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Oi terá nova logomarca

Mantida a sete chaves, a logo remodelada compõe o novo posicionamento da operadora brasileira que quer recuperar faturamento

Por Anna Carolina Rodrigues
12 jun 2012, 18h27

Na manhã da última quarta-feira, antes do feriado, representantes da agência de publicidade inglesa Wolf Ollins reuniram-se com Francisco Valim, presidente da Oi, e com todos os diretores na sede da empresa localizada no Leblon, no Rio de Janeiro. Durante o encontro, a agência apresentou a nova logomarca da operadora. Segundo fonte ouvida pelo site de VEJA, a mudança acompanhará o novo posicionamento da companhia que quer “surpreender os clientes” e tornar-se a favorita dentre as teles. A transição de discurso acontecerá de forma gradual pelos próximos um a dois anos. A logo, que, por enquanto, segue mantida a sete chaves, deve ser divulgada ao mercado no ano que vem.

A mudança da marca – que renderá aos cofres da Wolf Ollins 350 mil libras, ou 1,12 milhão de reais – faz parte de um plano de quatro anos de renovação do espírito da empresa que teve início com a posse de Valim em junho do ano passado e que deve ser concluído até 2015. A segunda maior companhia de telecomunicações do país quer recuperar o faturamento, que recuou 5,3% no ano passado em relação a 2010, para 28 bilhões de reais. Sua participação de mercado passou a 12,9% em dezembro, contra 17,2% no final de 2009.

Convergência – A nova marca deve reforçar também a estratégia da Oi de oferta de serviços convergentes – venda de pacotes, conhecidos popularmente como ‘combos’, que combinam telefonia fixa, banda larga fixa, celular, 3G, além de TV por assinatura. O movimento é uma tendência recente no setor de telecomunicações no país. A Telefónica, por exemplo, concluiu recentemente a transição de todas as suas marcas para uma só: a Vivo. A Claro também se movimenta nesta direção, pois já oferece pacotes junto com a NET e a Embratel (ambas do mesmo grupo), e lançou em fevereiro a Claro TV, que “sepultou” a Via Embratel.

A Oi, que já era unida, quer se mostrar como a melhor solução de oferta convergente. Até 2015, a empresa espera aumentar sua receita em 10% ao ano e sua geração de caixa em 14%.

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