista de uma limusine, em um caso que aconteceu em 30 de dezembro. Indiciado formalmente pelas autoridades, Bieber passou duas horas sob custódia da polícia canadense antes de ser liberado. O cantor terá de se apresentar ao tribunal no dia 10 de março.

Leia também:

Ferrari, Lamborghini… os velozes brinquedos de Bieber

Bieber vai ser julgado por racha no Dia dos Namorados

Publicidade

Justin Bieber escapa da polícia no caso dos ovos

Para chegar à delegacia, localizada no centro de Toronto, Bieber precisou atravessar uma multidão composta por curiosos – e por algumas fãs histéricas. Seguranças e policiais formaram um cordão humano para possibilitar a passagem do cantor. Após ser liberado, Bieber deixou o local por uma saída alternativa para evitar a imprensa.

A polícia de Toronto informou que o caso envolvendo o cantor aconteceu após o motorista da limusine ter pegado Bieber e sua comitiva em uma casa noturna da cidade. No caminho para o hotel, houve um desentendimento e o condutor do veículo acabou sendo agredido por um dos passageiros. O advogado de Justin Bieber emitiu um comunicado após a prisão afirmando que o cantor é inocente e que a acusação é apenas uma infração leve.

Confusões – A acusação no Canadá é apenas o mais recente capítulo no cada vez mais extenso histórico de confusões de Bieber. Em seu mais grave embate com a lei, o cantor foi preso há apenas uma semana por dirigir bêbado e participar de um racha em Miami. O cantor foi solto horas depois e responderá em liberdade. O comportamento errático de Bieber motivou até uma campanha pedindo a sua deportação dos Estados Unidos. Embora não tenha força para expulsar o cantor do país, a petição já colheu mais de 100 000 assinaturas.

Publicidade

(Com agência EFE)

Publicidade