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BID abranda tom de estudo sobre América Latina

Por AE

Montevidéu – O vice-presidente de Setores e Conhecimento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Santiago Levy, abrandou o tom da mensagem que havia sido expressada originalmente em estudo do banco sobre a América Latina. Ao falar com jornalistas, hoje, observou que o relatório levou algum tempo para ser concluído e, neste período, a situação na Europa e nos Estados Unidos melhorou.

“O relatório foi um exercício de ‘se’ (hipótese)”, disse na entrevista, em Montevidéu. “O documento toma como referência um cenário onde a Europa tem uma crise semelhante à crise dos EUA em 2008. Eu reitero que não estamos projetando isso e, com as medidas que têm sido adotadas, (este cenário) parece menos provável”, citou.

Entre os pontos enumerados no documento, o BID citou, originalmente, que a América Latina tornou-se excessivamente dependente das exportações de commodity. Uma piora na Europa iria refrear a demanda chinesa, pesando sobre os preços das matérias-primas. Mas o banco também ponderou no estudo que os preços de grãos seriam menos afetados do que os de metais. As informações são da Dow Jones.