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No RJ, John Green elogia novo filme: ‘Melhor que o livro’

Escritor veio ao Brasil divulgar 'Cidades de Papel' ao lado do ator Nat Wolff

Por Raquel Carneiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 jul 2015, 15h12
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  • Quem passou nesta quarta-feira em frente ao hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e viu o aglomerado de adolescentes enlouquecidas na portaria pode ter imaginado que haveria ali uma banda como o One Direction ou um cantor como Justin Bieber. Um tipo muito mais low profile, de terno e camisa xadrez, era, no entanto, o grande atrativo das fãs: John Green, o escritor sensação entre os teens — e também entre muitos adultos.

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    O autor de A Culpa É das Estrelas veio ao Brasil, juntamente com o ator Nat Wolff, para divulgar sua nova adaptação cinematográfica, o filme Cidades de Papel, baseado em seu livro de mesmo nome, lançado em 2008. Na trama, um adolescente se apaixona pela vizinha, a garota mais bonita do colégio. Um dia, ela desaparece e deixa para ele uma série de pistas que são prontamente seguidas pelo jovem, com a ajuda de alguns amigos.

    No filme, que estreia no Brasil no dia 9 de julho, a história sofreu algumas pequenas modificações, e se distanciou de eventos narrados na literatura, o que para Green está longe de ser um problema. “Para mim, o mais importante é a preservação da ideia do livro”, disse Green durante coletiva de imprensa. “Eu gostei do jeito que mudaram o final no filme, algumas coisas ficaram até melhores que no livro”, conta.

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    Green também falou sobre a fama e como se sente ao ver longas bem-sucedidos baseados em suas ideias. “Eu chorei ao entrar em um dos cenários de Cidades de Papel. É impressionante ver algo que eu imaginei há oito anos ganhar forma.” Simpático e falante, Green ainda contou histórias pessoais e fez piadas com o ator, atitudes que arrancaram também risos e suspiros de algumas fãs selecionadas para acompanhar a coletiva.

    “Gosto do modo como ele trata os adolescentes”, disse Wolff sobre o trabalho de Green. “Ele é generoso, um bom amigo. A única pressão que senti ao fazer o filme foi a de honrar a sua escrita. Continue escrevendo, John”, afirmou o ator. E a plateia concordou.

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