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Os treinadores que ‘esculpem’ as modelos famosas

Reportagem de VEJA desta semana revela as sequências inacreditáveis de exercícios a que as beldades se submetem para subir na passarela

Por Marília Leoni 19 jan 2013, 09h33

“Não precisa ter dó de mim.” Qualquer pessoa normal não daria ouvidos ao comando da baiana Adriana Lima. Ela havia dado à luz sua segunda filha apenas quinze dias antes e queria recuperar a forma a tempo de desfilar, em menos de dois meses, para a mais conhecida marca de lingerie, a Victoria’s Secret. Mas Michael Olajide é qualquer coisa menos normal: pertence à pequena turma que dá aulas de ginástica a várias das modelos mais deslumbrantes do mundo. Sem contar que usa um tapa-olho de metal (consequência do passado de boxeador), legging de cobra e tênis com asinhas de sua própria invenção. O regime de exercícios de Adriana era insano, e ninguém, jamais, deveria pensar em imitá-la. Porém, num mundo de competição igualmente exacerbada, ela foi alvo de mais críticas por entrar na passarela, em novembro passado, com um ligeiro vestígio de barriguinha do que por fazer duas sessões diárias de até três horas de exercícios.

Em lugar das jovens altas, magras e lânguidas das passarelas tradicionais, desfiles e campanhas como os da Victoria’s Secret exigem músculos definidos e abdomens extraordinariamente secos. Produzir corpos assim sem transformar as modelos em mulheres fortonas, como as malhadoras convencionais, é a especialidade de Olajide, britânico de origem nigeriana baseado em Nova York, e do americano Justin Gelband. Os treinadores exigem, e elas pagam para ser exigidas. A aula de Olajide custa o equivalente a 510 reais.

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