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Governo brasileiro percebe estagnação da economia no 3º trimestre

Brasília, 22 nov (EFE).- O crescimento da economia brasileira no terceiro trimestre de 2011 pode ter sido zero, afirmou nesta terça-feira o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, quem previu avanço nos últimos três meses do ano. A estagnação da economia entre julho e setembro está ‘dentro das perspectivas do Governo’ devido aos ‘choques […]

Por Da Redação
22 nov 2011, 12h39
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  • Brasília, 22 nov (EFE).- O crescimento da economia brasileira no terceiro trimestre de 2011 pode ter sido zero, afirmou nesta terça-feira o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, quem previu avanço nos últimos três meses do ano.

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    A estagnação da economia entre julho e setembro está ‘dentro das perspectivas do Governo’ devido aos ‘choques internos e externos’ no período, detalhou Barbosa à ‘Agência Brasil’.

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    Com a desaceleração, a previsão de crescimento para este ano oscila entre 3,2% e 3,8%, apontou o secretário durante a apresentação do balanço da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), um ambicioso plano de obras de infraestrutura para os próximos anos.

    Para Barbosa, a moderação do crescimento da economia foi uma consequência do cenário internacional, marcado pelas crises em países da Europa, e das medidas adotadas pelo Governo brasileiro para melhorar as contas públicas e conter a inflação.

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    Na opinião do número dois do Ministério da Fazenda, ‘várias medidas já foram adotadas para acelerar o crescimento no próximo ano’, como o aumento do salário mínimo e a isenção de alguns tributos.

    As projeções do Governo para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 são de 4%, mas com novas ações do Governo da presidente Dilma Rousseff o avanço da economia pode alcançar 5%, opinou Barbosa.

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    ‘Para chegar a 5% depende das ações do Governo, ao que corresponde dar uma direção às expectativas e por isso, para 2012, esperamos uma nova expansão dos investimentos públicos com uma política fiscal neutra’, assinalou o secretário-executivo. EFE

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