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Acusado de agressão, ex de Luiza Brunet comemora decisão judicial

Modelo pede reconhecimento da união estável para ter direito a R$ 100 milhões, metade do patrimônio adquirido pelo empresário durante relacionamento

O empresário Lírio Parisotto, acusado de ter agredido sua ex-namorada, a modelo Luiza Brunet, usou seu perfil no Instagram para falar a respeito da recente decisão na Justiça que negou a relação entre ambos como uma união estável.

“Acabei de derrubar esta mentira. Uma brilhante decisão de 17 páginas, dada pelo juiz de direito Dr. Leonardo Aigner Ribeiro, qualificou nosso relacionamento como namoro tormentoso, queria entrar no financeiro”, escreveu.

Ele também comentou a respeito de outras supostas agressões, entre elas, uma que teria ocorrido em um barco: “Foi o contrário, eu que fui agredido.”

“Nunca agredi ninguém na minha vida. Vou dar ao País e aos enamorados uma jurisprudência: namoro não dá direito a união estável, e, portanto, não gera consequências financeiras. […] Cuidado, muita beligerância pode gerar custos milionários, além de fazer mal à saúde. Vamos enamorar sem medo e brigas. Um ano que não falava sobre este desagradável assunto. Prometo não chatear mais vocês por um bom tempo”, finalizou.

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Relembrado velhas Verdades: Fui vítima de 4 acusações. 1) Agressão num barco. Foi o contrário eu que fui agredido, testemunhado por mais de 10 pessoas, o MP através do Promotor Dr Gaya não deu seguimento a esta acusação ficou só no BO; 2) Lesão grave num dedo. Absolvido pela Dra Juíza Elaine Cavalcante. Mentiras das duas Patranheiras, LB e sua fiel escudeira Tina; 3) União Estável. Acabei de derrubar mais esta mentira. Numa brilhante decisão de 17 páginas, dada pelo MM Juiz de Direito, Dr Leonardo Aigner Ribeiro, qualificou nosso relacionamento como namoro tormentoso, queria entrar no financeiro esta Mitomaniaca, além de rixosa e iracunda conforme já postei; 4) Por uma suposta lesão leve, em viagem, fui condenado a um ano de serviço social. Fui enquadrado na Lei Maria da Penha, por laudo indireto do IML baseado em atestado médico de consultório particular. A queixa foi feita 40 dias depois. Neste meio tempo o advogado dela procurou e propôs ao meu, acerto por uma suposta União Estável de R$ 100 milhões. Não aceitamos. Só depois disto fez denúncia baseado na Lei Maria da Penha. Importante ressaltar que viajou 10 horas carregando suas malas e no dia seguinte estava no Projac/Globo. Gravou, linda e feliz, na mesma semana uma participação na novela Velho Chico, jogada ao chão pelo personagem Afrânio, só depois disto se lembrou que tinha 4 costelas e a cara quebrada aí foi atrás dos atestados. Declarou à Juíza que trabalhou imediatamente porque e’ uma atriz profissional. Ufa! Tudo documentado. Evidente que estou recorrendo ao Tribunal de Justiça. Nunca agredi ninguém na minha vida. Mais, vou dar ao país e aos enamorados uma jurisprudência: Namoro não dá Direito a União Estável e portanto não gera consequências financeiras. Cuidado, muita beligerância pode gerar custos milionários além de fazer mal à saúde. Vamos namorar sem medo e brigas. Um ano que não falava sobre este desagradável assunto. Prometo não chatear mais vocês por um bom tempo. @luizkignel

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Na última terça-feira, 29, a ex-modelo também utilizou o Instagram para falar a respeito do caso. “Meus advogados vão recorrer da decisão do Tribunal de Justiça por não ter reconhecido a união estável com o empresário que me agrediu. A sentença não reflete as provas e eu continuo acreditando na Justiça”, escreveu Brunet.

Em julho de 2016, Luiza revelou que sofreu agressões, como socos e chutes, do companheiro durante viagem a Nova York, chegando a mostrar uma foto de hematomas em seu rosto. Pouco mais de um ano depois, ele foi condenado a um ano de serviços comunitários pelo crime.

“Ter sido agredida por um homem, ter tido a coragem de denunciar e ajudar mulheres no Brasil e no mundo a tomar esse tipo de iniciativa, me orgulha demais. E exigir meus direitos nesse processo é algo de que não abro mão”, prosseguiu.

A modelo pede o reconhecimento da união estável para ter direito a cerca de 100 milhões de reais, equivalentes à metade do patrimônio adquirido pelo empresário durante o relacionamento.

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Bom-dia! Nunca fugi do meu papel de pessoa pública. Foi assim desde que me lancei na moda, com minha biografia, as reportagens e redes sociais. Com todos os ônus e bônus que isso nos traz para a vida pessoal. E foi tornando pública uma parte triste da minha vida pessoal que me deu uma visão transformadora da minha própria trajetória. Ter sido agredida por um homem, ter tido a coragem de denunciar e ajudar mulheres no Brasil e no mundo a tomar esse tipo de iniciativa, me orgulha demais. E exigir meus direitos nesse processo é algo que não abro mão. Meus advogados vão recorrer da decisão do Tribunal de Justiça por não ter reconhecido a união estável com o empresário que me agrediu. A sentença não reflete as provas e eu continuo acreditando na justiça. E agradeço a manifestação de apoio de todos vocês. @viradafemininaoficial @valscarance @silvinhachakian @fabidalmas @herstorylatina @justicadesaia @mchristinamendescaldeira @ericapaesoficial @professoraalice @mariganzarolli @institutomariadapenha @institutoavon @onubrasil @onumulheres #instagood #fhotoofthedays💯💯💯. ————————————————————————————————- “Reitero que o processo cabe recurso e vamos para lá. Vale lembrar que o espancador foi condenado na Criminal. “

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Comentários

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  1. Pacífico Guerra

    O golpe do baú não deu certo, dessa vez. O velhote foi mais esperto.

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  2. Uma coisa que não consigo entender é o porquê dela quere levar metade do patrimônio do infeliz. O que ela, efetivamente, contribuiu para ter este direito? Não acredito que fazer sexo, aturá-lo no dia a dia e posar para fotógrafos para revistas sensacionalistas lhe garantam este direito. Ou isto contribui para que a fortuna dele aumentasse? A presença dela garantiu bons negócios ou abriu portas antes fechadas? Levar pancadas é uma coisa e exigir metade do que ela não construiu é outra totalmente diferente. Isto vale para qualquer homem. A sociedade atual chega a ser incoerente, pois todos os grupos feministas exigem igualdade em todos os campos, mas quando se trata de garantir o seu todas elas ficam mudas. Que todo homem é, de certa forma, um otário quando se trata de mulheres, mesmo assim isto não é motivo de ter que sustentá-las por algo que não contribuíram.

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  3. Jorge Barros

    O ocaso da beldade envelhecida. Desespero, irracionalidade e vitimização.

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