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Na Tailândia, quadrilha usa equipamento de espionagem para colar no vestibular

Bando vendia gabarito aos candidatos por cerca de 80 000 reais

Por Da Redação - Atualizado em 30 jul 2020, 21h07 - Publicado em 19 Maio 2016, 17h36

Na semana passada, a Universidade Rangsit, do norte da Tailândia, cancelou o vestibular do curso de medicina depois que três alunos foram pegos com equipamentos de espionagem durante as provas. O esquema era organizado por uma quadrilha especializada na fraude de provas, segundo o jornal Bangkok Post. Os estudantes foram encontrados com equipamentos parecidos com relógios, que transmitiam aos candidatos as respostas corretas.

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Integrantes do bando, disfarçados de candidatos, filmavam a prova com pequenas câmeras embutidas em óculos de grau. Após o período mínimo obrigatório de permanência, eles deixavam a sala e transferiam as imagens para outra equipe, fora da universidade. Esse grupo resolvia as questões e enviava o gabarito para o relógio dos alunos dentro das salas. Segundo a universidade, os alunos pagaram cerca de 80 000 reais pelo gabarito.

Brasil – Em 2014, uma quadrilha acusada de fraudar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi alvo da Operação Apollo, da Polícia Federal.

(Da redação)

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