Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Déficit comercial americano é o menor em 4 anos

O resultado ficou negativo em US$ 34,3 bilhões no penúltimo mês do ano, queda de 12,9%

Por Da Redação
7 jan 2014, 11h52
  • Seguir materia Seguindo materia
  • O déficit comercial dos Estados Unidos foi o menor em quatro anos em novembro, informou o Departamento do Comércio nesta terça-feira. O resultado ficou negativo em 34,3 bilhões de dólares no penúltimo mês do ano passado, queda de 12,9% em relação a outubro. Esse foi o menor déficit desde outubro de 2009.

    Publicidade

    Com isso, as evidências sobre o fortalecimento dos fundamentos econômicos do país ficam mais claras. O resultado de novembro também veio melhor do que estimavam analistas, cuja mediana de projeções era de 40 bilhões de dólares no período. O déficit de outubro foi revisado para 39,9 bilhões de dólares, ante resultado anterior de 40,6 bilhões de dólares.

    Publicidade

    Leia mais:

    Indústria dos EUA atinge máxima em 11 meses

    Publicidade
    Continua após a publicidade

    EUA revisa para 4,1% crescimento do PIB no 3º trimestre

    As exportações subiram 0,9%, para o valor sazonalmente ajustado de 194,86 bilhões de dólares, na comparação com outubro, recorde. As importações caíram 1,4%, para 229,11 bilhões de dólares.

    Publicidade

    Na comparação com novembro do ano passado, as exportações dos EUA subiram 5,2%, puxadas pelo aumento das vendas para China, México e Canadá. As exportações para a China entre janeiro e novembro cresceram 8,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Para o Canadá, que é o maior parceiro comercial dos EUA, as exportações subiram 2,5% no mesmo período.

    Continua após a publicidade

    Por outro lado, destacando o lento crescimento na Europa em boa parte de 2013, as exportações para a União Europeia caíram 1,0% entre janeiro e novembro.

    Publicidade

    A redução do déficit comercial dos EUA reflete em parte a melhora no setor de energia do país. As exportações de petróleo, sem ajustes pela inflação, atingiram o nível mais alto já registrado em novembro, enquanto as importações caíram para a mínima desde novembro de 2010.

    As exportações de bens também cresceram, incluindo de materiais industriais, bens de capital e automóveis. A demanda dos EUA por materiais industriais, alimentos e bens de consumo importados, porém, diminuiu.

    Publicidade
    Continua após a publicidade

    (com agência Reuters e Estadão Conteúdo)

    Publicidade
    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    10 grandes marcas em uma única assinatura digital

    MELHOR
    OFERTA

    Digital Completo
    Digital Completo

    Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

    a partir de R$ 2,00/semana*

    ou
    Impressa + Digital
    Impressa + Digital

    Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

    a partir de R$ 39,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

    PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
    Fechar

    Não vá embora sem ler essa matéria!
    Assista um anúncio e leia grátis
    CLIQUE AQUI.